É sabido que os canais generalistas têm perdido audiências para o cabo. Continuam impassíveis, majestáticas e graníticas, sem capacidade de inovação e sem criar programas de culto.
Ontem o Joel Neto no DN chamava a atenção para o regresso de Jerry Seinfeld e do seu grupo e para um actor porno, Nacho Vidal, que vai fazer um "Big Brother" com bolinha na sua casa. E em que plataformas? Na internet. Nos generalistas continua jornal-novela-novela-novela. Nas audiências, cabo e outras plataformas tentam ser criativas.
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sexta-feira, 13 de julho de 2012
domingo, 3 de junho de 2012
3 sugestões para lerem
Maquiavel e o Maquiavelismo, vários autores, Almedina, 208 páginas. Tem Diogo Pires Aurélio, Luis salgado de Matos, entre outros a escreverem sobre um homem de poder, comunicação política e o dito «maquiavelismo», a forma de se usarem "armas" em determinados momentos, agarrando-se na figura de Maquiavel, que era um burocrata de Florença mas com uma visão perfeita dos mecanismos de poder e da natureza humana.
Sapatos Italianos, Henning Mankell, Presença, 285 páginas. Mankell é um dos grandes autores do género policial. Um dos nomes de proa dos escandinavos, que já fizeram uma escola neste género. Criou o genial Kurt Wallander, mas este seu novo livro é uma surpreendente pérola. Nada a ver com crimes nem a sua investigação. Um romance que junta Fredrik e Harriet, a mulher que tinha deixado para trás há 40 anos. Uma história simples, bem escrita, sobre o amor e a autodescoberta.
Os Sítios Sem Resposta, Joel Neto, Porto Editora, 190 páginas. Lê-se quase de um fôlego esta bonita história de amor entre pai e filho. Estive na sua apresentação e tenho a dedicatória guardada escrita pelo Joel. Um dos livros mais bem comunicados, como lhe disse na altura, explorando bem a ligação do autor ao mundo do futebol. E o livro é sobre um homem que decide mudar de clube a meio da sua vida. Prosa ágil, agradável, um regresso de quem se espera muito.
Sapatos Italianos, Henning Mankell, Presença, 285 páginas. Mankell é um dos grandes autores do género policial. Um dos nomes de proa dos escandinavos, que já fizeram uma escola neste género. Criou o genial Kurt Wallander, mas este seu novo livro é uma surpreendente pérola. Nada a ver com crimes nem a sua investigação. Um romance que junta Fredrik e Harriet, a mulher que tinha deixado para trás há 40 anos. Uma história simples, bem escrita, sobre o amor e a autodescoberta.
Os Sítios Sem Resposta, Joel Neto, Porto Editora, 190 páginas. Lê-se quase de um fôlego esta bonita história de amor entre pai e filho. Estive na sua apresentação e tenho a dedicatória guardada escrita pelo Joel. Um dos livros mais bem comunicados, como lhe disse na altura, explorando bem a ligação do autor ao mundo do futebol. E o livro é sobre um homem que decide mudar de clube a meio da sua vida. Prosa ágil, agradável, um regresso de quem se espera muito.
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sábado, 31 de março de 2012
Comentários sobre televisão nos jornais
Confesso que uma das razões porque me dá gozo, diariamente, a leitura do DN, para lá dos motivos profissionais, é a coluna de opinião sobre televisão do mesmo.
Joel Neto e Nuno Azinheira são excelentes comentadores, fazem-no com gosto, sabem do que falam e escrevem bem. No Correio da Manhã tambem gosto do Joaquim Letria.
Uma das coisas que mais me intriga como leitor de jornais, é porque os outros meios não apostam nestas colunas. São colunas que têm leitores e criam seguidores, pois o que se passa no universo televisivo é o que continua a ter mais relevância mediática.
O Público abandonou, o Sol desistiu, o Expresso nunca entrou nesta opção. É pena. Julgo que é algo para as direcções reflectirem.
Joel Neto e Nuno Azinheira são excelentes comentadores, fazem-no com gosto, sabem do que falam e escrevem bem. No Correio da Manhã tambem gosto do Joaquim Letria.
Uma das coisas que mais me intriga como leitor de jornais, é porque os outros meios não apostam nestas colunas. São colunas que têm leitores e criam seguidores, pois o que se passa no universo televisivo é o que continua a ter mais relevância mediática.
O Público abandonou, o Sol desistiu, o Expresso nunca entrou nesta opção. É pena. Julgo que é algo para as direcções reflectirem.
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sábado, 11 de fevereiro de 2012
Sobre o caso Sara Norte
Um exemplo de uma miúda que não estava preparada para viver sem os holofotes da fama, que teve no passado recente. Mas deixo as magníficas palavras do Joel Neto, na sua prosa de hoje no DN: «os nossos "famosos" são escritores sem saberem escrever, são manequins sem saberem desfilar e são relações públicas sem saberem falar. São, aliás, ricos sem dinheiro também».
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