Hoje em dia, felizmente, tenho bons sportinguistas que me dão sugestões, ideias e informações que podem ser úteis à família leonina.
Logo pela manhã ligaram-me para me contar o que aconteceu numa rádio e confesso que não sou grande frequentador deste meio de comunicação.
Carlos Barbosa falava - não sobre o Sporting, mas até aguardo uma sua intervenção sobre os tempos que passou no clube e a ideia que tem da actual direcção - a uma rádio sobre o processo que, em boa hora, o ACP colocou à governação de Sócrates por causa das SCUT`s. Durante a sua intervenção revelou aquilo que já indiciei em diversos posts:
Barbosa terá dito que quando foi à caixa do correio «esperava encontrar um relatório secreto de Rui Paulo Figueiredo». Esse é o problema. Tem-se falado muito de uns relatórios de um sr. Jorge Silva Carvalho, um dito espião que elaborou diversos relatórios, nomeadamente sobr Pinto Balsemão e Ricardo Costa. Uma lamentável prática pidesca de se tentar obter vantagens através de possíveis fraquezas e vida privada de outros.
Grave é que parece que isso também se passa no Sporting. No meu caso não terão muito sucesso pois sou um pequeno empresário impoluto e sou honesto e tenho carácter. E no cerne desta situação parece assim que estava este maçon da Loja Mercúrio.
Rui Paulo Figueiredo, por falta de solidariedade com um colega da direcção, ao semear notícias nos jornais contra ele, como eu denunciei, e por estas pretensas práticas - se assim acontecerem baseando-me nas palavras de Carlos Barbosa - não pode continuar no clube e os sócios devem exigir a sua demissão, que, aliás, já tarda há muito.
PS: Honra ao Carlos Barbosa, pessoa que critiquei diversas vezes, numa coisa. Julgo que quando Rui Paulo Figueiredo se tornou deputado, o antigo responsável da comunicação e marketing logo pediu que o maçon do PS saísse da direcção do clube, isso poderá estar em acta. Citando a Juve Leo mantenho: «maçons, lampiões e políticos rua» do Sporting.
Mostrar mensagens com a etiqueta Carlos Barbosa. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Carlos Barbosa. Mostrar todas as mensagens
quinta-feira, 31 de maio de 2012
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
A vergonhosa saída do sr. Carlos Barbosa do Sporting
Durante meses alertei sobre o que se passava no Sporting na área da Comunicação e Marketing. Responsável máximo pelo fracasso, incompetência e falta de visão: o sr. Carlos Barbosa.
Há pouco tempo, num post meu, pedi a demissão deste senhor e o despedimento da directora de comunicação. Já expliquei que não tenho nada contra ambos, nem os conheço pessoalmente, são apenas incompetentes e não podem estar no Sporting.
Por não ter disponibilidade profissional para ir trabalhar para o meu clube nos próximos anos, ainda mais livremente critiquei o que se passava e sempre com verdade e sustentado em questões técnicas e factuais.
O sr. Carlos Barbosa era um dos elos mais fracos desta direcção. Já ninguém o suportava e foi diversas vezes questionado pelos paupérrimos resultados, pelos próprios colegas dos órgãos sociais, como também divulguei.
Então vamos a factos, como eu gosto:
1-O sr. Carlos Barbosa é bem o cartão de visita dos "baronetes" que durante anos deram à tona no Sporting, pareciam grandes prodígios e eram autênticos "bluffs". A recente história do Sporting está recheada destes embusteiros.
2-O sr. Carlos Barbosa, durante a campanha, foi a pessoa que mais insultou diversos sportinguistas e baixou o nível do debate. Barbosa foi um logro. Foi apresentado como o mago dos patrocínios e homem que iria revolucionar a comunicação (coisa de que nada percebe) e o marketing (onde colocou vários amigos da família bem pagos, uma prática condenável). Mas sabem porque foi um logro? Eu digo:
-Canal Sporting, uma promessa, ZERO.
-Novos contratos com patrocinadores, ZERO.
-Gameboxes, ele próprio reconheceu no Jornal do clube que falhou.
-Loja Verde, fraquíssima.
-Menos camarotes vendidos
-Merchandising ZERO
3-Hoje é dia 2 de Fevereiro, se bem se lembram, o mago dos patrocínios garantiu que o azul das camisolas, da TMN, era um assunto que estava resolvido até Janeiro. Naturalmente, como sempre, foi um logro e falhou.
4-Na negociação com a Puma foi ultrapassado, ele não queria a Puma, mas também não apresentou solução credível
5-E Comunicação, meus amigos! Sempre que o mago dos patrocínios abriu a boca saiu uma idiotice. Era que para o ano o nosso campeonto «era o Barcelona, o Real Madrid e o Ajax»; depois, ufanava-se das assistências em Alvalade como se o mérito fosse dele e apelava aos sócios para irem ao estádio. O problema é que ele, o vice-presidente para a comunicação e marketing, não ia aos jogos. Lamentável.
