quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

O último dia do Papa Bento XVI

A operação preparada ao minuto para se ler por aqui.

domingo, 24 de fevereiro de 2013

Sugestões para a semana (4-2013)

Livros

"O segredo do Bosque Vermelho", Dino Buzzati, Cavalo de Ferro editora, 158 páginas. Do autor do fascinante "Deserto dos Tártaros", uma parábola sobre o bem e o mal, a natureza vs. o materialismo da civilização. Um pequeno grande livro.

"Influência Externa", Brad Thor, Bertrand editores, 400 pág. Um thriller político de um dos melhores autores do género. Uma vaga de terrorismo em cidades europeias e cot Harvath no meio dos trepidantes acontecimentos.

Cinema

"Vertigo- A mulher que viveu duas vezes", Alfred Hitchcock. Deixo este título, agora considerado o melhor filme de sempre e um dos meus preferidos, para chamar a atenção que na FNAC estão quase todos os filmes do mestre à venda a preços apetecíveis. Quem não os tem, eu tenho todos, é uma forma de enriquecer a sua videoteca.

"Nouvelle Vague- primeiros filmes". Um dvd com 9 dos primeiros filmes dos artistas desta corrente que marcou o cinema europeu e alguns realizadores americanos. nele deparam com Jean-Luc Godard, François Truffaut, Alain Resnais, jacques Rivette, Jean-pierre Melville e Maurice Pialat.

Documenários

Hoje na noite THEMA do ARTE podem ver dois documentários " A loucura de Estado" e "Hitler, Mussolini e Eu". No primeiro, a encenação e a relação entre os dois regimes e ditadores; no segundo, a visita de Hitler a Itália narrada pelo seu intérprete.

Na terça-feira á 1.30, "África- a ambição chinesa". Como a cooperação económica dissimula a ambição chinesa de controlar os países africanos e os seus recursos, no ARTE.

Também no ARTE, quinta-feira às 19.50, "Yakuzas-entre o bem e o mal". A mais poderosa mafia do mundo, 80 mil membros divididos em 22 clâs.

Séries

"Revenge", já começou às terças na FOX life a segunda temporada desta série que me surpreendeu pela positiva na primeira temporada.

"House of Cards", produzida por david Fincher, no papel principal Kevin Spacey, genial série produzida como conteúdo de um canal on line e que narra os labirínticos meandros do poder em Washington. Magnífica.

Restaurante

S. Na rua S. Filipe Nery, ao Rato, um restaurante simpático e não muito caro de petiscos portugueses.

Bar

Impossibly Funky. No LX Factory um espaço de soul, funky e blues, com música ao vivo e bom ambiente e bom gosto (enormes cartazes de James Bond e Barbarella). É do meu amigo Hernãni que explorava o Targus onde paravam nos anos 90 muitos jornalistas no Bairro Alto.

Discoteca

Rádio Hotel, entre Alcântara e a Junqueira, na rua do hotel Ópera, um espaço elegante, com boa energia, ao comando o meu amigo joão Graça e a equipa da Pure Lisbon.

Berlusconi e a louca Itália

Durante 20 anos Itália tinha Governos de pouco mais de um ano. Era tipo um roda-bota-fora em que só permanecia "Il Divo", Giullio Andreotti. Depois, via futebol e media, surge a "Forza Italia" de Silvio Berlusconi que durou um bocadinho mais, perante a angústia da cultura de esquerda da qual o cineasta Nanni Moretti foi o principal porta-voz.

Os momentos de lucidez de um Governo técnico liderado por Mario Monti voltam a estar agora em causa. Não só pelo fenómeno das redes sociais Beppe Grillo, mas pelo ressurgimento de Berlusconi que fez da televisão, onde é mestre, o seu espectáculo.

Giovanni Sartori, conhecido politólogo e especialista em sistemas eleitorais é claro: «Berlusconi bate qualquer rival na arte da mentira permanente». Os seus adversários dizem que ele «é um grande vendedor, o melhor». Logo, augura-se a vitória da esquerda de Bersani, mas mais uma vez Itália será uma manta de retalhos no parlamento e ingovernável.

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Página negra da Igreja Católica portuguesa

Uma página negra da Igreja Católica portuguesa. Todos os homens têm direito a defesa. Mas quando dois nomes sobejamente conhecidos da Igreja, Carreira das Neves e Januário Tirgal Ferreira, falam em público, como se lê aqui, sobre a homossexualidade de D. Carlos Azevedo essa possível defesa cai por terra.

