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quinta-feira, 14 de junho de 2012
A cabeça decapitada de Bush na "Guerra dos Tronos"
Daquelas polémicas nascidas por um erro de produção. A cabeça decapitada de W. Bush num episódio de "A Guerra dos Tronos" é daquelas coisas que agita a política americana.
domingo, 7 de novembro de 2010
Como reabilitar a imagem de um político?
É um dos trabalhos mais interessantes na comunicação política. A reabilitação da imagem de um político.
Imaginem alguém que já foi muito popular, já ganhou eleições, já provocou empatia com um povo, mas depois, até pelo próprio cansaço do dia-a-dia da política, por erros cometidos, por campanhas contra ele, cai nas sondagens, perde a popularidade e parece que entra num limbo em que ninguém quer estar junto dele.
Como se pode dar a volta a este estado de coisas? Em primeiro lugar, tudo depende dos que lhe sucedem. Quanto maior for a confusão, maior é a comparação com o passado. E alguns erros do passado são desculpados, quando quem tem o poder na actualidade comete ainda maiores erros.
Nos Estados Unidos, hoje, vive-se alguma desilusão com Obama, cresce a contestação, e apesar das sondagens dizerem, ainda, que W. Bush é o responsável pela crise que atravessam, Obama já só está a 7 pontos nessa sondagem sobre a responsabilidade da situação actual.
Assim, o lançamento das memórias de W. Bush (ver esta notícia sobre a reabilitação de Bush), e as que se seguem de Donald Rumsfeld e de Dick Cheney são um exemplo de como aproveitando o "momentum" se começa a preparar a reabilitação.
Em segundo lugar, o silêncio. Uma espécie de período de nojo em que as intervenções públicas são menos frequentes, para evitar maior desgaste.
Em terceiro, o regresso passo a passo a conferências e intervenções públicas e a seguir o retorno à intervenção em espaços de opinião, na imprensa e televisão.
Depois, a construção de uma equipa política e de comunicação capaz de efectuar diariamente essa reabilitação. E as redes sociais são, hoje, um bom caminho.
Imaginem alguém que já foi muito popular, já ganhou eleições, já provocou empatia com um povo, mas depois, até pelo próprio cansaço do dia-a-dia da política, por erros cometidos, por campanhas contra ele, cai nas sondagens, perde a popularidade e parece que entra num limbo em que ninguém quer estar junto dele.
Como se pode dar a volta a este estado de coisas? Em primeiro lugar, tudo depende dos que lhe sucedem. Quanto maior for a confusão, maior é a comparação com o passado. E alguns erros do passado são desculpados, quando quem tem o poder na actualidade comete ainda maiores erros.
Nos Estados Unidos, hoje, vive-se alguma desilusão com Obama, cresce a contestação, e apesar das sondagens dizerem, ainda, que W. Bush é o responsável pela crise que atravessam, Obama já só está a 7 pontos nessa sondagem sobre a responsabilidade da situação actual.
Assim, o lançamento das memórias de W. Bush (ver esta notícia sobre a reabilitação de Bush), e as que se seguem de Donald Rumsfeld e de Dick Cheney são um exemplo de como aproveitando o "momentum" se começa a preparar a reabilitação.
Em segundo lugar, o silêncio. Uma espécie de período de nojo em que as intervenções públicas são menos frequentes, para evitar maior desgaste.
Em terceiro, o regresso passo a passo a conferências e intervenções públicas e a seguir o retorno à intervenção em espaços de opinião, na imprensa e televisão.
Depois, a construção de uma equipa política e de comunicação capaz de efectuar diariamente essa reabilitação. E as redes sociais são, hoje, um bom caminho.
Etiquetas:
Bush,
Comunicação Política,
reabilitação de imagem,
Rui Calafate
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