6-Depois a escolha, da sua única e exclusiva responsbilidade, da directora de comunicação do Grupo Sporting. Um cargo de elevada responsabilidade, pois sabemos que o Sporting nesta área é há muitos anos débil, não tem poder, não tem influência e não é temido. Escolheu uma jovem repórter da TVI, inexperiente em assuntos de comunicação onde nunca trabalhou (pois não é a mesma coisa ser jornalista ou assessor/consultor de comunicação), sem força, sem credibilidade, sem talento. Pode ser muito boa rapariga, mas não tem competência para o cargo, como, de imediato, chamei a atenção e o tempo me veio dar razão.
7-E duas histórias dele para o anedotário sportinguista: quando o Sporting jogou com o Olhanense, o nosso Wilson Eduardo marcou. Ele não sabia quem era, nem que era jogador do Sporting, uma idiotice; foi uma vez ao futsal e pergunta a quem o acompanhava: «onde estão as tabelas? no meu tempo o futebol de salão tinha tabelas». Estão a rir-se agora, mas é triste.
O sr. Carlos Barbosa saiu do Sporting, que nunca conheceu nem conhece, mas andou a pavonear-se com o título de vice do Sporting. Deixo-lhe duas notas finais: se acha que a directora de comunicação que escolheu era assim tão competente, por uma questão de carácter e coerência, tenho a certeza que a irá convidar para o ACP. Era o único bom serviço que prestaria, em meses, ao Sporting; e desejo-lhe as maiores felicidades para continuar a trabalhar no assunto que percebe...reboques. No Sporting, paz à sua alma, de onde sai vergonhosamente sem honra nem glória.
Há pouco tempo, num post meu, pedi a demissão deste senhor e o despedimento da directora de comunicação. Já expliquei que não tenho nada contra ambos, nem os conheço pessoalmente, são apenas incompetentes e não podem estar no Sporting.
Por não ter disponibilidade profissional para ir trabalhar para o meu clube nos próximos anos, ainda mais livremente critiquei o que se passava e sempre com verdade e sustentado em questões técnicas e factuais.
O sr. Carlos Barbosa era um dos elos mais fracos desta direcção. Já ninguém o suportava e foi diversas vezes questionado pelos paupérrimos resultados, pelos próprios colegas dos órgãos sociais, como também divulguei.
Então vamos a factos, como eu gosto:
1-O sr. Carlos Barbosa é bem o cartão de visita dos "baronetes" que durante anos deram à tona no Sporting, pareciam grandes prodígios e eram autênticos "bluffs". A recente história do Sporting está recheada destes embusteiros.
2-O sr. Carlos Barbosa, durante a campanha, foi a pessoa que mais insultou diversos sportinguistas e baixou o nível do debate. Barbosa foi um logro. Foi apresentado como o mago dos patrocínios e homem que iria revolucionar a comunicação (coisa de que nada percebe) e o marketing (onde colocou vários amigos da família bem pagos, uma prática condenável). Mas sabem porque foi um logro? Eu digo:
-Canal Sporting, uma promessa, ZERO.
-Novos contratos com patrocinadores, ZERO.
-Gameboxes, ele próprio reconheceu no Jornal do clube que falhou.
-Loja Verde, fraquíssima.
-Menos camarotes vendidos
-Merchandising ZERO
3-Hoje é dia 2 de Fevereiro, se bem se lembram, o mago dos patrocínios garantiu que o azul das camisolas, da TMN, era um assunto que estava resolvido até Janeiro. Naturalmente, como sempre, foi um logro e falhou.
4-Na negociação com a Puma foi ultrapassado, ele não queria a Puma, mas também não apresentou solução credível
5-E Comunicação, meus amigos! Sempre que o mago dos patrocínios abriu a boca saiu uma idiotice. Era que para o ano o nosso campeonto «era o Barcelona, o Real Madrid e o Ajax»; depois, ufanava-se das assistências em Alvalade como se o mérito fosse dele e apelava aos sócios para irem ao estádio. O problema é que ele, o vice-presidente para a comunicação e marketing, não ia aos jogos. Lamentável.
6-Depois a escolha, da sua única e exclusiva responsbilidade, da directora de comunicação do Grupo Sporting. Um cargo de elevada responsabilidade, pois sabemos que o Sporting nesta área é há muitos anos débil, não tem poder, não tem influência e não é temido. Escolheu uma jovem repórter da TVI, inexperiente em assuntos de comunicação onde nunca trabalhou (pois não é a mesma coisa ser jornalista ou assessor/consultor de comunicação), sem força, sem credibilidade, sem talento. Pode ser muito boa rapariga, mas não tem competência para o cargo, como, de imediato, chamei a atenção e o tempo me veio dar razão.
7-E duas histórias dele para o anedotário sportinguista: quando o Sporting jogou com o Olhanense, o nosso Wilson Eduardo marcou. Ele não sabia quem era, nem que era jogador do Sporting, uma idiotice; foi uma vez ao futsal e pergunta a quem o acompanhava: «onde estão as tabelas? no meu tempo o futebol de salão tinha tabelas». Estão a rir-se agora, mas é triste.
