terça-feira, 4 de setembro de 2012

O mérito deve impor-se não precisa de leis a mandar

O título do post deriva desta notícia. As democracias precisam que o mérito seja reconhecido, tanto a homens como a mulheres, não precisa de regulamentos.

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

A loja do mestre Aurélio

Muito deve o futebol português a um homem chamado Aurélio Pereira. Figura de proa, sem nunca esquecer os que com ele trabalharam e trabalham, de uma fábrica de talentos que hoje se chama Academia e que é o maior activo do Sporting Clube de Portugal.
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Foi da sua "loja" que saíram os maiores talentos da indústria do futebol nacional. Muitos anos dedicados à causa, muitas horas perdidas (ganhas) a descobrir e depois a lapidar jovens que marcaram os nossos estádios.

Bonita homenagem hoje ao mestre Aurélio, homem a quem os sportinguistas estarão eternamente agradecidos.

Cândida Almeida e a falta de credibilidade da Justiça

Cândida Almeida que anda em campanha para ser Procuradora Geral da República, disse que os políticos portugueses não são corruptos. Uma boa frase para reforçar essa mesma campanha.

Porém, o que desagrada aos portugueses e retira credibilidade à Justiça é que a ideia que vigora é que os poderosos nunca são condenados. Assistimos a um vai-vem de idas a DIAP`s e outros organismos, fazem-se umas medidas de coacção, mas os processos duram anos, prescrevem e nunca há culpados, por isso é que a senhora talvez diga que os políticos não são corruptos.

Os fracos são presos e condenados, os poderosos, por diversas conivências, toureiam a Justiça e ofendem os portugueses. E isso é que tem de acabar.

A narrativa na comunicação política

A narrativa é uma palavra da moda na comunicação política. Tal como diria Seth Godin: «politics it`s nothing but stories». O caminho, as acções devem ter uma narrativa, uma história que as sustente.

Se há político que construiu bem uma narrativa foi Barack Obama, mas isso até atingir a Casa Branca. Desde que lá está, parece que perdeu o pé e foi diluindo a sua imagem. E é o próprio que o reconhece.

Na revista francesa LÉxpress, aparece o que o presidente americano disse a Ron Suskind, autor de um livro sobre ele, onde aponta o seu principal erro nos primeiros dois anos de mandato: «acreditava que o meu consistia apenas em levar a bom porto boas políticas. Mas a função presidencial exige também que se saiba contar ao povo americano uma história que lhe dê um sentido de unidade, um objectivo e optimismo. Uma história que lhes explique que caminho estou a tomar».

A narrativa faz parte da vida dos políticos, poucos são os que a conseguem construir e levar a bom porto.

domingo, 2 de setembro de 2012

Parece que é assim em Brasília...

«Em Brasília, se você sair à noite, terá de ir a restaurantes e bares onde vai encontrar as pessoas com quem você trabalha, os lobistas e as putas. Não sei se vale a pena ir aos lugares que têm lobista, puta e deputado».

Fernando Gabeira

A publicidade está como o futebol

«Hoje existe muito publicitário famoso. Agora só falta o trabalho famoso. A publicidade está muito parecida com o futebol: tem muito famoso, poucos que fazem golo e muitos que correm para abraçar»

Washington Olivetto, um dos maiores publicitários do Brasil.

Como não falam os políticos

«Digo sempre 80 por cento do que penso, mais do que qualquer político que conheço»

Gore Vidal