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domingo, 3 de junho de 2012

3 sugestões para lerem

Maquiavel e o Maquiavelismo, vários autores, Almedina, 208 páginas. Tem Diogo Pires Aurélio, Luis salgado de Matos, entre outros a escreverem sobre um homem de poder, comunicação política e o dito «maquiavelismo», a forma de se usarem "armas" em determinados momentos, agarrando-se na figura de Maquiavel, que era um burocrata de Florença mas com uma visão perfeita dos mecanismos de poder e da natureza humana.

Sapatos Italianos, Henning Mankell, Presença, 285 páginas. Mankell é um dos grandes autores do género policial. Um dos nomes de proa dos escandinavos, que já fizeram uma escola neste género. Criou o genial Kurt Wallander, mas este seu novo livro é uma surpreendente pérola. Nada a ver com crimes nem a sua investigação. Um romance que junta Fredrik e Harriet, a mulher que tinha deixado para trás há 40 anos. Uma história simples, bem escrita, sobre o amor e a autodescoberta.

Os Sítios Sem Resposta, Joel Neto, Porto Editora, 190 páginas. Lê-se quase de um fôlego  esta bonita história de amor entre pai e filho. Estive na sua apresentação e tenho a dedicatória guardada escrita pelo Joel. Um dos livros mais bem comunicados, como lhe disse na altura, explorando bem a ligação do autor ao mundo do futebol. E o livro é sobre um homem que decide mudar de clube a meio da sua vida. Prosa ágil, agradável, um regresso de quem se espera muito.

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Oráculo (335)

«Se Maquiavel fosse vivo, seria hoje um spin doctor de marketing político»

Carlos Magno

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Z de Zapatero e a verdadeira face de um homem de poder

De Jose Garcia Abad acabo de ler «El Maquiavelo de Leon», ou como é realmente Jose Luis Zapatero.

Um livro sobre a verdadeira face de um homem de poder. O que a sua face de tranquilidade e bonomia pode esconder.´

Uma vida de política de um homem que só ali fez a vida. Um boy do PSOE que nunca passou por outra profissão a não ser a política.

Como dizia um amigo dele, «ele nunca se cansa da política, mas cansa-se ao descansar duas horas com a família na piscina».

Fanático com a imagem, as primeiras páginas e a comunicação. Numa tarefa messiânica a que se propôs, de se tornar mais importante que o primeiro Messias da esquerda espanhola, Felipe Gonzalez.

E com o killer instinct que separa quem gosta de política e quem é um homem de poder. «Pode-se dizer dele que é rancoroso. Não esquece nem perdoa. É um`killer`, mas não mais do que foram os outros presidentes. É um `killer`que não desperdiça uma só bala. Se não é necessário matar-te não te mata. Por prazer não o faz, mas não deixa nenhuma afronta sem castigo».

PS: uma nota a salientar das minhas passagens por Espanha: o mercado editorial espanhol é muito mais interessante que o português no campo das biografias e da comunicação política. Também comprei e já li a vida política de Adolfo Suárez de Gregorio Moran, um livro polémico sobre uma das mais queridas personagens da vida política espanhola, que comentarei também em breve.