Estranho é que havendo estes eventuais casos de assédio, se projectasse e apostasse em D, Carlos Azevedo para lugares de destaque na hierarquia. Isso, danifica ainda mais a imagem da Igreja que está sem defesa comunicacional neste caso.

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

A moderna lei da comunicação

«Hoje em dia, ao falar para uma pessoa, está a falar para mil»

House of Cards

Um partido que é uma Rede

A Rede Sustentabilidade foi criada pelo ex-fenómeno de campanha presidencil brasileira, Marina Silva. Quer, diz ela, afastar-se das «idiossincrasias partidárias e apoiar causas da sustentabilidade.

Um partido que não tem partido como nome é bem jogado, face à repulsa universal crescente que as pessoas têm dos partidos. Diz o Público que o partido não será de esquerda nem de direita. «Queremos seguir em frente», disse Marina.

E ainda acrescenta que não é de «oposição nem situação. Eu assumo posição». Jargões engraçados, mas o que é verdade mesmo é que é mais um partido com um objectivo claro: lançar Marina como presidente e ter poder.

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

A queda da Time

Via Luis Paixão Martins, sugiro a leitura deste artigo em que se mostra que foi pior a liderança na Time do que as habituais razões de queda da indústria dos media.

Hannibal Lecter em série

Fica aqui o primeiro "trailer" da série sobre Hannibal Lecter. No lugar de Anthony Hopkins temos Mads Mikkelsen, o homem que tinha lágrimas de sangue em 007-Casino Royale.

domingo, 17 de fevereiro de 2013

O único que nos fez acreditar que era possível voar

Michael "Air" Jordan com 50 anos de vida. Um dos melhores desportistas de todos os tempos, uma bandeira na comunicação da NBA para o mundo, uma Marca que ficou para uns ténis que todos conheciam e invejavam. Parabéns.

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

A minha carta para o Sporting

Tenho acompanhado ao longe o processo eleitoral no Sporting. Apesar de diversos convites, não integrarei qualquer lista nem tenho tempo para trabalhar no Sporting, como sempre disse, por falta de disponibilidade profissional.

Ao longe, vejo um bailado de uma série de nomes que só neste final de semana julgo que clarificarão as suas intenções, ficando assim nítida a arena desta disputa eleitoral. Tem havido agora poucas ideias, pouco pensamento estratégico para os desígnios do Sporting no futuro. Por isso, deixo aqui como contributo um conjunto de ideias que, se as acharem válidas, quem quiser que as aproveite pois o que me interessa é um Sporting forte, com garra e de que todos nos orgulhemos.

FALAR VERDADE - Acabou o tempo das promessas miríficas. Treinadores de sonho, estrelas emergentes e cadentes. Ao longo dos últimos anos enganaram-se os sócios, Os próximos tempos serão de contenção, de rigor, aproveitando a cantera e tentando limpar o passivo. Com coragem dizer que o Sporting Clube de Portugal é o maior e melhor clube português mas que vai lutar por fazer o melhor possível face à situação económica encontrada.

AUDITORIA DE GESTÃO - Aqui escrevi a seu tempo sobre a responsabilização e criminalização de todos os que prejudicaram o Sporting. Gestão danosa, negociatas, devem ser claramente punidas e em alguns casos devem expulsar-se de sócios quem fez mal ao clube e quem se aproveitou dele para a sua vida pessoal.

UM PRESIDENTE LÍDER - Desde João Rocha que nunca mais tivemos uma liderança pujante, um presidente carismático. É tempo de haver esse tipo de liderança, de agregação de todos os adeptos e de combate contra os rivais e poderes podres do futebol. Nunca alinhar em alianças que só beneficiam os rivais, destruir a bipolarização artificial que os media têm construído para interesse de carnide e das antas.

MAIS PROFISSIONALISMO, MENOS VICES, MELHORES DIRECTORES- A equipa terá de ser mais curta, mais coesa, mas especialmente, e esta é a minha ideia há muito tempo, os vice-presidentes devem funcionar como uma espécie de "board-advisor" do presidente. Sem pelouros directos, apenas como agentes de fiscalização sobre os directores das diversas áreas do Sporting, que devem ser recrutados do mercado (de preferência sportinguistas) e pagando o que é possível e não salários astronómicos como hoje se passa no Sporting. Para ser claro, dando um exemplo: para quê um vice das modalidades e um director das modalidades? Na minha ideia, são os directores que devem gerir o dia-a-dia submetidos a vigilância no cumprimento dos objectivos traçados anualmente. Isso aumentaria o profissionalismo e melhoraria objectivos e dinâmica de trabalho.