O sr. Carlos Barbosa saiu do Sporting, que nunca conheceu nem conhece, mas andou a pavonear-se com o título de vice do Sporting. Deixo-lhe duas notas finais: se acha que a directora de comunicação que escolheu era assim tão competente, por uma questão de carácter e coerência, tenho a certeza que a irá convidar para o ACP. Era o único bom serviço que prestaria, em meses, ao Sporting; e desejo-lhe as maiores felicidades para continuar a trabalhar no assunto que percebe...reboques. No Sporting, paz à sua alma, de onde sai vergonhosamente sem honra nem glória.
quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
Eduardo Barroso e o sr. Carlos Barbosa
Começo pelo segundo, que é quase irrelevante. O sr. Carlos Barbosa deu uma entrevista ao Jornal do Sporting. Em termos de objectivo, é uma entrevista comercial.
Com ela tenta apelar aos adeptos para que comprem a Gamebox2. Quanto ao propósito não critico, mas tenho de criticar três coisas:
1- «Já não há razão para que o verdadeiro sportinguista não venha a Alvalade ver o seu querido Sporting», diz. Então pergunto: por que é que tão poucas vezes ele no dia-a-dia vai a Alvalade e por que é que falta a tantos jogos?
2- «Vendemos mais de 25 mil gameboxes, não conseguindo vender mais», diz. Pergunto: reconhece então que, como anunciado mago do marketing e dos patrocínios, falhou? Já agora: falhou também nos patrocínios, camarotes, Comunicação, Loja Verde e Canal Sporting. São muitos falhanços, numa empresa normal era despedido.
3- «O rendimento desportivo está a ser excepcional, também o trabalho a nível comercial, de comunicação e de marketing está a ser excepcional». Quanto ao rendimento desportivo concordo. Nas restantes alíneas fica-lhe mal tentar ser juíz em causa própria, pois, como é reconhecido por quase todos, o trabalho tem sido medíocre.
Eduardo Barroso é um grande sportinguista e tenho respeito por ele. Só considero, às vezes, o seu estilo caricato, mas é uma questão de estilo.
Ontem, muitos sportinguistas reagiram bem a uma intervenção de Pinto da Costa sobre a arbitragem. Fizeram-no nos seus espaços nas redes sociais, com as condições que dispõem.
É bonito de ver o presidente da AG, que representa todos os sportinguistas, seguir e sentir esse pulsar leonino e reagir hoje energicamente e com categoria contra o presidente do Porto: «quando Pinto da Costa espirra, os árbitros constipam-se». Representou todos os adeptos, agradeço-lhe a sua intervenção.
Com ela tenta apelar aos adeptos para que comprem a Gamebox2. Quanto ao propósito não critico, mas tenho de criticar três coisas:
1- «Já não há razão para que o verdadeiro sportinguista não venha a Alvalade ver o seu querido Sporting», diz. Então pergunto: por que é que tão poucas vezes ele no dia-a-dia vai a Alvalade e por que é que falta a tantos jogos?
2- «Vendemos mais de 25 mil gameboxes, não conseguindo vender mais», diz. Pergunto: reconhece então que, como anunciado mago do marketing e dos patrocínios, falhou? Já agora: falhou também nos patrocínios, camarotes, Comunicação, Loja Verde e Canal Sporting. São muitos falhanços, numa empresa normal era despedido.
3- «O rendimento desportivo está a ser excepcional, também o trabalho a nível comercial, de comunicação e de marketing está a ser excepcional». Quanto ao rendimento desportivo concordo. Nas restantes alíneas fica-lhe mal tentar ser juíz em causa própria, pois, como é reconhecido por quase todos, o trabalho tem sido medíocre.
Eduardo Barroso é um grande sportinguista e tenho respeito por ele. Só considero, às vezes, o seu estilo caricato, mas é uma questão de estilo.
Ontem, muitos sportinguistas reagiram bem a uma intervenção de Pinto da Costa sobre a arbitragem. Fizeram-no nos seus espaços nas redes sociais, com as condições que dispõem.
É bonito de ver o presidente da AG, que representa todos os sportinguistas, seguir e sentir esse pulsar leonino e reagir hoje energicamente e com categoria contra o presidente do Porto: «quando Pinto da Costa espirra, os árbitros constipam-se». Representou todos os adeptos, agradeço-lhe a sua intervenção.
Etiquetas:
Carlos Barbosa,
Eduardo Barroso,
Rui Calafate,
Sporting
quarta-feira, 26 de outubro de 2011
Um recado ao Sr. Carlos Barbosa
Ontem fiquei estarrecido quando espreito um jornal desportivo on line e deparo com comentários do sr. Carlos Barbosa sobre o momento da equipa de futebol.
Um momento que não é dele, é um momento do Presidente, do treinador, dos jogadores e sobretudo dos adeptos. Mas a nível comunicacional, nunca nenhuma outra criatura tem de aparecer para tentar colher louros que não merece.
Se alguém na direcção tem pruridos, eu ajudo: Sr. Carlos Barbosa, por que não se cala?
Este vice-presidente disse que os adeptos estavam «carentes». Eu acrescento:
Estavam carentes de ter uma direcção que não fosse o desastre de José Eduardo Bettencourt.
Estavam carentes de ter um bom treinador que montasse uma equipa com qualidade e bom futebol.
Estavam carentes de ter bons jogadores e não a miséria da época transacta.
