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quinta-feira, 28 de junho de 2012
PS quer encher a caixa de mails do Álvaro Santos Pereira
Uma acção de comunicação engraçada, mas o Álvaro pouco pode fazer. É um ministro fraco e sem solução. E mal aconselhado. Sobre este assunto já escrevi muito.
sábado, 5 de maio de 2012
Assunção Cristas e o Álvaro
O Expresso apanhou bem a contradição e fez manchete. Sobre a operação do Pingo Doce, o Álvaro (Santos Pereira) disse que eram «acções normais». Assunção Cristas replicou: «estas práticas não são admissíveis».
Já tinha dito à Meios & Publicidade, que me pediu análise sobre a comunicação do Governo, que Assunção Cristas era um «bom produto mediático», mas além disso dá mostras diárias que é uma boa política e com muito futuro. O Expresso diz dela hoje, dando-lhe sinal positivo, «está a tornar-se numa política de mão cheia. A sua reacção revela uma determinação que era bom existir em todos os que se sentam no Conselho de Ministros».
Já o Álvaro, pessoa que veio do Canadá e não conhece bem a realidade portuguesa, é um caso evidente de falta de talento. Esta quinta-feira, o Correio da Manhã dava-lhe nota negativa, hoje o DN faz o mesmo, por causa do crescente e assustador número do desemprego e com a inépcia de não se verem soluções à vista.
Acresce a isto que o Álvaro, como já divulguei, conta com a agência de comunicação do maçon que trabalhou, quase em exclusividade, com José Sócrates nos seus últimos anos, o que é, no mínimo, bizarro. Tal como, essa agência, trabalha agora com Mário Figueiredo, presidente da Liga, outro caso de má imprensa. E ainda ninguém explicou ao ministro, pois há poucos especialistas de comunicação no Governo, que trabalhar com este maçon é causa directa para se ser dizimado nos media e nas redes sociais, actualmente. Para lá da sua falta de talento óbvia.
PS: na segunda-feira escreverei um post sobre esta questão da agência próxima da Maçonaria, dirigida por um maçon. Será um post dirigido ao meu amigo Miguel Relvas. Será um exercício de memória, pois, para lá do PSD ser um partido pouco solidário, tem memória curta.
Já tinha dito à Meios & Publicidade, que me pediu análise sobre a comunicação do Governo, que Assunção Cristas era um «bom produto mediático», mas além disso dá mostras diárias que é uma boa política e com muito futuro. O Expresso diz dela hoje, dando-lhe sinal positivo, «está a tornar-se numa política de mão cheia. A sua reacção revela uma determinação que era bom existir em todos os que se sentam no Conselho de Ministros».
Já o Álvaro, pessoa que veio do Canadá e não conhece bem a realidade portuguesa, é um caso evidente de falta de talento. Esta quinta-feira, o Correio da Manhã dava-lhe nota negativa, hoje o DN faz o mesmo, por causa do crescente e assustador número do desemprego e com a inépcia de não se verem soluções à vista.
Acresce a isto que o Álvaro, como já divulguei, conta com a agência de comunicação do maçon que trabalhou, quase em exclusividade, com José Sócrates nos seus últimos anos, o que é, no mínimo, bizarro. Tal como, essa agência, trabalha agora com Mário Figueiredo, presidente da Liga, outro caso de má imprensa. E ainda ninguém explicou ao ministro, pois há poucos especialistas de comunicação no Governo, que trabalhar com este maçon é causa directa para se ser dizimado nos media e nas redes sociais, actualmente. Para lá da sua falta de talento óbvia.
PS: na segunda-feira escreverei um post sobre esta questão da agência próxima da Maçonaria, dirigida por um maçon. Será um post dirigido ao meu amigo Miguel Relvas. Será um exercício de memória, pois, para lá do PSD ser um partido pouco solidário, tem memória curta.
quinta-feira, 12 de abril de 2012
Álvaro Santos Pereira em queda por decisão do silêncio dos gabinetes
O Governo, no silêncio dos gabinetes, decidiu entregar a comunicação do ministro Álvaro Santos Pereira à agência de comunicação, dirigida por um maçon, que trabalhou quase em exclusividade os últimos anos de José Sócrates.
Trabalhou mal como todos sabemos e apesar de estar a fazer tudo por tudo para o tirar de cena, na segunda-feira o ministro teve um sinal amarelo do I e na terça-feira um sinal vermelho do Público.
