segunda-feira, 4 de março de 2013

Os heróis da relva e os "heróis" da tribuna no Sporting

O Sporting não é só futebol, são muitas outras modalidades, outros atletas e muitos outros títulos. Mas a sua força motriz é o desporto-rei.

Na sua história centenária, já tivemos muitos craques que marcaram diversas gerações, mas esses craques, esses heróis, estão lá em baixo, no campo a jogar à bola, a fazer fintas, a realizar defesas espectaculares e a marcar golos. No futebol, o que interessa a quem gosta da modalidade são os jogadores, é na relva que o jogo decorre.

Neste último jogo contra a equipa das antas, surgiram notícias de quezílias na tribuna entre dirigentes dos dois clubes. Sinceramente, não me interessa nada. Destes artistas que são sempre os mesmos estamos todos os sportinguistas fartos.

Estou-me marimbando para o Rod Stewart da rua das Fanqueiros, Paulo Abreu (como é conhecido em círculos leoninos), e ainda mais me marimbando para o Reinaldo Teles. O desporto não precisa destas figurinhas.

Mas o mais grave é que a culpa é da direcção do Sporting. Esta vassalagem ao Porto tem anos e Pinto da Costa tem sido mestre em ser, hoje, muito simpático com o Sporting porque o sente fraco e o pode controlar.

Quando Godinho Lopes defendeu um modelo presidencialiasta à Pinto da Costa mostrou essa pequenez. Os modelos presidencialistas no Sporting, que eu defendo, devem ser é à João Rocha e não ter outros modelos inspiradores.

E o que sucedeu este sábado teria sido evitado se não tivessem recebido a comitiva do Porto no camarote presidencial. Em vez disso, como mandam os regulamentos, devia ter sido atribuído a essa direcção outro espaço e que eles lá ficassem sozinhos. Assim, veríamos com satisfação a entrega dos nossos jogadores, que é isso que interessa, reproduzida na comunicação social, sem ter de aturar notícias destes "heróis de tribuna" que não interessam a ninguém.

Sem comentários:

Enviar um comentário