Mas há algo de que os sportinguistas não estão carentes: é das aves-raras, dos pavões, das figurinhas que querem aparecer à força e que logo surgem quando os resultados são bons, como o fez ontem lamentavelmente o sr. Carlos Barbosa. Disto os sócios e adeptos estão fartos e querem dizer BASTA!
Confesso que, quando vi a foto do sr. Carlos Barbosa, julgava que ele vinha confirmar o pedido de demissão que apresentou na semana passada, depois de uma acalorada troca de palavras numa reunião com membros da direcção, depois de ter sido confrontado com os seus paupérrimos resultados na área comercial (sem falar da comunicação, onde a sua escolha omnisciente e exclusiva se revelou um desastre). No entanto, depois de ameaçar a demissão voltou atrás.
O facto, como já o tinha referido noutro post, é que Carlos Barbosa foi vendido como um mago da comunicação. Mas não é, teve a sorte de vender um título (o Correio da Manhã) que cresceu fruto da visão de um grande homem da comunicação chamado Vitor Direito. Barbosa é uma nulidade comunicacional, como o provaram as suas duas últimas intervenções públicas.
Foi vendido como um mago na angariação de patrocínios e na área do sponsorship, mas provavelmente deve ter gasto todos os atributos ao serviço do ACP. Pois os próprios colegas da direcção, onde só Godinho Lopes o suporta, sabem bem o fracasso dos seus números.
Mas mais grave, expliquem-me se forem capazes. Como é que o vice-presidente para a comunicação e marketing de um grande clube, não está presente pelo menos nos jogos da equipa em Alvalade? Então gasta, em permutas, em campanhas de publicidade e quer o regresso dos adeptos ao estádio e não dá o exemplo???
É que se não tem disponibilidade para o Sporting, se faz o favor, saia! O sr. Carlos Barbosa é o elo mais fraco desta direcção e os números falam por si. Sabemos que está muito fragilizado internamente, mas faça o favor de não se aproveitar dos resultados que não são seus.
Agora, fala o Presidente, o treinador e os jogadores, se ninguém tem coragem de o dizer, eu repito: Sr. Carlos Barbosa faça o favor de se calar! E se quiser apresentar a demissão como ameaçou na semana passada, garanto-lhe que vai dar uma enorme alegria aos sportinguistas.
Um momento que não é dele, é um momento do Presidente, do treinador, dos jogadores e sobretudo dos adeptos. Mas a nível comunicacional, nunca nenhuma outra criatura tem de aparecer para tentar colher louros que não merece.
Se alguém na direcção tem pruridos, eu ajudo: Sr. Carlos Barbosa, por que não se cala?
Este vice-presidente disse que os adeptos estavam «carentes». Eu acrescento:
Estavam carentes de ter uma direcção que não fosse o desastre de José Eduardo Bettencourt.
Estavam carentes de ter um bom treinador que montasse uma equipa com qualidade e bom futebol.
Estavam carentes de ter bons jogadores e não a miséria da época transacta.
Mas há algo de que os sportinguistas não estão carentes: é das aves-raras, dos pavões, das figurinhas que querem aparecer à força e que logo surgem quando os resultados são bons, como o fez ontem lamentavelmente o sr. Carlos Barbosa. Disto os sócios e adeptos estão fartos e querem dizer BASTA!
Confesso que, quando vi a foto do sr. Carlos Barbosa, julgava que ele vinha confirmar o pedido de demissão que apresentou na semana passada, depois de uma acalorada troca de palavras numa reunião com membros da direcção, depois de ter sido confrontado com os seus paupérrimos resultados na área comercial (sem falar da comunicação, onde a sua escolha omnisciente e exclusiva se revelou um desastre). No entanto, depois de ameaçar a demissão voltou atrás.
O facto, como já o tinha referido noutro post, é que Carlos Barbosa foi vendido como um mago da comunicação. Mas não é, teve a sorte de vender um título (o Correio da Manhã) que cresceu fruto da visão de um grande homem da comunicação chamado Vitor Direito. Barbosa é uma nulidade comunicacional, como o provaram as suas duas últimas intervenções públicas.
Foi vendido como um mago na angariação de patrocínios e na área do sponsorship, mas provavelmente deve ter gasto todos os atributos ao serviço do ACP. Pois os próprios colegas da direcção, onde só Godinho Lopes o suporta, sabem bem o fracasso dos seus números.
Mas mais grave, expliquem-me se forem capazes. Como é que o vice-presidente para a comunicação e marketing de um grande clube, não está presente pelo menos nos jogos da equipa em Alvalade? Então gasta, em permutas, em campanhas de publicidade e quer o regresso dos adeptos ao estádio e não dá o exemplo???
É que se não tem disponibilidade para o Sporting, se faz o favor, saia! O sr. Carlos Barbosa é o elo mais fraco desta direcção e os números falam por si. Sabemos que está muito fragilizado internamente, mas faça o favor de não se aproveitar dos resultados que não são seus.