ESTRATÉGIA A LONGO PRAZO PARA O SPORTING - O Sporting deve pensar a longo prazo e não apenas tentar sobreviver. Devemos esclarecer bem o que queremos para o clube nos próximos 20 anos. Nos primeiros três ter uma gestão racional, para depois de limparmos a situação financeira podermos dizer somos candidatos ao título e queremos estar sempre na Champions. Aposta na formação, mas de maneira integrada e tranquila e não a queimar miúdos como se tem passado nesta época.

RELAÇÃO COM A BANCA - O Sporting precisa da colaboração da banca, mas não é seu servo. É a banca que tem de negociar com o Sporting e o clube não deve andar atrás, como marioneta, dos interesses da banca.

INVESTIDORES- No curto prazo, o Sporting precisa da entrada de dinheiro fresco. E os candidatos devem ser claros quanto à solução financeira para o clube, garantindo, e seria o melhor caminho, que o Sporting nunca perderá a sua identidade e nem a maioria na SAD.

COMUNICAÇÃO E MARKETING - é algo em que o Sporting tem sido uma vítima ao longo do tempo. O Sporting mantém todo o interesse nos media, mas tem sido constantemente desrespeitado e humilhado, perdeu a sua influência e ainda não encontrou uma figura que forte que se mexa ao nível das administrações das empresas de media que tenha poder e imponha respeito. Por outro lado, os presidentes têm sido débeis comunicadores e tem-lhes faltado o melhor aconselhamento nesta área. No marketing devemos ser mais criativos, mais inovadores e proporcionar melhores produtos, pois a Loja Verde é uma pobre montra do e para o universo leonino.

CANAL SPORTING- é algo que me parece vital para a Marca Sporting, mas ao contrário do caminho seguido, o clube não tem condições financeiras para a construção de um canal de raíz. Logo, deve ser aproveitado um canal já existente onde colocaremos os nossoa conteúdos e as nossas transmissões. Sei que o Económico TV estaria interessado nesta parceria, e neste caminho que devemos apostar.

ECLECTISMO E PAVILHÃO - Todos temos saudades do pavilhão ao lado do nosso estádio. Odivelas é uma solução de recurso, mas se houver possibilidades, devemos defender a construção de um novo pavilhão. É o eclectismo que nos faz grandes, é o eclectismo que nos tornou o segundo maior clube do mundo em títulos. Devemos manter a aposta mas com rigorosa gestão e com objectivos claros de ganhar ainda mais.

EXTINÇÃO DO CONSELHO LEONINO - Quando foi criado e na sua ideia inicial era uma boa ideia. Hoje, é uma feira de vaidades, onde pessoas mantêm a sua existência coladas ao nome do Sporting. Não faz sentido agora, deve ser apresentada proposta pelo novo presidente da sua extinção na próxima AG.

E acima de tudo, para lá da verdade, o Sporting precisa de carácter, honestidade, mais sportinguismo. Gente para servir o Sporting e que não se sirva do Sporting.

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

A política segundo Clara Ferreira Alves

Do notável artigo de Clara Ferreira Alves, no Expresso, em que fez uma alegoria do futebol americano com a política e especialmente com a crise no PS, e os avanços e recuos de António Costa, deixo esta passagem:

«A política, tal como o grande futebol, não é apertos de mão, amigalhaços e traficância. Não é um desporto de tipos porreiros que querem fazer negócios. Destes, já temos. Política é coragem, competição, dureza. É disputar terreno palmo a palmo. Ou devia ser».

"Farmville" passa a série de televisão

Não sou de jogos mas sei que muito do sucesso do Facebook deriva de muitos jogos que oferece. O Farmville foi um fenónemo e agora salta para série de televisão, em versão animada, a cargo de Brett Ratner que esteve por trás do "Prison Break".

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

A sucessão de Bento XVI

Joseph Ratzinger é um homem inteligente e um teólogo proeminente. No dia em que aceitou a escolha de seus pares para suceder a João Paulo II, sabia de antemão que as comparações com o seu antecessor seriam feitas e sairia sempre a perder, tal era o carisma e simpatia pessoal do Papa polaco.

