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quarta-feira, 28 de março de 2012

Fidel e o Papa

Por acaso adorava ouvir esta conversa. Um a falar de mulheres e charutos, de que sempre gostou, o outro de teologia e do Senhor. Um que toda a vida teve luz, outro que é um homem de bastidores e só velhote saltou para a ribalta

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Charutos de Fidel

Fidel deu rosto a Cuba e a um dos seus produtos: os charutos. John Kennedy montou guerra a Fidel, mas não prescindiu dos charutos. Antes do embargo à ilha, mandou comprar mil charutos. A guerra tem os seus caprichos e dos pequenos luxos os poderosos não abdicam. Para ler por aqui.

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

A morte de Fidel *

Nunca fui a Cuba, mas as imagens que recordo sempre são as de Michael Corleone, no Padrinho 2, a fazer negócios na estância de férias americana que se chamava Havana e um filme chamado "Cuba", o primeiro grande cachet do Sean Connery, o filme era mau diga-se de passagem.

Nunca tive nenhum fascínio especial por aquelas criaturas, Fidel ou Che, e o que me comentavam era uma ilha que tinha umas praias para uma classe média que gosta de dizer aos amigos que foi às Caraíbas, e uma capital em ruínas mas que mantinha um certo charme. Ah! E os charutos que tinham qualidade.

Fidel na entrevista que deu à Atlantic reconhece que o seu modelo falhou. Aposta no micro-capitalismo do salve-se quem puder, do pequeno biscate e da prostituição encapotada.

Os fanáticos comunistas que estiveram caladinhos esta semana, vêm o seu modelo de sonho virar inferno. Mas, sobretudo para Fidel, ainda antes da sua morte física, fica a vergonha de que os seus fuzilamentos, a sua censura apenas serviram para o perpetuar no poder. Apenas isso.

Resta aos mais empedernidos ainda esse paraíso chamado Coreia do Norte. Mas qualquer dia também vão ter uma surpresa.

* O título do post tem o mesmo título do artigo de vasco Pulido Valente de hoje no Público