segunda-feira, 11 de novembro de 2013

A imagem do BES

O BES é o meu primeiro banco e continua a ser. Um banco deve ser uma instituição sólida, segura, de confiança, porque é uma estrutura fiduciária e a fidúcia vem do latim "fidere" que significa confiar.

Muito trabalho tem tido o Paulo Padrão e as equipas que o acompanham, tanto no marketing como na comunicação. E tem sido um bom trabalho, pois apesar das inúmeras histórias, casos, "golpes de Estado" (nos termos citados pelo Jornal de Negócios) e quezílias familiares, a imagem da instituição continua forte.

Costumo dizer que há 3 coisas que não têm preço: a nossa saúde, o nosso tempo e a nossa reputação. No caso de um banco, a sua reputação é o seu maior bem, o seu maior valor. A reputação do BES é simples de descrever: é a instituição mais poderosa do País.

Uma reputação que durou anos a tecer, na sombra, onde o verdadeiro poder e influência se movimentam. Apesar de inúmeros ataques, a sua marca é essa: BES é poder.

O desafio para a sua marca, nos próximos tempos, será combater os que se movimentam na arena mediática com ambições de sucessão a Ricardo Salgado (que desde uma entrevista a Miguel Sousa Tavares no programa "20 anos, 20 nomes", criou a imagem de solidez, recato e confiança que deve ter um banqueiro - nota, deviam recuperar essa entrevista) e trazer o BES para as águas tranquilas sem notícias negativas. Eu, como cliente, agradeço.

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