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segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Portugal devia dispensar ouvir Vasco Lourenço

Sempre que abre a boca é para falar «que vem aí o fascismo», «vem aí a convulsão social» e coisas do mesmo sentido.

Há anos que Vasco Lourenço dispara este tipo de bitaites, sobretudo desde que foi director de campanha de João Soares em 2001. Nessa altura também dizia que vinha aí o fascismo para Lisboa e errou. Mas ainda não o ouvi falar do atentado à cidade com a medida anunciada de não se recolher lixo em Lisboa ao sábado.

Desta vez vem outra vez ameaçar com "fantasmas" e a apelar à calma das Forças Armadas, que pelo que sei estão calmas. É por estas e por outras que o jornalismo de interesse cívico devia dispensar-se de dar um megafone a Vasco Lourenço.

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Liberais, os novos fascistas

O PS ainda não aprendeu. Quando aparece toda a brigada do reumático a defender as conquistas históricas da esquerda, isso assusta as pessoas.

Em 2001, tive a sorte de integrar a direcção de uma das campanhas mais empolgantes, e renhidas, em Portugal e que conseguimos ganhar.

Nessa altura, Vasco Lourenço e os do costume vieram com o cravo na lapela recordar a luta anti-fascista, tentando assustar o eleitorado lisboeta. Passaram por bolas de naftalina, agarrados ao passado e sem visão de futuro.

Hoje, como eu alertei com antecedência neste post, a esquerda vem atacar o «neoliberalismo» da direcção do PSD.

Parece que agora os liberais são os novos fascistas e a esquerda unida lá tem de se unir em uníssono.

Esquecem-se que apesar da matriz do PSD ser liberal, as suas hostes são sociais democratas e há certas coisas que estão no projecto, ambiciosas, mas que provavelmente não passarão.

Mas assustar os portugueses com o «fascismo» dos liberais é ridículo.