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segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Eu não quero Carlos Queiroz no Sporting

A direcção do Sporting vai em breve tornar público o grupo de investidores que poderá comprar a SAD. Apresentá-los-á à maneira de Luis XIV, «ou eu ou o dilúvio».

Isto é, ou entram os 100 milhões agora dos investidores ou o Sporting tem de fechar portas. Eu não sou de cenários catastrofistas, por isso não acredito que o Sporting feche as portas. O meu clube precisa é de liderança - algo que neste momento não existe - e boa gestão com renegociação da dívida à banca.

Corre em Liboa que os investidores exigem Carlos Queiroz a coordenar todo o futebol do Sporting. Eu não sou contra a venda da SAD e abertura a investidores, mas não quero este senhor Carlos Queiroz no Sporting. Porque, para mim, Queiroz só há um...o Eça.

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Cristiano Ronaldo desfaz Queiroz

Basta ler o título da notícia para saber como se responde a um idiota. E parabéns a esse grande produto das escolas do Sporting Clube de Portugal e uma das Marcas portuguesas de maior notoriedade internacional.

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Este Queiroz é uma vergonha

Quando era treinador do Sporting, já lá vão muitos anos, escrevi no Semanário: «Queiroz só há um o Eça».

Um treinador medroso, cheio de complexos, que nunca soube falar com os jogadores e que perdeu com o tempo todo o capital de prestígio que tinha.

Cada vez que abre a boca é um desastre. As últimas declarações têm sido lamentáveis. Hoje, aqui, diz que votará Messi para melhor do mundo. Nem percebe que o orgulho nacional de vez em quando precisa de ser acarinhado.

E o que é preocupante é que o seu conselheiro de comunicação tem andado muito em Alvalade junto de Godinho Lopes e nem é sportinguista. Isso ainda é mais preocupante.

sábado, 26 de março de 2011

Um triste Queiroz

Fui o primeiro a escrever em 1996 que «Queiroz só há um, o Eça». E o tempo tem vindo a dar razão.

Carlos Queiroz devia sair de cena e descansar. Neste momento é uma pessoa que suscita antipatia entre os portugueses.

primeiro foi Deco, depois graves suspeitas sobre Liedson e ontem as tristes declarações sobre Pepe, a linguagem e o estilo foram lamentáveis.

Para zelar pelo seu passado devia estar calado.

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Selecção perdeu o norte e um patrocínio

Foi uma lástima, já habitual com Carlos Queiroz, o que se passou na Noruega. Lá voltamos às contas com a calculadora na mão em fases de qualificação.

A nossa selecção perdeu a alma e liderança. perdeu apoio popular e naturalmente muitos patrocinadores estudam se vale a pena continuar ligados a este drama diário de que madaíl tem muita culpa por não ter demitido de imediato o treinador após a África do Sul.

Vejo a notícia do Briefing e com mágoa vejo a Samsung a abandonar o barco. É um sinal. E o sinal mais evidente foram as, apenas, 9 mil pessoas que estiveram em Guimarães com Chipre.

Um problema grave de comunicação para a Federação que a empresa ligada a Madaíl que cuida dela tem de resolver. Empresa da Federação ligada a madaíl, repito para não haver dúvidas.

sábado, 4 de setembro de 2010

A selecção de Queiroz

Um resultado de 4-4 com Chipre é mau de mais para ser verdade. E o responsável é carlos Queiroz que como as imagens demonstraram comandou a equipa através da tribuna.

A manchete da Bola diz tudo: «Não gozem mais com o povo». E esse povo, que confiava na selecção, hoje não acredita nela.

Queiroz já devia ter saído da selecção. Não por este triste processo, mas por ser mau treinador e um líder pífio.

Os portugueses que tinham uma ligação forte com a selecção já não confiam nela. Queiroz trouxe o seu medo, o seu "karma", a sua fragilidade psicológica para esta equipa.

E para lá do rsultado medíocre de ontem, uma nota muito relevante para o que digo: ontem, em Guimarães, terra que enche o estádio para ver o seu Vitória, só estiveram 9 mil portugueses. Uma assistência digna de equipa de sub-21.

Queiroz tem de sair já. Já provou que não serve e a nossa selecção perdeu valor e força.

PS: Ontem Portugal perdeu um bom homem, o Bom Gigante. Ver o golo de carlos Manuel em Estufarda, quando José Torres era treinador, ou rever imagens da sua carreira e do Mundial de 1966 é relembrar os tempos em que os portugueses vibravam com a selecção.

domingo, 11 de julho de 2010

A vitória de Espanha e coisas do Mundial

Era a vitória mais esperada, da melhor equipa do mundo. Foi a vitória de Johan Cruyff e de D. Vicente del Bosque.

Como escreveu bem Luís Freitas Lobo, «se Cruyff nunca tivesse passado (e ficado) por Barcelona esta Espanha nunca existiria».

De D. Vicente, o homem patusco, discreto, que não gosta das luzes da ribalta, e que (apenas) soube explorar o melhor dos seus jogadores. Ele disse: «foi a vitória de todos e 50 dias de trabalho felizes e sem problemas no grupo». Pois...

