quarta-feira, 4 de julho de 2012

BD de Nelson Mandela para viver o seu legado

«Se a BD criar novos leitores, o projecto terá valido a pena», diz o próprio Nelson Mandela. E a BD chega a outros públicos mais jovens que ficarão a conhecer a vida do resistente sul-africano. É, às vezes, por outros caminhos que se transite uma mensagem e a BD move milhões de leitores em todo o mundo. Uma acertada manobra de comunicação para se conhecer o seu legado.

terça-feira, 3 de julho de 2012

A vassoura/bengala para limpar toda a corja da sociedade portuguesa

Nos anos 60, no Brasil, apareceu um político bizarro e excêntrico chamado Jânio Quadros. Que durante os seus discursos os interrompia para comer uma banana. Esta figura foi governadora estadual de S: Paulo e Presidente da República.

Os seus apoiantes, face aos discursos contra a corrupção e a vigarice, levavam para os comícios vassouras. Em Portugal nunca houve vassouras, mas uma tradição de bengaladas em defesa da honra.

Como escrevi no meu mural, este País devia regressar a outro tempo: pulhas, vigaristas, corruptos, tipos que abrem empresas novas e levam à falência as antigas sem pagar a funcionários e fornecedores, gente que se cola a interesses secretos, tudo corrido à BENGALADA até à linha de fronteira ou até ao mar. Limpar a porcaria sinistra dos gabinetes do Governo, as afinidades de avental apenas pelo negócio, tudo corrido à BENGALADA.

Um País de gente honesta e limpa é o primeiro passo para a sua modernidade e salvação.

Invenção portuguesa, com certeza

É na inovação, com novas descobertas, que podemos fazer um caminho de futuro. Portugal tem excelentes criadores e investigadores, muito espera o País do seu contributo.

Esta novidade que leio no Expresso é daquelas que pode inovar e ter recepção no mercado. Seringas sem agulha, que não causam dor. Um trabalho de investigadores da Universidade de Coimbra.

Rio de Janeiro Património da Humanidade

Se há cidade naturalmente bela é esta. Conheço algumas no mundo, mas nenhuma me impressionou tanto pela sua beleza natural. Quem visita o Rio, imagina o que teriam visto os portugueses quando ali chegaram, no século XVI, numa altura onde ainda não havia favelas, construções, efeitos visíveis da mão humana.

Depois, essa ligação do desenvolvimento demográfico e social não amputou as suas belezas naturais, interligando-se com a simpatia dos cariocas. É uma cidade linda de morrer, é pena ainda alguns problemas de segurança. Mas a UNESCO escolheu bem a primeira cidade Património da Humanidade.

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Anderson Cooper assume ser gay

Uma das caras mais conhecidas da CNN, e das mais talentosas, diga-se, assume ser gay. Normal nos dias de hoje, sobretudo na América onde o presidente Obama tem decidido em prol desta causa.

Para mim não me faz confusão, não deixo de confiar nas suas perguntas, nas suas opiniões ou na maneira como conduz com Wolf Blitzer as noites eleitorais americanas. Mas é um sinal dos tempos, onde quem o é, não tem de esconder nem arranjar umas raparigas para as revistas socias disfarçarem a sua sexualidade. Por cá ainda andamos nos tempos antigos.

Uma «espécie de nado-morto» chamado Durão Barroso

Na Europa, a má notícia é a fragilidade da Comissão Europeia. O seu presidente é uma espécie de nado-morto». Esta frase é do artigo de hoje, no CM, do Luis Marques Mendes.

Para quem está esquecido, o que é natural, o presidente da Comissão Europeia chama-se José Manuel Durão Barroso. É um político débil, que só em Portugal chegaria a algum lado.

Uma das minhas primeiras entrevistas na vida, lá por 1995, foi a Durão Barroso, sobre Timor. Foi no Parlamento e não gostei nada logo por uma coisa. Estão a ver aquele tipo de mão molhada, mole, num cumprimento? Pois é o cumprimento de Durão, mole.

Foi um Primeiro-Ministro fraco que ganhou por pouco numa eleição imperdível a Ferro Rodrigues. Depois, no Governo, não teve talento, estava mortinho para se ir embora e aí foi ele para a Europa, mas antes deixou o pior resultado de sempre de PSD e CDS nas europeias de 2004.

Na Comissão Europeia tem sido um desastre, sem qualquer liderança e apenas um pajem dos interesses alemães. É uma nulidade que tem tornado Jacques Delors um gigante. O mais sinistro disto tudo é que quer voltar...para Belém.

domingo, 1 de julho de 2012

Oráculo (390)

«Faz tempo que Deus renunciou a ser Deus»

Ernesto Cardenal, hoje no El Pais