Maquiavel e o Maquiavelismo, vários autores, Almedina, 208 páginas. Tem Diogo Pires Aurélio, Luis salgado de Matos, entre outros a escreverem sobre um homem de poder, comunicação política e o dito «maquiavelismo», a forma de se usarem "armas" em determinados momentos, agarrando-se na figura de Maquiavel, que era um burocrata de Florença mas com uma visão perfeita dos mecanismos de poder e da natureza humana.
Sapatos Italianos, Henning Mankell, Presença, 285 páginas. Mankell é um dos grandes autores do género policial. Um dos nomes de proa dos escandinavos, que já fizeram uma escola neste género. Criou o genial Kurt Wallander, mas este seu novo livro é uma surpreendente pérola. Nada a ver com crimes nem a sua investigação. Um romance que junta Fredrik e Harriet, a mulher que tinha deixado para trás há 40 anos. Uma história simples, bem escrita, sobre o amor e a autodescoberta.
Os Sítios Sem Resposta, Joel Neto, Porto Editora, 190 páginas. Lê-se quase de um fôlego esta bonita história de amor entre pai e filho. Estive na sua apresentação e tenho a dedicatória guardada escrita pelo Joel. Um dos livros mais bem comunicados, como lhe disse na altura, explorando bem a ligação do autor ao mundo do futebol. E o livro é sobre um homem que decide mudar de clube a meio da sua vida. Prosa ágil, agradável, um regresso de quem se espera muito.
domingo, 3 de junho de 2012
António Borges: um "bluff" português
De vez em quando, o jornalismo português arranja umas figuras que poucos conhecem e tentam ungi-los a criaturas tidas como excepcionais.
Durante muito tempo o senhor António Borges viveu deste pedestal mediático, criado artificialmente. Para mim sempre foi um "bluff", uma personagem débil sem qualquer substãncia.
O Expresso ontem publicou a primeira demolição desta criatura, quase apresentando-o como uma fraude. Hoje, o Correio da Manhã faz manchete com ele, que defende baixa de salários, como se os portugueses não tivessem já os salários mais baixos da Europa.
Os portugueses, infelizmente, são assim. Ficam reféns destas figurinhas que nada acrescentam e se reproduzem de igual forma como tentam multiplicar os seus rendimentos. António Borges não existe. Nunca existiu. Que procure outra paróquia para pregar.
Durante muito tempo o senhor António Borges viveu deste pedestal mediático, criado artificialmente. Para mim sempre foi um "bluff", uma personagem débil sem qualquer substãncia.
O Expresso ontem publicou a primeira demolição desta criatura, quase apresentando-o como uma fraude. Hoje, o Correio da Manhã faz manchete com ele, que defende baixa de salários, como se os portugueses não tivessem já os salários mais baixos da Europa.
Os portugueses, infelizmente, são assim. Ficam reféns destas figurinhas que nada acrescentam e se reproduzem de igual forma como tentam multiplicar os seus rendimentos. António Borges não existe. Nunca existiu. Que procure outra paróquia para pregar.
sábado, 2 de junho de 2012
Uma sugestão ao Governo
Enquanto o Governo não fizer demissões nas secretas e colocar pessoas sem mácula nos cargos dirigentes, a suspeição irá continuar. Por outro lado, com essas mexidas, levaria o foco mediático para fora do seu centro decisor vital.
Dia sem cuecas: o insólito dá sempre notícia
De facto é tão insólito que dá notícia. Essa é uma estratégia possível para quem quer fazer barulho mediático: usar o choque ou o ridículo. Desta vez foi em Viana do Castelo, usando o Dia Europeu Sem Cuecas. Diz que era para ajudar o comércio tradicional. De cuecas.
sexta-feira, 1 de junho de 2012
Nova Iorque perde o coração do "I Love NY"
O governador do estado, Andrew Cuomo, lançou a polémica ao promover uma nova campanha publicitária que tirará o coração do mítico "I Love New York". Aquele slogan e marca eram um ícone da cidade, não sei se ganhará alguma coisa com a mudança.
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Rui Calafate
Oráculo (386)
«Só as crianças e os velhos conhecem a volúpia de viver dia-a-dia, hora a hora, e as suas esperas e os seus desejos nunca se estendem além de cinco minutos»
Mario Quintana
Tiririca e o poder
Foi um fenómeno eleitoral no Brasil o palhaço Tiririca. Agora em Brasília, o homem que «não é político, está político» fala sobre a sua relação com o poder.
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