Agora, fala o Presidente, o treinador e os jogadores, se ninguém tem coragem de o dizer, eu repito: Sr. Carlos Barbosa faça o favor de se calar! E se quiser apresentar a demissão como ameaçou na semana passada, garanto-lhe que vai dar uma enorme alegria aos sportinguistas.
domingo, 28 de agosto de 2011
Sporting: como não se deve fazer uma conferência de imprensa
Até a mim às vezes se torna maçador falar destes assuntos. Mas é uma pena que a comunicação do Sporting seja um "case-study» de como não se deve trabalhar em comunicação, pois o amadorismo é gritante.
Peço que vejam as imagens da apresentação do novo reforço, bom jogador, Insúa. E peço que vejam o post-scriptum.
1- Nenhuma conferência de imprensa arranca sem que as suas condições técnicas sejam verificadas com antecedência. É muito giro aparecer no palco ao lado de um dirigente e de um jogador, mas convinha que um tempo antes se testassem as condições técnicas do auditório. Lembram-se quando Sócrates foi apanhado pelas televisões quando testava antes de entrar num directo? Pois meus amigos, isso é profissional. Preparar com antecedência para que nada falhe no directo. Daí aqueles problemas de áudio registados e eram evitáveis como podem ver nas imagens.
2- Ter o guião das coisas, se não consegue memorizar que escreva num papel. Passa pela cabeça que se tenha esquecido que era Carlos Freitas o primeiro a falar e a apresentar o jogador antes das perguntas dos jornalistas? As desculpas evitam-se por isso é ridículo pedir desculpa pelo esquecimento como podem ver pelas imagens.
3- Quem dá a cara numa conferência de imprensa é o centro da mensagem. Quem está ao lado deve estar de forma mais estática sem fazer «ruído» para não desviar a atenção. Passar uma conferência de imprensa a enviar sms é falta de respeito por quem está a falar. Se tem de trabalhar, sai do palco. Mas se forem ver a conferência de imprensa de Godinho Lopes sobre a arbitragem foi muito pior. O advogado ao lado estava sempre a mascar pastilha e a directora de comunicação na maior parte do tempo a enviar sms.
É com muita pena que escrevo isto, mas espero que seja utilizado como lição prática para o futuro e que a senhora aprenda. Já todos viram o óbvio, menos o único responsável pela sua contratação que foi o sr. Carlos Barbosa.
Basta fazer um telefonema em caso de dúvida que há sportinguistas que andam no universo da comunicação há muitos anos e que podem ajudar nos momentos difíceis. Agora, nos momentos fáceis era importante que o Sporting não passasse a imagem de amadorismo a que infelizmente nos tem habituado.
PS: E há outro pormenor importante que vai para além de uma análise técnica: aquele momento da conferência de imprensa a mandar calar os sócios é que também não me agrada nada. É bom que se lembre que quem lhe paga o salário não é quem a escolheu. São os sócios com as quotas e o seu amor ao clube. Os sócios do Sporting sabem manter o silêncio e o respeito não precisam de ser mandados calar.
Peço que vejam as imagens da apresentação do novo reforço, bom jogador, Insúa. E peço que vejam o post-scriptum.
1- Nenhuma conferência de imprensa arranca sem que as suas condições técnicas sejam verificadas com antecedência. É muito giro aparecer no palco ao lado de um dirigente e de um jogador, mas convinha que um tempo antes se testassem as condições técnicas do auditório. Lembram-se quando Sócrates foi apanhado pelas televisões quando testava antes de entrar num directo? Pois meus amigos, isso é profissional. Preparar com antecedência para que nada falhe no directo. Daí aqueles problemas de áudio registados e eram evitáveis como podem ver nas imagens.
2- Ter o guião das coisas, se não consegue memorizar que escreva num papel. Passa pela cabeça que se tenha esquecido que era Carlos Freitas o primeiro a falar e a apresentar o jogador antes das perguntas dos jornalistas? As desculpas evitam-se por isso é ridículo pedir desculpa pelo esquecimento como podem ver pelas imagens.
3- Quem dá a cara numa conferência de imprensa é o centro da mensagem. Quem está ao lado deve estar de forma mais estática sem fazer «ruído» para não desviar a atenção. Passar uma conferência de imprensa a enviar sms é falta de respeito por quem está a falar. Se tem de trabalhar, sai do palco. Mas se forem ver a conferência de imprensa de Godinho Lopes sobre a arbitragem foi muito pior. O advogado ao lado estava sempre a mascar pastilha e a directora de comunicação na maior parte do tempo a enviar sms.
É com muita pena que escrevo isto, mas espero que seja utilizado como lição prática para o futuro e que a senhora aprenda. Já todos viram o óbvio, menos o único responsável pela sua contratação que foi o sr. Carlos Barbosa.
Basta fazer um telefonema em caso de dúvida que há sportinguistas que andam no universo da comunicação há muitos anos e que podem ajudar nos momentos difíceis. Agora, nos momentos fáceis era importante que o Sporting não passasse a imagem de amadorismo a que infelizmente nos tem habituado.
PS: E há outro pormenor importante que vai para além de uma análise técnica: aquele momento da conferência de imprensa a mandar calar os sócios é que também não me agrada nada. É bom que se lembre que quem lhe paga o salário não é quem a escolheu. São os sócios com as quotas e o seu amor ao clube. Os sócios do Sporting sabem manter o silêncio e o respeito não precisam de ser mandados calar.