Bento XVI ficará provavelmente como um rodapé na história do Vaticano, mas com sensatez soube sair a tempo, abrindo espaço para uma escolha que será simples: um homem de bastidores e de gabinete como ele ou um Papa mais popular e que compreenda a sua força mediática para espalhar a fé. Sem esquecer que este Pontificado fica marcado por diversos episódios que beliscaram a Igreja.

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

O objectivo da economia

«Não devemos esquecer que a economia está ao serviço da justiça e não da desigualdade»

Miguel Sousa Tavares

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Semana de folclore no Sporting

Godinho Lopes não se recandidata, dizem hoje os jornais. Sendo assim, pelo menos esta página negra que durou quase dois anos vai ser virada.

Quando há uma eleição, o clima é de agitação e movimentação, é natural. Nesta primeira semana temos assistido a um Carnaval antecipado, com o surgimento, e ainda vão aparecer mais, de nomes que se querem promover, de nomes que não querem ser esquecidos, de nomes que ambicionam 15 minutos de fama.

Julgo que só na próxima semana a arena estará clarificada e saberemos quais os candidatos que se apresentarão até ao fim. Esta semana é poeira, mas há uma coisa que já é clara: discutem-se pessoas, mas não vejo nenhuma ideia e nenhuma estratégia clara para o Sporting e como o ambicionamos para os próximos 5, 10 ou 20 anos.

Todos sabemos que há compromissos de curto prazo, que é preciso que um candidato para ganhar traga dinheiro, uma boa equipa e um bom projecto. Falar apenas de treinadores e jogadores é incorrer nos mesmos erros de há 20 anos para cá.

O mais importante é definir um modelo, uma liderança, uma gestão, pois o modelo criado por Roquette faliu. É tempo, pois, de falar com verdade e seriedade do Sporting Clube de Portugal e menos de pessoas. Seria este o melhor caminho a seguir, depois, sem campanhas negras, os sócios saberão escolher democraticamente o candidato que entenderem.

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

O filme viral de segurança da TAP

Engraçado o video e boa ideia da TAP

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

45 dias para novo presidente do Sporting

Todos os órgãos sociais se vão demitir, permitindo assim que num breve espaço de tempo surja uma nova equipa, legitimada pelo voto dos sportinguistas.

Fazem bem. Godinho Lopes foi um desastre para o clube e a entrevista de ontem a Judite de Sousa foi uma vergonha. Em todos os lados se fala da fraqueza e falta de jeito deste presidente que não chega a dois anos de mandato e fez passar o clube por algumas das suas páginas mais negras. Godinho Lopes foi um mau presidente e deve ir embora.

Eduardo Barroso também faz bem em sair, pois também foi um mau presidente da Assembleia Geral, misturando o seu lugar de comentador de televisão e jornal com uma função que deve ser de discrição e de apoio institucional. Aliás, o que digo relativamente a ele, é o próprio que reconhece quando afirma que quer voltar ao seu lugar de adepto de bancada e nunca mais ocupar um cargo no clube.

Nestes 45 dias vão surgir candidatos. Isso prova a força e importãncia do Sporting Clube de Portugal e também tiro o chapéu a quem avançar, pois o clube atravessa fase difícil e precisa de uma pacificação e de soluções credíveis.

O que eu desejo para este processo eleitoral é que livremente as pessoas se manifestem e que escolham, sem campanhas negras, o melhor projecto, a melhor equipa, o melhor líder. O Sporting neste momento precisa de mais sportinguismo, de honestidade, de carácter, de verdade. De quem sirva o Sporting e não de quem se sirva dele.

Que esta página seja virada rapidamente e desejo boa sorte a, quem quer que seja, que venha a seguir.

domingo, 3 de fevereiro de 2013

O poder e o dinheiro

«Escolheu o dinheiro em vez do poder. É um erro que quase todos cometem nesta cidade (Washington). O dinheiro é uma mansão exagerada em Sarasota que se começa a degradar após 10 anos. O poder é o edifício em pedra que aguenta séculos»

Monólogo de Kevin Spacey numa série nova sobre o poder chamada "House of Cards"

sábado, 2 de fevereiro de 2013

As páginas portuguesas com mais fãs no Facebook

Por aqui se vê que futebol e humor é o que o povo prefere.