domingo, 30 de setembro de 2012
Um suicídio em directo
Até onde vão os limites da informação televisiva? Quanto valem as audiências? Apesar do pedido de desculpa, o certo é que a Fox News transmitiu o suicídio.
sábado, 29 de setembro de 2012
António Borges: um medíocre ignorante
Em Portugal fazem-se figuras que não valem um chavo. António Borges foi ungido a um ser que nunca foi. Este cavalheiro é uma das pessoas que mais prejudica a acção do Governo.
Porque sempre que abre a boca ofende os portugueses, que conhece mal e não respeita. Esta criatura, não sendo ministro, é uma das pessoas com mais influência neste Governo. Não sendo remodelável, devia ser o primeiro a ser chutado e calado.
Chama ignorantes aos portugueses, mas é um amanuense medíocre ao serviço do grande capital, como uma entrevista da BBC mostrou e desmontou. Ele é que é um ignorante. Devia ter vergonha e não hostilizar quem lhe paga milhares daquelas consultorias que depois são atiradas para o lixo.
Triste figura, triste pessoa. Ignorante.
Porque sempre que abre a boca ofende os portugueses, que conhece mal e não respeita. Esta criatura, não sendo ministro, é uma das pessoas com mais influência neste Governo. Não sendo remodelável, devia ser o primeiro a ser chutado e calado.
Chama ignorantes aos portugueses, mas é um amanuense medíocre ao serviço do grande capital, como uma entrevista da BBC mostrou e desmontou. Ele é que é um ignorante. Devia ter vergonha e não hostilizar quem lhe paga milhares daquelas consultorias que depois são atiradas para o lixo.
Triste figura, triste pessoa. Ignorante.
A privatização da Caixa
Cada vez se fala mais da privatização da Caixa Geral de Depósitos, algo que foi o PS que teve o mérito de colocar em agenda para discussão, pela voz de António José Seguro.
Quem quer privatizar a Caixa, fá-lo por duas razões: por uma questão ideológica, de quem quer tirar o Estado de tudo, e por um estado de necessidade, para se tentarem obter receitas extra para se combater as políticas que têm falhado.
Sou contra a privatização da Caixa, e já agora, contra a privatização das Águas de Portugal. O Estado não se pode demitir de tudo em áreas-chave. E não pode fazer maus negócios. Vender hoje a CGD seria um negócio ruinoso e geraria instabilidade no mercado bancário.
Quem quer privatizar a Caixa, fá-lo por duas razões: por uma questão ideológica, de quem quer tirar o Estado de tudo, e por um estado de necessidade, para se tentarem obter receitas extra para se combater as políticas que têm falhado.
Sou contra a privatização da Caixa, e já agora, contra a privatização das Águas de Portugal. O Estado não se pode demitir de tudo em áreas-chave. E não pode fazer maus negócios. Vender hoje a CGD seria um negócio ruinoso e geraria instabilidade no mercado bancário.
sexta-feira, 28 de setembro de 2012
Um divórcio engraçado
Kingsley Amis, um grande escritor, pai de outro grande escritor, Martin Amis, «só aceitou divorciar-se na condição de que a esposa e o seu novo marido o acolhessem em casa e cuidassem dele».
Em "Histórias de Londres", de Enric González, edição Tinta da China, que deixo como sugestão de leitura para o fim-de-semana.
Em "Histórias de Londres", de Enric González, edição Tinta da China, que deixo como sugestão de leitura para o fim-de-semana.
Gente de "cabelo branco" no Governo
Mira Amaral fala assim da necessidade de experiência da qual um Governo precisa. Mas não basta gente experiente e que já tenha trabalhado para ser ministro. Ao nível do aconselhamento dos gabinetes não bastam escribas em blogs e pessoal do aparelho partidário, é preciso também experiência profissional. Essa é uma lição que o Governo precisa de aprender, para melhorar.
quinta-feira, 27 de setembro de 2012
A cultura geral é inimiga dos políticos
David Cameron foi ao programa de David Letterman e falhou diversas perguntas de cultura geral sobre o seu País. Lições para os políticos: nunca aceitem este tipo de jogo, pois saem sempre mal. Uma coisa é ler discursos com citações escritas e escolhidas por "speech-writers", outra é o vazio da sua cultura. sai sempre mal na fotografia.
Camões e a política portuguesa
Há uns tempos atrás, o Expresso fez uma lista de livros de imprescindível leitura. Os mais atentos viram que faltava a obra lusitana por excelência: "Os Lusíadas" e Luís Vaz de Camões, pois toda a sua obra é importante, não só por um livro.
Pedro Passos Coelho citou Camões - e toda a sua obra retrata a alma lusitana - e até por isso foi criticado, está numa fase em que tudo o que diga parece que se volta contra ele.
-
A epopeia dos Lusíadas relembra o tempo em que um povo periférico da Europa, pequeno, desorganizado, mas com capacidade de sonhar e ousar, se abalançou por mares nunca dantes navegados.
Nos dias de hoje, Camões teria dificuldade em reescrever tal epopeia, pois o primado dos tecnocratas e amanuenses sobrepôs-se à capacidade de ousar de D. João II ou do Infante D. Henrique. E Pedro Passos Coelho ainda não encontrou a Ilha dos Amores.
Pedro Passos Coelho citou Camões - e toda a sua obra retrata a alma lusitana - e até por isso foi criticado, está numa fase em que tudo o que diga parece que se volta contra ele.
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A epopeia dos Lusíadas relembra o tempo em que um povo periférico da Europa, pequeno, desorganizado, mas com capacidade de sonhar e ousar, se abalançou por mares nunca dantes navegados.
Nos dias de hoje, Camões teria dificuldade em reescrever tal epopeia, pois o primado dos tecnocratas e amanuenses sobrepôs-se à capacidade de ousar de D. João II ou do Infante D. Henrique. E Pedro Passos Coelho ainda não encontrou a Ilha dos Amores.
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