Etiquetas:
Carlos Barbosa,
Comunicação,
Marca Sporting,
Rui Calafate
terça-feira, 23 de agosto de 2011
"Lição" de comunicação para a directora de comunicação do Sporting
Escrevo de forma pedagógica e construtiva, com alguma experiência, para que a directora de comunicação do Sporting possa aprender com esta singela contribuição como se faz comunicação, vou dividir por pontos.
1- Primeiro factor e o mais importante. A pessoa com quem trabalhamos tem de confiar plenamente em nós, para que a nossa palavra seja a decisiva nos territórios da comunicação. Tem de se criar uma relação de dependência para que a nossa posição seja incontestada e a nossa opinião a mais válida. Isto é uma regra na comunicação política, institucional, de produto, nos clubes ou numa gestão de crise.
2- Conhecer o universo onde nos movemos, não só os media tradicionais mas também os "new media", porque é aí, por exemplo, que sentimos a temperatura e o pulsar diário da família sportinguista. Além disto é preciso conhecer "mundo", ter cultura abrangente e é tão importante saber quem é o Rinaudo como o Michelangelo Antonioni, Tolstoi ou Vermeer (um realizador de cinema, um grande escritor e um enorme pintor, por exemplo). Quanto mais abrangente o conhecimento do universo mediático, melhor estamos preparados para o 3º ponto.
3- Escolher o momento, sentir o pulsar das coisas e comandar o momento, dominar a agenda mediática. Porque há timings e timings.
4- Convencer a pessoa com quem trabalhamos de que é este o momento de surgir e depois construir a mensagem. Nós devemos fazer o "soundbyte" e construir o conteúdo da mensagem que deve ser simples e eficaz, pois torna-se mais contundente.
5- Se optarmos pela Lusa, o melhor meio para massificar a mensagem sem ofender nenhum jornal ou meio em particular, escolher a hora certa para que os on-lines apanhem a mensagem.
6- Agarrar no telemóvel e mandar um sms para os meios que nos acompanham chamando a atenção para o soundbyte criado. Isso é a parte de assessoria mediática pura.
7- À tarde quando vemos o nosso trabalho nos on-lines e na manhã seguinte nos jornais, rádios ou tv`s sentimos a nossa missão cumprida. É giro trabalhar em comunicação.
Mas para isso temos de ser credíveis, mais temidos do que amados, e respeitados pelos jornalistas com quem trabalhamos, quando isso não acontece meu amigo, mais vale pôr a viola no saco. Pois quando for o caso de termos de dar a cara - imaginem numa conferência de imprensa dura contra os árbitros - sermos credíveis na mensagem que propagamos.
Infelizmente a actual directora de comunicação do Sporting não tem os 7 pontos atrás adiantados e não tem força mediática junto dos meios. É uma pena, mas tinha-o dito quando foi escolhida. Nada me move contra ela mas há coisas que são gritantes e espero que possa aprender alguma coisa com este meu contributo.
Confesso-lhes que o maior culpado é o sr. Carlos Barbosa (não sei se já voltou das férias na croácia) que a escolheu, ela é jovem e pode evoluir na sua carreira. É o que sinceramente desejo.
1- Primeiro factor e o mais importante. A pessoa com quem trabalhamos tem de confiar plenamente em nós, para que a nossa palavra seja a decisiva nos territórios da comunicação. Tem de se criar uma relação de dependência para que a nossa posição seja incontestada e a nossa opinião a mais válida. Isto é uma regra na comunicação política, institucional, de produto, nos clubes ou numa gestão de crise.
2- Conhecer o universo onde nos movemos, não só os media tradicionais mas também os "new media", porque é aí, por exemplo, que sentimos a temperatura e o pulsar diário da família sportinguista. Além disto é preciso conhecer "mundo", ter cultura abrangente e é tão importante saber quem é o Rinaudo como o Michelangelo Antonioni, Tolstoi ou Vermeer (um realizador de cinema, um grande escritor e um enorme pintor, por exemplo). Quanto mais abrangente o conhecimento do universo mediático, melhor estamos preparados para o 3º ponto.
3- Escolher o momento, sentir o pulsar das coisas e comandar o momento, dominar a agenda mediática. Porque há timings e timings.
4- Convencer a pessoa com quem trabalhamos de que é este o momento de surgir e depois construir a mensagem. Nós devemos fazer o "soundbyte" e construir o conteúdo da mensagem que deve ser simples e eficaz, pois torna-se mais contundente.
5- Se optarmos pela Lusa, o melhor meio para massificar a mensagem sem ofender nenhum jornal ou meio em particular, escolher a hora certa para que os on-lines apanhem a mensagem.
6- Agarrar no telemóvel e mandar um sms para os meios que nos acompanham chamando a atenção para o soundbyte criado. Isso é a parte de assessoria mediática pura.
7- À tarde quando vemos o nosso trabalho nos on-lines e na manhã seguinte nos jornais, rádios ou tv`s sentimos a nossa missão cumprida. É giro trabalhar em comunicação.