Depois de ter contribuído, também, para o engano de Pedro Passos Coelho, como Vasco Pulido Valente escreveu em artigo arrasador, na questão da linha de comboio em Badajoz, uma tese de um livro seu que publicou quando ainda estava no Canadá, mostrando que conhece pouco de Portugal.
A cada dia que passa, os jornalistas vão perdendo a paciência para forrobodós de avental, as pessoas estão cansadas dos políticos e as velhas fórmulas estão ultrapassadas. O Álvaro é um ministro a prazo e a agência de comunicação escolhida para o defender só está a ajudar a enterrá-lo.
PS: esta agência decidiu criar um "fake" á pressão para me vir comentar no meu mural do Facebook. Deixo só a nota que eu não gosto nada mesmo de "fakes" a virem ao meu perfil. Fica o aviso.
Trabalhou mal como todos sabemos e apesar de estar a fazer tudo por tudo para o tirar de cena, na segunda-feira o ministro teve um sinal amarelo do I e na terça-feira um sinal vermelho do Público.
Depois de ter contribuído, também, para o engano de Pedro Passos Coelho, como Vasco Pulido Valente escreveu em artigo arrasador, na questão da linha de comboio em Badajoz, uma tese de um livro seu que publicou quando ainda estava no Canadá, mostrando que conhece pouco de Portugal.
A cada dia que passa, os jornalistas vão perdendo a paciência para forrobodós de avental, as pessoas estão cansadas dos políticos e as velhas fórmulas estão ultrapassadas. O Álvaro é um ministro a prazo e a agência de comunicação escolhida para o defender só está a ajudar a enterrá-lo.
PS: esta agência decidiu criar um "fake" á pressão para me vir comentar no meu mural do Facebook. Deixo só a nota que eu não gosto nada mesmo de "fakes" a virem ao meu perfil. Fica o aviso.
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quarta-feira, 14 de março de 2012
Álvaro Santos Pereira é um caso de fraqueza diária
Comunicacionalmente será impossível trabalhar este ministro. Acredito que quem o faça, o tente fazer da melhor maneira possível. Mas é impossível.
É uma fraqueza diária para o Governo de Pedro Passos Coelho ter este elemento. Homem que não conhecia bem Portugal, revelou uma enorme falta de jeito para a função.
O Expresso divulga esta notícia que é apenas a prova de que foi completamente ultrapassado, mas depois tentam remediar a situação. Um ministro de remendos diários torna-se uma bola de trapos.
É uma fraqueza diária para o Governo de Pedro Passos Coelho ter este elemento. Homem que não conhecia bem Portugal, revelou uma enorme falta de jeito para a função.
O Expresso divulga esta notícia que é apenas a prova de que foi completamente ultrapassado, mas depois tentam remediar a situação. Um ministro de remendos diários torna-se uma bola de trapos.
quarta-feira, 23 de novembro de 2011
O Álvaro (Santos Pereira) tem subsídio de alojamento
Não se esqueçam que o homem morava no Canadá...
sábado, 5 de novembro de 2011
O Governo não pode fazer testes na praça pública
Leio por aqui esta frase fantástica do "Álvaro", o Álvaro Santos Pereira: «Se não faz sentido fechar o metro às 23, ele não fechará».
Saíram notícias veiculando a possibilidade de se fechar o metro às 23 horas. De imediato houve contestação pública. Uma semana depois, o ministro que tutela os Transportes diz a frase acima citada.
O Governo em termos comunicacionais não pode andar a testar na praça pública ideias de grupos de trabalho e depois dizer o seu contrário. É um sinal de fragilidade, parece uma marcha-atrás. E o "Álvaro" sai mal outra vez no boneco.
Saíram notícias veiculando a possibilidade de se fechar o metro às 23 horas. De imediato houve contestação pública. Uma semana depois, o ministro que tutela os Transportes diz a frase acima citada.
O Governo em termos comunicacionais não pode andar a testar na praça pública ideias de grupos de trabalho e depois dizer o seu contrário. É um sinal de fragilidade, parece uma marcha-atrás. E o "Álvaro" sai mal outra vez no boneco.
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Rui Calafate
sábado, 22 de outubro de 2011
O tiro aos "Pereiras"
Para lá do tiro ao Cavaco, que felizmente desta não passa entre os pingos da chuva, os jornais de hoje mantêm duas figuras na mira: os "Pereiras".
