quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Semana de folclore no Sporting

Godinho Lopes não se recandidata, dizem hoje os jornais. Sendo assim, pelo menos esta página negra que durou quase dois anos vai ser virada.

Quando há uma eleição, o clima é de agitação e movimentação, é natural. Nesta primeira semana temos assistido a um Carnaval antecipado, com o surgimento, e ainda vão aparecer mais, de nomes que se querem promover, de nomes que não querem ser esquecidos, de nomes que ambicionam 15 minutos de fama.

Julgo que só na próxima semana a arena estará clarificada e saberemos quais os candidatos que se apresentarão até ao fim. Esta semana é poeira, mas há uma coisa que já é clara: discutem-se pessoas, mas não vejo nenhuma ideia e nenhuma estratégia clara para o Sporting e como o ambicionamos para os próximos 5, 10 ou 20 anos.

Todos sabemos que há compromissos de curto prazo, que é preciso que um candidato para ganhar traga dinheiro, uma boa equipa e um bom projecto. Falar apenas de treinadores e jogadores é incorrer nos mesmos erros de há 20 anos para cá.

O mais importante é definir um modelo, uma liderança, uma gestão, pois o modelo criado por Roquette faliu. É tempo, pois, de falar com verdade e seriedade do Sporting Clube de Portugal e menos de pessoas. Seria este o melhor caminho a seguir, depois, sem campanhas negras, os sócios saberão escolher democraticamente o candidato que entenderem.

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