quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Henrique Raposo: o burro (?) do Expresso

Gosto muito do Expresso e tenho muita consideração por este grande jornal que é uma instituição de liberdade em Portugal, onde muitos amigos meus ali trabalham.

Já por diversas vezes me insurgi contra a escrita amadora, com pouca informação, profundidade e conhecimento, sem graça mas querendo ter, do Henrique Raposo. Esclareço já que não o conheço, nunca conversei com ele e do que leio dele parece-me um burro, apesar de várias pessoas me dizerem que ele não é burro.

Ontem escreveu um texto chamado "O bailarino de Mourinho" e onde depois dava cacetada no Sporting Clube de Portugal. Mais um exercício a querer ter piada e não ter, e a escrever sobre o que nada percebe, tal como um dia escreveu que na sua juventude tinha um Mundial na cabeça onde brilhou a selecção da Checoslováquia e essa selecção nem tinha estado no Mundial que ele tinha na cabeça. mas são coisas de burro ou engraçadinho na minha opinião.

Deixo uma sugestão para ele tentar melhorar: escreva só sobre o que sabe. Não escreva com preconceitos, não escreva como engraçadinho para a plateia, não escreva para fazer figura de burro. Escreva sobre aquilo em que tem competência e sabe alguma coisa. Eu, por exemplo, nunca escrevo sobre chaminés nem macroeconomia, é um mero exemplo.

Mas depois lembrei-me de uma coisa. O Henrique Raposo trabalha aonde? Que conhecimento tem do país real ou da economia real? Mas ele percebe de alguma coisa? Não sei, desconheço

E voltando ao primeiro parágrafo, o Expresso é um grande jornal e uma instituição de liberdade. E, naturalmente, deve ter a liberdade para escolher os colunistas. Sei que há jornais que escolhem os colunistas - alguns burros - para que depois haja respostas racionais e de bom senso de outras pessoas. E com isso julgam que promovem a marca. Eu julgo que não. Primeiro, a maior parte das pessoas está-se marimbando para o que pensam os burros e, segundo, as pessoas gostam de ler pessoas inteligentes, que sabem do que escrevem e que lhes trazem uma outra visão de um problema ou do mundo. Isso traz leitores. Os burros só lhes dão despesa em palha.  

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