É com mágoa que leio esta notícia do Expresso. Não sei quem são os jornalistas que passarão por esta situação horrível, mas lamento. A Comunicação Social tem uma enorme importância numa democracia. Bom jornalismo e livre imprensa, ajudam a sociedade a reflectir e a conhecer a verdade.
O Público é um bom jornal de referência. Mas não se fazem bons jornais sem meios e apenas com estagiários. Desinvestir na informação é rude golpe numa sociedade democrática. Isto associado à compra de meios de comunicação por empresários estrangeiros não é um bom sinal.
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quarta-feira, 10 de outubro de 2012
sexta-feira, 25 de maio de 2012
A principal consequência do caso Miguel Relvas
Com este caso, as pessoas ficaram a conhecer a Bárbara Reis, directora do Público. Ninguém a conhecia. O que na liderança de um jornal de referência não é bom sinal. Não sei se vende mais um jornal com este caso, mas pelo menos viram-lhe o rosto.
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segunda-feira, 12 de março de 2012
O novo Público
Esperei uma semana, desde este seu novo ciclo, para poder apreciar a renovação do Público.
Confesso que gostei da renovação, o jornal tem mais leitura, a diluição do antigo P2 no jornal também é positiva. O Y manteve a qualidade e a 2, a revista de domingo, está muito boa.
Os leitores do Público querem boas histórias, profundidade de análise e os temas que interessam. Este é o móbil de um jornal de referência. Basta espreitar diariamente o El pais para se perceber o que digo.
O leitor de um jornal de referência não quer despachar a leitura do mesmo, quer envolver-se com as suas histórias e dispensa aquelas breves que servem só para encher chouriços. Assim o Público segue um bom caminho.
Confesso que gostei da renovação, o jornal tem mais leitura, a diluição do antigo P2 no jornal também é positiva. O Y manteve a qualidade e a 2, a revista de domingo, está muito boa.
Os leitores do Público querem boas histórias, profundidade de análise e os temas que interessam. Este é o móbil de um jornal de referência. Basta espreitar diariamente o El pais para se perceber o que digo.
O leitor de um jornal de referência não quer despachar a leitura do mesmo, quer envolver-se com as suas histórias e dispensa aquelas breves que servem só para encher chouriços. Assim o Público segue um bom caminho.
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
Quando o Público se atrasa dois dias
O Público para fotos de corredores de estádios parece que está atento, para coisas que interessam aos leitores, está dois dias atrasados.
No domingo, publiquei este post, que continha um link do El Pais. Era sobre uma manobra de marketing da Mercedes que usou a iconografia de Che Guevara.
Pois agora vejam a notícia de hoje do Público e tirem conclusões.
No domingo, publiquei este post, que continha um link do El Pais. Era sobre uma manobra de marketing da Mercedes que usou a iconografia de Che Guevara.
Pois agora vejam a notícia de hoje do Público e tirem conclusões.
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
Quando os jornais vão aos blogs
Já sabemos que hoje podia haver uma greve geral de jornalistas que não haveria falta de informação.
Hoje, todos podem produzir conteúdos, alguns mais amadores outros mais profissionais, é o lado aberto das redes sociais.
Nos blogs há bom comentário e também há boa informação. Por vezes o que me deixa estarrecido é o tempo que os media tradicionais levam a apanhar bons conteúdos informativos.
Há dias falei das brincadeiras perigosas de Cantona com a banca, algo que já está no You Tube há mais de uma semana. Os jornais portugueses demoraram a dar importãncia.
Há uma semana Luís Paixão Martins revelou o novo projecto editorial de Emídio Rangel e Rui pedro Soares. A Vespa do DN esteve atenta no sábado, hoje o Público faz notícia assinada por duas jornalistas seniores com o conteúdo total do Lugares Comuns.
E faz algo de bem: cita a fonte. Pois é, se os jornalistas andarem mais atentos são capazes de descobrir que o Conselho em Comunicação é parceiro e amigo e que as redes sociais projectam conteúdos que não podem passar ao lado dos media tradicionais.
Hoje, todos podem produzir conteúdos, alguns mais amadores outros mais profissionais, é o lado aberto das redes sociais.
Nos blogs há bom comentário e também há boa informação. Por vezes o que me deixa estarrecido é o tempo que os media tradicionais levam a apanhar bons conteúdos informativos.
Há dias falei das brincadeiras perigosas de Cantona com a banca, algo que já está no You Tube há mais de uma semana. Os jornais portugueses demoraram a dar importãncia.
Há uma semana Luís Paixão Martins revelou o novo projecto editorial de Emídio Rangel e Rui pedro Soares. A Vespa do DN esteve atenta no sábado, hoje o Público faz notícia assinada por duas jornalistas seniores com o conteúdo total do Lugares Comuns.
E faz algo de bem: cita a fonte. Pois é, se os jornalistas andarem mais atentos são capazes de descobrir que o Conselho em Comunicação é parceiro e amigo e que as redes sociais projectam conteúdos que não podem passar ao lado dos media tradicionais.
domingo, 21 de novembro de 2010
Os políticos e o Facebook
O Público, hoje num artigo com chamada de primeira página, fala sobre os políticos e as redes sociais. Decidiu ouvir-me e a outras pessoas sobre este tema. Aqui fica o link para quem quiser ver o que disse e continuarei a escrever em breve sobre este tema.
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Rui Calafate
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
Público a perder
Não vou aqui fazer ainda uma análise sobre o "novo Público", mas vou criando a minha ideia.
Não sei se já o leram hoje, eu só pude neste momento. E fiquei com uma dúvida: se a directora não fosse a actual, alguma vez uma notícia de rodapé da página 8 seria Primeira Página? Se não fosse esta directora, alguma vez «Andreia Galvão vai para Museu de Arte Popular» estava na Primeira Página?
E tenho uma certeza: para já o Público está a perder, com a saída de um grande jornalista como é o meu amigo Paulo Ferreira, agora na RTP.
Não sei se já o leram hoje, eu só pude neste momento. E fiquei com uma dúvida: se a directora não fosse a actual, alguma vez uma notícia de rodapé da página 8 seria Primeira Página? Se não fosse esta directora, alguma vez «Andreia Galvão vai para Museu de Arte Popular» estava na Primeira Página?
E tenho uma certeza: para já o Público está a perder, com a saída de um grande jornalista como é o meu amigo Paulo Ferreira, agora na RTP.
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