quarta-feira, 1 de maio de 2013

João Capela Gabriel e a verdade desportiva

Já escrevi que não tenho nenhuma simpatia especial pela figura do director de comunicação do Benfica, mas também já reconheci que é um bom profissional e desempenha bem a função para que foi contratado.

Nos momentos quentes, é ele que dá o peito às balas, protegendo o seu presidente e assumindo ele os riscos do conflito. Mais uma vez João Gabriel volta a centrar em si o combate aos rivais do norte, desferindo um ataque com o escudo da «defesa da honra» da sua colectividade.

Pouco me importa a clivagem entre essas duas colectividades e o estilo habitual de João Gabriel. Agora, o que sei, como verão por aqui, é que ele tenta fazer o branqueamento de um roubo de Capela em que o prejudicado foi o Sporting Clube de Portugal e tenta passar por cima desse assunto.sem o mencionar.

«Durante uma semana, mantivemo-nos em silêncio, mas terminou. Foi a campanha mais baixa, incendiária, fraudulenta e imoral que me lembro de existir desde que cheguei ao Benfica. Uma campanha de insinuações e mentiras, e que esperava retirar dividendos do clima de intimidação que foi criado», diz a figura.

O problema é que o Sporting foi roubado, claramente roubado e as entidades do desporto já o reconheceram, metendo na jarra o árbitro João Capela que alterou a verdade desportiva prejudicando o meu clube. Por isso, o que foi «fraudulento e imoral» foi o que se passou há mais de uma semana na Luz.

De resto, se a colectividade de João Gabriel ganhar o título que pretende, resta-me felicitá-los pelo primeiro título numa nova modalidade: um campeonato de Capela. Os meus parabéns à fraude e à imoralidade.

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