Mas para isso temos de ser credíveis, mais temidos do que amados, e respeitados pelos jornalistas com quem trabalhamos, quando isso não acontece meu amigo, mais vale pôr a viola no saco. Pois quando for o caso de termos de dar a cara - imaginem numa conferência de imprensa dura contra os árbitros - sermos credíveis na mensagem que propagamos.
Infelizmente a actual directora de comunicação do Sporting não tem os 7 pontos atrás adiantados e não tem força mediática junto dos meios. É uma pena, mas tinha-o dito quando foi escolhida. Nada me move contra ela mas há coisas que são gritantes e espero que possa aprender alguma coisa com este meu contributo.
Confesso-lhes que o maior culpado é o sr. Carlos Barbosa (não sei se já voltou das férias na croácia) que a escolheu, ela é jovem e pode evoluir na sua carreira. É o que sinceramente desejo.
Etiquetas:
Carlos Barbosa,
Conselho em comunicação,
Irene Palma,
Rui Calafate,
Sporting
sexta-feira, 19 de agosto de 2011
A comunicação do Sporting e a pressão de Godinho Lopes aos árbitros
Godinho Lopes reagiu 6 dias depois ao sucedido no jogo Sporting-Olhanense. Reagiu, e repito o verbo reagir porque não agiu, apenas reagiu, no seguimento da apresentação de um documento para melhorar a arbitragem.
Reagiu bem, mas tardiamente. Naquele sábado, no final do jogo, devia ter chamado os jornalistas e devia ter dito apenas isto: «Meus amigos, comigo a brincadeira com o Sporting Clube de Portugal acabou». A pressão seria forte e ancorada na imagem de Presidente do Sporting.
Depois, como já deve saber, e é fundamental, o trabalho de influência sobre os verdadeiros mecanismos que controlam o futebol deve ser realizado nas trevas. É no poder das trevas que se decidem os sortilégios do nosso campeonato e é nas trevas que se deve agir e aí contará com a preciosa colaboração de Luís Duque.
Mas falo da comunicação, das suas debilidades para me focar noutro aspecto. Em Abril de 2003 uma pessoa disse-me o seguinte: «Rui, assessores do possível há milhares, assessores do impossível contam-se pelos dedos das mãos».
O que eu quero dizer é que ser director de comunicação de um clube não é sentar-se ao lado treinador e dizer: «boa noite vai iniciar-se a conferência de imprensa» e no final dizer «boa noite, obrigado». Isso qualquer robot de baixa qualidade faz.
Um director de comunicação tem de conhecer o universo Sporting, conhecer os seus activos e promovê-los. Querem um exemplo: o melhor central do campeonato de sub 20 chama-se Nuno Reis. E é do Sporting, mas infelizmente alguns elementos não o sabem como também não sabiam que o Wilson Eduardo era emprestado ao Olhanense.
Hoje, e noutros dias, vejo notícias do Tiago Ferreira e do Roderick (espreitem o Correio da Manhã) e o central que é o pilar da equipa, juntamente com o avançado Nélson Oliveira, não aparece nas trutas blindadas com elevadas cláusulas de rescisão.
Um bom director de comunicação já teria o perfil do jogador feito, a sua história de vida, a sua ligação ao clube e as presenças em representação da nossa selecção. E sabem porquê? Porque é um activo do clube e devemos promovê-lo, bem como é inacreditável que não tenha sido chamado a estágio e merecia depois da sua magnífica prestação treinar com os seniores para Domingos o ver.
Auguro que o responsável de comunicação do clube - o sr. Carlos Barbosa que se encontra em gozo de férias na Croácia - nunca viu o Nuno Reis jogar, e além disso ele foi o único e exclusivo responsável pela contratação da directora de comunicação que é bonita, mas não tem experiência nem currículo para o cargo que desempenha e que ainda não percebeu que o Sporting é uma grande instituição, com activos que precisam de ser valorizados e promovidos e não um palco para a exibição dos seus deliciosos vestidos verdes.
Se lerem o meu post, e eu sei que lêem, agradecia que amanhã algum jornal desportivo trouxesse um perfil e merecido destaque para o Nuno Reis. O Sporting e a Marca Sporting agradecem.
Reagiu bem, mas tardiamente. Naquele sábado, no final do jogo, devia ter chamado os jornalistas e devia ter dito apenas isto: «Meus amigos, comigo a brincadeira com o Sporting Clube de Portugal acabou». A pressão seria forte e ancorada na imagem de Presidente do Sporting.
Depois, como já deve saber, e é fundamental, o trabalho de influência sobre os verdadeiros mecanismos que controlam o futebol deve ser realizado nas trevas. É no poder das trevas que se decidem os sortilégios do nosso campeonato e é nas trevas que se deve agir e aí contará com a preciosa colaboração de Luís Duque.
Mas falo da comunicação, das suas debilidades para me focar noutro aspecto. Em Abril de 2003 uma pessoa disse-me o seguinte: «Rui, assessores do possível há milhares, assessores do impossível contam-se pelos dedos das mãos».
O que eu quero dizer é que ser director de comunicação de um clube não é sentar-se ao lado treinador e dizer: «boa noite vai iniciar-se a conferência de imprensa» e no final dizer «boa noite, obrigado». Isso qualquer robot de baixa qualidade faz.
