Foram alguns meses de intensa campanha. Alguns processos travaram e chegou mesmo a dizer que «os políticos portugueses não eram corruptos». Foi uma bela operação de charme conduzida por Cândida Almeida que queria ser a Procuradora-Geral da República, como vários observadores notaram.
Quando foi anunciado que seria uma mulher, a primeira PGR da história, aguardei. Mas não era Cândida. Depois desta decisão, julgo que vários processos que, estranhamente, travaram vão reiniciar-se e outros serão acelerados. Vamos ver, então, se daqui a uns meses Cândida Almeida dirá que não há corrupção em Portugal.
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terça-feira, 9 de outubro de 2012
segunda-feira, 3 de setembro de 2012
Cândida Almeida e a falta de credibilidade da Justiça
Cândida Almeida que anda em campanha para ser Procuradora Geral da República, disse que os políticos portugueses não são corruptos. Uma boa frase para reforçar essa mesma campanha.
Porém, o que desagrada aos portugueses e retira credibilidade à Justiça é que a ideia que vigora é que os poderosos nunca são condenados. Assistimos a um vai-vem de idas a DIAP`s e outros organismos, fazem-se umas medidas de coacção, mas os processos duram anos, prescrevem e nunca há culpados, por isso é que a senhora talvez diga que os políticos não são corruptos.
Os fracos são presos e condenados, os poderosos, por diversas conivências, toureiam a Justiça e ofendem os portugueses. E isso é que tem de acabar.
Porém, o que desagrada aos portugueses e retira credibilidade à Justiça é que a ideia que vigora é que os poderosos nunca são condenados. Assistimos a um vai-vem de idas a DIAP`s e outros organismos, fazem-se umas medidas de coacção, mas os processos duram anos, prescrevem e nunca há culpados, por isso é que a senhora talvez diga que os políticos não são corruptos.
Os fracos são presos e condenados, os poderosos, por diversas conivências, toureiam a Justiça e ofendem os portugueses. E isso é que tem de acabar.
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