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sexta-feira, 11 de novembro de 2016

O que importa da Web Summit

Terminou a Web Summit e vamos ao que importa, com clareza e sem o espectáculo de deslumbramento saloio que os media portugueses deram todos os dias.


1- A WS é importante e bem vinda porque em termos imediatos tem um impacto positivo para a economia portuguesa com o consumo que 50 mil pessoas nos trouxe;


2- eu gostava que se fizesse jornalismo para sabermos o que interessa:
- quantos milhões serão investidos pelos ditos mega-empresários que cá vieram nas start-up portuguesas?
- quantos empregos foram criados na sequência da WS para a economia nacional?
-quantas marcas portuguesas foram promovidas e ganharam outro alento em termos internacionais?
-qual o investimento estrangeiro captado para ser aplicado em Lisboa e Portugal?


3- se o jornalismo cai na idiotice de vir dizer que foram consumidos 97 mil pastéis de nata e 22 mil preservativos durante o evento, isso é estar a matar mais um elefante em África e todos queremos salvar os elefantes. Isso não é jornalismo, é uma porcaria qualquer que mata a credibilidade do jornalismo.


4- espero que Fernando Medina tenha contratado para a Câmara Municipal de Lisboa uma start-up de inglês e outra start-up de comunicação, porque isto de pôr uma criança de 5 anos - não sabia que havia assessores tão novos - a escrever um outdoor para se colar ao politicamente correcto do anti-Trump é ridículo.


5- melhorem a organização e os transportes. E arranjem o Wi-Fi no MEO Arena ou a WS será uma anedota para os que cá vêem.

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

O objectivo da economia

«Não devemos esquecer que a economia está ao serviço da justiça e não da desigualdade»

Miguel Sousa Tavares

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Oportunidade para as empresas portuguesas

Plano de estímulo do governo brasileiro.

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Boa notícia para a nossa economia

Uma notícia positiva na área económica, algo que tem sido raro nos último tempos.

quinta-feira, 29 de abril de 2010

O risco Espanha

Na terça-feira, no hotel Tivoli, durante o primeiro almoço do International Club of Portugal, Mira Amaral foi premonitório.

Aí vinham as agências de rating dar mais uma cacetada em Portugal e mais um momento difícil para as bolsas europeias.

Mas alertou mais para o seguinte: isto é como um pequeno fogo que vai crescendo e o próximo país a ser atingido será Espanha.

O problema é que a União Europeia pode suportar o problema grego e português, se assim a Alemanha o entender, mas Espanha não terá possibilidades para isso.

Ontem as agências de rating também baixaram o estatuto de Espanha, quando se sabia que o desemprego é mais de 20% aqui ao lado e ele é um dos nossos principais mercados exportadores. O risco maior é Espanha.