Quase poética a marcha dos mineiros asturianos até Madrid. Reivindicação justa que levou os próprios madrilenos nas ruas a aplaudi-los e a sentirem como deles esta luta.
Não sei se vai dar cinema, mas esta luta tem a mesma aura do grande filme de John Ford, "How green was my valley" (O Vale era Verde), também centrado numa família de mineiros. A justiça de um combate faz dele épico.
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quarta-feira, 11 de julho de 2012
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
Oráculo (97)
«E por rezar não quero dizer gritar e resmungar, e chafurdar como um porco em sentimentos religiosos. A oração é só mais um nome para um pensamento bom, limpo e directo»
in O Vale Era Verde (How Green was my valley) de John Ford
in O Vale Era Verde (How Green was my valley) de John Ford
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Rui Calafate
sábado, 6 de fevereiro de 2010
O Vale Era Verde
De seu nome em inglês "How Green was my Valley", "O Vale era Verde" é um dos meus filmes preferidos de sempre.
Sob a batuta de John Ford, num elenco em que só duas vedetas aparecem em pequenos papeis, George Sanders e Maureen O`Hara, constrói com segundas linhas um filme inesquecível.
Tudo se passa numas minas no País de Gales e como a crise no sector mineiro afecta um microcosmos familiar que depende das minas para sobreviver.
Uma família feliz e unida, divertida e trabalhadora que se vê separar pelos despedimentos onde sempre trabalharam. Um filme poderoso, genialmente folgazão em alguns momentos, comovente e ternurento noutros. Mas sempre com optimismo.
É um filme dos anos 40, e sei que há alguns que «não gostam de fimes antigos», sinal de pouca cultura. Mas no momento de grave crise económica, política e institucional que vivemos deixo esta sugestão para que percam duas horas para ver uma obra-prima.
Quem seguir este meu conselho, sentirá como a vida bela quando existem emoções. E esperança.
Sob a batuta de John Ford, num elenco em que só duas vedetas aparecem em pequenos papeis, George Sanders e Maureen O`Hara, constrói com segundas linhas um filme inesquecível.
Tudo se passa numas minas no País de Gales e como a crise no sector mineiro afecta um microcosmos familiar que depende das minas para sobreviver.
Uma família feliz e unida, divertida e trabalhadora que se vê separar pelos despedimentos onde sempre trabalharam. Um filme poderoso, genialmente folgazão em alguns momentos, comovente e ternurento noutros. Mas sempre com optimismo.
É um filme dos anos 40, e sei que há alguns que «não gostam de fimes antigos», sinal de pouca cultura. Mas no momento de grave crise económica, política e institucional que vivemos deixo esta sugestão para que percam duas horas para ver uma obra-prima.
Quem seguir este meu conselho, sentirá como a vida bela quando existem emoções. E esperança.
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