D. Vicente e Queiroz treinaram os «galácticos» em Madrid. O espanhol ganhou tudo o que havia a ganhar, Queiroz nada.

D. Vicente, apesar de vários egos entre os 23 espanhóis uniu o grupo e tranquilizou o seu país. Queiroz teve Nani, Deco, Ronaldo e cada vez que falava irritava e fragilizava a ambição portuguesa.

Não foi um bom Mundial. Saudar Uruguai e Alemanha também. Foi o Campeonato das horríveis Vuvuzelas e do ridículo dos directos de um polvo que adivinhava resultados.

Mas a FIFA bateu recordes, de facturação e notoriedade e a sua comunicação foi boa. Parece que não houve problemas na África do Sul, apesar de os haver todos os dias por lá.

Os comentários por cá - com a excepção de Carlos manuel que dizia mais de 100 vezes por jogo a expressão "pouquinho" e Luis martins a mesma 50 vezes - foram bons.

Destaque para o «À noite o Mundial», um bom programa com a loucura saudável e sempre a funcionar nas redes sociais de Álvaro Costa.

sexta-feira, 9 de julho de 2010

A «porcaria» de Queiroz

Quem hoje vê a primeira página do SOL sente algo de estranho com o ataque de Carlos Queiroz a Gilberto Madaíl e à Federação.

Faz lembrar o famoso discurso da «porcaria» que um dia proferiu quando falhou uma qualificação.

O mundo da comunicação às vezes tem coisas estranhas. No jornal lê-se que ele atacou os «amadores da federação» e só depois das férias decidirá se mudará a equipa técnica.

Assim sendo, tínhamos de volta o discurso da «porcaria» de volta e o próprio reconhecimento de que Queiroz se achava num pedestal. Pois os amadores eram da Federação e da sua equipa técnica.

Porém, Queiroz já se defendeu dizendo que nunca disse aquilo e atacando violentamente o jornalista que dá estampa ás declarações inexistentes.

Não há duas verdades. A verdade é só uma. Quando se fala em versões da verdade é porque alguém é mentiroso.

O certo é que no campo da comunicação Queiroz é uma desgraça. Nunca percebeu bem a pressão e o mundo mediático que acompanha as coisas da bola.

A outra certeza é que o povo português, no geral, não o suporta. Só alguns comentadores que pouco percebem de futebol, mas que falam nas tribunas televisivas, é que o defendem.

A última certeza é que Queiroz já devia ter posto o lugar à disposição. E não o fez.

terça-feira, 6 de julho de 2010

O filho de Ronaldo e as redes sociais

Se há quem duvida ainda da força das redes sociais, basta a notícia do filho de Cristiano Ronaldo para dizimar qualquer suspeita.

Foi através do twitter e facebook que o craque anunciou algo que despertou as atenções do mundo. Hoje, devem ser filas de papparazzi e jornalistas de revistas "del corazón" a averiguar quem é a mãe.

Eu não sei quem é a mãe, mas não deve ser conhecida, senão, já se sabia nesta altura. Ou «uma camareira num dia de loucura», como diz um amigo meu, ou uma barriga de aluguer como já se fala em Portugal e em Inglaterra.

Aqui, onde a imprensa de escãndalos é muito mais forte têm-se feito paralelismos com o caso de Ricky Martin, algo que o jogador terá de defender pois a sua imagem vale milhões para as marcas.

Ronaldo tem assente a sua comunicação nas declarações da Gestifute e a título pessoal através das redes sociais, que têm sido mais eficazes.

Apesar do valor da sua marca, em Espanha, a sua imagem e do clâ que sempre o acompanha é o de "hortero" (parolo). Está na altura de Ronaldo aprender com Figo e Rui Costa que construíram imagem com outra reputação. É o passo que Ronaldo terá de tomar.

Outro exemplo da força das redes sociais é o que vamos assistindo com a sua namorada linda de morrer Irina. Declarações de amor por ele e pelo bébé, etc. É que as redes sociais têm isto: são um canal forte de comunicação, de construção de reputação e ainda têm o lado de reality show que traz audiências.

PS: vejo a notícia que carlos Queiroz terá direito a 800 mil euros pela triste prestação portuguesa. Não sou contra prémios nem salários altos para bons gestores. Mas ele não foi bom gestor.

sexta-feira, 2 de julho de 2010

«O senhor que se segue»

Há quem não goste do arquitecto Saraiva, mas verdade seja dita sabe ler a atmosfera que paira no ar.

No seu editorial de hoje, vemos uma foto de Pedro Passos Coelho e o título: «o senhor que se segue».

E cria na sua escrita de traço simples e incisiva um poderoso soundbyte: «só se dispensa um Primeiro-Ministro (ou um namorado) quando se arranja outro melhor».

E fala que Pedro Passos tem de se dar a conhecer melhor, nomeadamente as suas opiniões sobre diversas àreas da governação. Sei que ele prepara essa intervenção com uma visão mais ampla dos diversos problemas e opções para Portugal.