Um director de comunicação tem de conhecer o universo Sporting, conhecer os seus activos e promovê-los. Querem um exemplo: o melhor central do campeonato de sub 20 chama-se Nuno Reis. E é do Sporting, mas infelizmente alguns elementos não o sabem como também não sabiam que o Wilson Eduardo era emprestado ao Olhanense.
Hoje, e noutros dias, vejo notícias do Tiago Ferreira e do Roderick (espreitem o Correio da Manhã) e o central que é o pilar da equipa, juntamente com o avançado Nélson Oliveira, não aparece nas trutas blindadas com elevadas cláusulas de rescisão.
Um bom director de comunicação já teria o perfil do jogador feito, a sua história de vida, a sua ligação ao clube e as presenças em representação da nossa selecção. E sabem porquê? Porque é um activo do clube e devemos promovê-lo, bem como é inacreditável que não tenha sido chamado a estágio e merecia depois da sua magnífica prestação treinar com os seniores para Domingos o ver.
Auguro que o responsável de comunicação do clube - o sr. Carlos Barbosa que se encontra em gozo de férias na Croácia - nunca viu o Nuno Reis jogar, e além disso ele foi o único e exclusivo responsável pela contratação da directora de comunicação que é bonita, mas não tem experiência nem currículo para o cargo que desempenha e que ainda não percebeu que o Sporting é uma grande instituição, com activos que precisam de ser valorizados e promovidos e não um palco para a exibição dos seus deliciosos vestidos verdes.
Se lerem o meu post, e eu sei que lêem, agradecia que amanhã algum jornal desportivo trouxesse um perfil e merecido destaque para o Nuno Reis. O Sporting e a Marca Sporting agradecem.
Etiquetas:
Carlos Barbosa,
Comunicação,
Godinho Lopes,
Rui Calafate,
Sporting
domingo, 22 de maio de 2011
A saída de Duque do Sporting
Rude golpe na curta Presidência de Godinho Lopes. Luís Duque e Carlos Freitas foram dois dos seus trunfos principais para ganhar eleições.
Duque sabe de futebol, conhece as estruturas dirigentes do futebol português, sabe blindar um balneário e queria trabalhar em paz na construção do plantel.
Mas será a primeira vítima do que muitos chamaram a lista do «saco de gatos» na última disputa eleitoral. Senão vejamos, os motivos exibidos na comunicação social para a sua possível saída:
- Ontem, pelas minhas informações recolhidas, já tinha comentado num grupo sportinguista do Facebook que no cerne da decisão estava Nobre Guedes. Personagem que já devia ter saído de Alvalade e que nesta fase estava a fechar a torneira a possíveis contratações, o que bloquearia o trabalho de Duque.
- Depois, e já tinha dado essa "cacha" neste blog, Duque queria Couceiro fora do futebol profissional, passando a liderar a Academia do clube e despedindo Pedro Mil-Homens e Jean paul, personagens mal-quistas pelos adeptos e decisão que cairia bem no universo leonino.
- Por último, noutra informação que eu veiculei na altura, foi Carlos Barbosa e só ele quem escolheu a nova directora de comunicação do Sporting, que não tem perfil, currículo, nem experiência para um cargo tão importante, como já escrevi. Duque também achou um lamentável erro e um tiro no pé.
São estes três factores que ditaram a possível saída de Duque. Por um lado fico satisfeito pois tudo o que tenho escrito está correcto e é informação verídica, mas fico preocupado pois começamos a preparação da época com uma perda lamentável e com um Sporting enfraquecido e já com sinais de divisão.
Duque sabe de futebol, conhece as estruturas dirigentes do futebol português, sabe blindar um balneário e queria trabalhar em paz na construção do plantel.
Mas será a primeira vítima do que muitos chamaram a lista do «saco de gatos» na última disputa eleitoral. Senão vejamos, os motivos exibidos na comunicação social para a sua possível saída:
- Ontem, pelas minhas informações recolhidas, já tinha comentado num grupo sportinguista do Facebook que no cerne da decisão estava Nobre Guedes. Personagem que já devia ter saído de Alvalade e que nesta fase estava a fechar a torneira a possíveis contratações, o que bloquearia o trabalho de Duque.
- Depois, e já tinha dado essa "cacha" neste blog, Duque queria Couceiro fora do futebol profissional, passando a liderar a Academia do clube e despedindo Pedro Mil-Homens e Jean paul, personagens mal-quistas pelos adeptos e decisão que cairia bem no universo leonino.
- Por último, noutra informação que eu veiculei na altura, foi Carlos Barbosa e só ele quem escolheu a nova directora de comunicação do Sporting, que não tem perfil, currículo, nem experiência para um cargo tão importante, como já escrevi. Duque também achou um lamentável erro e um tiro no pé.
São estes três factores que ditaram a possível saída de Duque. Por um lado fico satisfeito pois tudo o que tenho escrito está correcto e é informação verídica, mas fico preocupado pois começamos a preparação da época com uma perda lamentável e com um Sporting enfraquecido e já com sinais de divisão.
Etiquetas:
Carlos Barbosa,
Godinho Lopes,
José Couceiro,
Luis Duque,
Rui Calafate,
Sporting
Subscrever:
Mensagens (Atom)
