Antes das eleições legislativas, Mário Soares chegou a estar com Pedro Passos Coelho, deu-lhe alguma força e disse que ele era «um homem bem intencionado».
Mas, de há umas semanas para cá, começou num enfurecido ataque contra o Governo, Passos, Portas, pedindo até a Cavaco que demita o actual Executivo e coloque outro sem convocar eleições.
Os portugueses têm motivos para se indignar, devido ao brutal assalto que lhes tem sido movido por este Governo. E em Portugal, infelizmente, a média dos salários é baixa e muita gente passa por dificuldades.
Agora, a indignação de Soares é outra. Foram milhões que a sua Fundação recebeu do Estado e de autarquias, e que agora vão acabar. Não confundam, por isso, a indignação de quem tem motivos justos para se indignar, com os que têm a motivação para se indignar dos bolsos.
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terça-feira, 9 de outubro de 2012
quarta-feira, 26 de setembro de 2012
Sobre os cortes nas Fundações e as cigarras e formigas
Leio no Expresso que o Governo só fecha 4 Fundações e corta apenas 30 por cento nos subsídios a algumas delas.
É apenas um cheirinho a cortes para tentar agradar à plateia. Numa altura em que se brinca ao TSU para depois aumentar IRS a todos os portugueses, que sofrem na pele e no osso uma austeridade que não está a resolver nada, era também obrigatório que o Governo fosse mais além na questão das Fundações.
Não esqueço o valor e o trabalho de muitas Fundações, mas na maior parte dos casos são entidades onde se arranjam empregos para os amigos e vegetam vários políticos. Se se pedem ao povo esforços inacreditáveis, mais Fundações deviam ser extintas e os cortes nos apoios não podiam ser de 30 por cento mas totais.
Sendo assim, não passa de uma medida demagógica e que ofende os portugueses, os trabalhadores e os empresários. Fala-se de cigarras e formigas, mas as cigarras continuam a ser privilegiadas. E não podem.
É apenas um cheirinho a cortes para tentar agradar à plateia. Numa altura em que se brinca ao TSU para depois aumentar IRS a todos os portugueses, que sofrem na pele e no osso uma austeridade que não está a resolver nada, era também obrigatório que o Governo fosse mais além na questão das Fundações.
Não esqueço o valor e o trabalho de muitas Fundações, mas na maior parte dos casos são entidades onde se arranjam empregos para os amigos e vegetam vários políticos. Se se pedem ao povo esforços inacreditáveis, mais Fundações deviam ser extintas e os cortes nos apoios não podiam ser de 30 por cento mas totais.
Sendo assim, não passa de uma medida demagógica e que ofende os portugueses, os trabalhadores e os empresários. Fala-se de cigarras e formigas, mas as cigarras continuam a ser privilegiadas. E não podem.
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