PS: No mesmo Sol, José António Lima critica a perpetuação de Queiroz como seleccionador, dizendo que se prepara para ser o Domenech português. Aqui discordo; o francês é maluco e incompetente como seleccionador, Queiroz é apenas incompetente.

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Comunicação da Selecção

Já tinha escrito que somos um país bipolar. Depressivo depois da Costa do Marfim, eufórico depois de goleada a um bando de desgraçados que vai parar a minas de carvão na Coreia do Norte.

Desta selecção não esperava nada. Não acredito em Queiroz e achei um erro o BES centralizar o seu feeling na figura de um homem que não agrada ao povo português.

Queiroz é um homem prisioneiro dos seus medos, muito bom a planear e a trabalhar com jovens, mas nunca ganhou nada enquanto treinador sénior. Por isso, previa termos uma campanha pífia. É um "looser" e isso é tão fácil detectar na cara das pessoas.

Cristiano Ronaldo falou a quente. E em comunicação nada pior do que falar a quente. É um jogador fenomenal, bom rapaz, mas não gosto, naturalmente, de por cada jogada feita se olhar aos ecrãs. Sabemos que adora espelhos e adora mirar-se.

Mas é um jogador de futebol não é um modelo. O que disse sobre Queiroz é correcto, mas não o podia dizer ali nem naquele momento.

Mourinho, ontem, defendeu-o. Dizendo que não deixará sobre a responsabilidade de um jogador os resultados de uma equipa. «Quando ganhamos ganham todos, quando perdemos, perco eu».

Jesus hoje afirma: «tínhamos equipa para ganhar o mundial». Se era assim, só se esqueceu de apontar o responsável pelo fracasso.

O problema é que o responsável pelo fracasso vai continuar mais dois anos. Os portugueses que passaram a confiar na selecção com Scolari, agora, já perderam essa confiança.

Entraremos para os jogos com moral em baixa. Só por isso, o trabalho de Queiroz foi um desastre. O futebol péssimo e a ambição nula para acrescentar ao caldo. E a comunicação foi sempre medíocre.

terça-feira, 15 de junho de 2010

O caso Nani e a fraqueza de Queiroz

Já ouvi vários comentários do jogo de hoje, onde Portugal esteve mais preocupado em não perder.

Ainda ninguém comentou a falta que Nani fez no ataque, pela imprevisibilidade e fantasia do seu futebol. E ainda ninguém explicou bem o caso Nani.

Nani sai debaixo de muito falatório, sobretudo depois do seleccionador dizer que era a decisão mais difícil da sua vida. Se fosse o caso de uma simples lesão, Queiroz nunca diria isto nestes termos.

E para agravar o tempero amargo do caldo - apesar de Nani hoje se desculpar - Nani refere que numa semana está bom.

Algo está mal explicado e nenhum médico da selecção explicou o teor da lesão. E Queiroz não quer falar ou sente-se incomodado pela mesma.

Tivemos Saltillo, tivemos os tristes episódios da delegação portuguesa no Japão/Coreia e agora Nani. Só com Scolari se evitaram as especulações.

Nunca gostei, apesar da sua liderança evidente, da mediocridade intelectual e táctica de Scolari, mas detesto a tibieza e os sinais de fragilidade de Queiroz. A sua comunicação péssima só ajuda a criar esta imagem.

E como ficará o BES (depois de ontem ter referido o caso das Vuvuzelas da GALP) que apostou no seu marketing em Queiroz, se tudo correr mal e já se saber que a imagem dele não passa na população portuguesa?

Tenho a certeza que o BES tem um plano B para o feeling de Queiroz, Portugal, infelizmente, não tem um plano B.

terça-feira, 1 de junho de 2010

Queiroz, a comunicação e o medo

Confesso que nunca gostei de Carlos Queiroz. Deu vitórias nos juniores, mas não me lembro de nada nos seniores a não ser apanhar 6 a 3 do Benfica em Alvalade e vê-lo muitas vezes ao lado do vitorioso Alex Ferguson.

Escrevi em 1996, e depois doze anos depois noutro local, que para mim Queiroz só há um...o Eça.

Diz-me quem conviveu com ele em trabalho que era um chato nas palestras e habitualmente medroso. Sente-se má energia, de perdedor, quando se está ao pé dele.

Aliás, as suas exibições no banco da selecção nesta qualificação provam-no. Era o primeiro sofredor, o que parecia acreditar que os deuses estavam contra ele, o pé frio principal.

Com dificuldade lá conseguiu o apuramento e agora rodeia-se de um punhado de defesas na convocatória. Desejo o melhor mas temo o pior.

Mas na comunicação, apesar de uns momentos divertidos, Queiroz mantém-se prisioneiro das declarações de Mourinho que também não acredita em Portugal.

Depois, e é já a primeira derrota, Queiroz perdeu a batalha da comunicação. Não gostava do provincianismo intelectual e táctico de Scolari, mas deu uma vitalidade e uniu os portugueses que aprenderam a ter confiança em 11 pessoas.

Queiroz perdeu esse espírito, tomou más decisões no estágio e está refém dos seus medos.

Ontem por sinal, Mourinho só falou em ganhar e proibiu a palavra medo. É a diferença entre um ganhador e um perdedor.