Álvaro Santos Pereira não conhece bem Portugal. Andava pelo Canadá e escrevia num blog. Mas foi o ungido para tratar da nossa Economia. Tem sido um tiro fácil, pois este ministro tem sido uma inutilidade que julga que um power-point chega para dar mais produtividade ao País.
O "Álvaro", como prefere ser chamado, é um conhecido tótó de de Viseu e estava escrito nas estrelas que iria ser o primeiro a ser dizimado. O problema é quando os tiros já vêm do interior do Governo, do PSD e CDS, que já perceberam dali não virá nada. Hoje já se fala claramente em remodelação. Expirou-se o seu prazo de vida.
Vitor Pereira não é um campeão, foi um acaso da sorte ter-se sentado na dita "cadeira de sonho". Também o ungiram a grande figura como se Villas-Boas fosse apenas uma marioneta do adjunto, o "Vitor".
Não sou treinador, mas gosto de olhar para as pessoas e fui o primeiro a escrever que tinha cara de "loser". Tinha falhado duas subidas de divisão com o Santa Clara no seu historial. O Porto que era uma máquina, perdeu o óleo. Está medroso, cansado, com diversas notícias a sair sobre o clima de insatisfação do próprio plantel, faz lembrar os tempos de Del Neri. Também já expirou o seu prazo de vida, fala-se de Pedro Emanuel e hoje o CM avança com Paulo Bento.
Os "Pereiras" estão com a vida difícil.
Álvaro Santos Pereira não conhece bem Portugal. Andava pelo Canadá e escrevia num blog. Mas foi o ungido para tratar da nossa Economia. Tem sido um tiro fácil, pois este ministro tem sido uma inutilidade que julga que um power-point chega para dar mais produtividade ao País.
O "Álvaro", como prefere ser chamado, é um conhecido tótó de de Viseu e estava escrito nas estrelas que iria ser o primeiro a ser dizimado. O problema é quando os tiros já vêm do interior do Governo, do PSD e CDS, que já perceberam dali não virá nada. Hoje já se fala claramente em remodelação. Expirou-se o seu prazo de vida.
Vitor Pereira não é um campeão, foi um acaso da sorte ter-se sentado na dita "cadeira de sonho". Também o ungiram a grande figura como se Villas-Boas fosse apenas uma marioneta do adjunto, o "Vitor".
Não sou treinador, mas gosto de olhar para as pessoas e fui o primeiro a escrever que tinha cara de "loser". Tinha falhado duas subidas de divisão com o Santa Clara no seu historial. O Porto que era uma máquina, perdeu o óleo. Está medroso, cansado, com diversas notícias a sair sobre o clima de insatisfação do próprio plantel, faz lembrar os tempos de Del Neri. Também já expirou o seu prazo de vida, fala-se de Pedro Emanuel e hoje o CM avança com Paulo Bento.
Os "Pereiras" estão com a vida difícil.
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sábado, 8 de outubro de 2011
Não sei se o "Álvaro" chega lá...
Passaram pouco mais de 100 dias de Governo e quando leio no Expresso uma peça assinada pela Ângela Silva, das melhores e mais credíveis jornalistas de política, com declarações do PSD e do CDS fortemente críticas da acção de Álvaro Santos Pereira começo a pensar que os críticos da escolha do ministro da Economia estavam certos.
Na semana passada comentei para a Meios & Publicidade que, na comunicação, o "Álvaro", como prefere ser chamado, tinha de melhorar muito.
Porém, sempre duvidei de um ministro com desconhecimento total da economia real portuguesa e que nem sei se conhece bem Portugal e os portugueses, por estar a viver fora do País antes de integrar o Governo.
Quando a âncora do Governo são as Finanças, é natural que um fraco ministro da Economia não faça muito sentido. O que é certo é que nos devemos arrumar nas Finanças, mas não esquecer a Economia. E hoje em dia há pouca ou nenhuma economia. Daí ser o primeiro alvo destinado à remodelação.
Na semana passada comentei para a Meios & Publicidade que, na comunicação, o "Álvaro", como prefere ser chamado, tinha de melhorar muito.
Porém, sempre duvidei de um ministro com desconhecimento total da economia real portuguesa e que nem sei se conhece bem Portugal e os portugueses, por estar a viver fora do País antes de integrar o Governo.
Quando a âncora do Governo são as Finanças, é natural que um fraco ministro da Economia não faça muito sentido. O que é certo é que nos devemos arrumar nas Finanças, mas não esquecer a Economia. E hoje em dia há pouca ou nenhuma economia. Daí ser o primeiro alvo destinado à remodelação.
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