terça-feira, 12 de março de 2013
10 novas empresas com ideias engraçadas
Para ler aqui, é do Estado de S. Paulo. São empresas brasileiras mas que podem dar boas ideias.
domingo, 10 de março de 2013
Hugo Chávez segundo Mario Vargas Llosa
O escritor peruano sobre o caudilho venezuelano, para ler aqui, hoje no El Pais.
sexta-feira, 8 de março de 2013
Até sempre sr. João Rocha e muito obrigado
Partiu hoje João Rocha, o melhor presidente que conheci do Sporting Clube de Portugal. Quando hoje dizemos com orgulho que somos o segundo maior clube do mundo em títulos, isso deve-se em grande parte a este presidente que marcou uma geração.
Foi pela mão do meu avô e do meu pai que aos 4 anos senti, pela primeira vez, o que era o Sporting. Foi na Rua do Passadiço, com Reis Pinto a ser o meu professor de ginástica, algo que pratiquei durante dez anos.
Nunca como nesses tempos senti o fervor, a paixão, a movimentação e agregação dos adeptos com o nosso clube. Era a Porta 10-A, era o pelado, o pavilhão, a sala Joaquim Agostinho, milhares de praticantes de muitos desportos a darem vida ao velhinho estádio.
Era o futebol, mas eram também todas as modalidades que deram títulos, representação olímpica e potenciaram o eclectismo. A grande marca de João Rocha e o seu legado inolvidável.
Cumprimentei-o pela última vez quando se deslocou ao estádio para ver a meia-final com o Bilbau na temporada passada. Falei por diversas vezes com ele ao telefone, muitas em 1998, quando escrevi uma carta para o Jornal do Sporting que foi publicada atacando o projecto de Roquette e defendendo o legado de João Rocha.
Ele era um visionário, salvou o clube quando assumiu a presidência, era um líder nato e no clube e fora do clube sabia-se quem mandava nele. Teve opositores, naturalmente, mas até esses com o passar dos anos se vergaram à sua obra e à sua competência.
Foi no seu tempo, por o Sporting ter uma liderança forte e ser um clube temível com uma massa adepta apaixonada, que o Porto se aproximou do Benfica, havendo uma aliança entre Pinto da Costa e Fernando Martins. Foram tempos de orgulho, mas também de combate.
João Rocha levou o Sporting à China, antecipando em muitos anos o que muitos clubes perceberam décadas mais tarde: que aquele mercado era de forte expansão e terreno para negócios futuros e desenvolvimento da marca.
Já o escrevi uma vez, que lamento que a Loja Verde e o departamento de marketing do Sporting não proceda a uma reedição do livro de Alfredo Farinha, "João Rocha-uma vida". Para que todas as gerações vindouras tenham conhecimento da sua obra e da força do clube nos seus tempos.
Quem é grande nunca morre, fica na nossa memória e no nosso coração. Passaram muitos depois dele, mas serão apenas notas de rodapé na magna história do Sporting Clube de Portugal ao pé do seu legado e da sua liderança.
Foi com ele que cresci no Sporting, foi com ele que ficam as páginas mais gloriosas que retenho na memória. Onde quer que esteja, mas estará de certo entre os grandes, deixo-lhe a minha eterna gratidão.
Foi pela mão do meu avô e do meu pai que aos 4 anos senti, pela primeira vez, o que era o Sporting. Foi na Rua do Passadiço, com Reis Pinto a ser o meu professor de ginástica, algo que pratiquei durante dez anos.
Nunca como nesses tempos senti o fervor, a paixão, a movimentação e agregação dos adeptos com o nosso clube. Era a Porta 10-A, era o pelado, o pavilhão, a sala Joaquim Agostinho, milhares de praticantes de muitos desportos a darem vida ao velhinho estádio.
Era o futebol, mas eram também todas as modalidades que deram títulos, representação olímpica e potenciaram o eclectismo. A grande marca de João Rocha e o seu legado inolvidável.
Cumprimentei-o pela última vez quando se deslocou ao estádio para ver a meia-final com o Bilbau na temporada passada. Falei por diversas vezes com ele ao telefone, muitas em 1998, quando escrevi uma carta para o Jornal do Sporting que foi publicada atacando o projecto de Roquette e defendendo o legado de João Rocha.
Ele era um visionário, salvou o clube quando assumiu a presidência, era um líder nato e no clube e fora do clube sabia-se quem mandava nele. Teve opositores, naturalmente, mas até esses com o passar dos anos se vergaram à sua obra e à sua competência.
Foi no seu tempo, por o Sporting ter uma liderança forte e ser um clube temível com uma massa adepta apaixonada, que o Porto se aproximou do Benfica, havendo uma aliança entre Pinto da Costa e Fernando Martins. Foram tempos de orgulho, mas também de combate.
João Rocha levou o Sporting à China, antecipando em muitos anos o que muitos clubes perceberam décadas mais tarde: que aquele mercado era de forte expansão e terreno para negócios futuros e desenvolvimento da marca.
Já o escrevi uma vez, que lamento que a Loja Verde e o departamento de marketing do Sporting não proceda a uma reedição do livro de Alfredo Farinha, "João Rocha-uma vida". Para que todas as gerações vindouras tenham conhecimento da sua obra e da força do clube nos seus tempos.
Quem é grande nunca morre, fica na nossa memória e no nosso coração. Passaram muitos depois dele, mas serão apenas notas de rodapé na magna história do Sporting Clube de Portugal ao pé do seu legado e da sua liderança.
Foi com ele que cresci no Sporting, foi com ele que ficam as páginas mais gloriosas que retenho na memória. Onde quer que esteja, mas estará de certo entre os grandes, deixo-lhe a minha eterna gratidão.
Nova saga de Star Wars com os 3 protagonistas iniciais
Depois de Harrison Ford ter confirmado a contratação, por aqui se lê que Carrie Fisher e Mark Hammil estão envolvidos na sequela produzida pelo criador George Lucas e realizada por J. J Abrams. Quando uma trilogia como Star Wars foi a mais lucrativa de sempre, julgava-se que era quase intocavel o seu legado. A prequela não teve o brilhantismo da inicial, espera-se que esta com os heróis mais envelhecidos volte a encantar.
terça-feira, 5 de março de 2013
A cultura como força motriz para ultrapassar a crise
Sugiro a leitura deste artigo. Como a Islândia apostou forte na indústria cultural para ultrapassar a crise. E com resultados positivos.
domingo, 3 de março de 2013
Sugestões para a semana (5-2013)
Livros
"Porque falham as Ñações", Daron Acemoglu, James A. Robinson, Temas & Debates, 606 páginas. As origens do poder, prosperidade e pobreza das nações e que segundo o Financial Times foi o melhor livro do ano.
"Em parte incerta", Gillian Flynn, Bertrand editores, 515 páginas. Este livro que foi nº 1 no top do New York Times é um thriller poderoso, com enormes reviravoltas e tem como base o deparecimento (ou não) de uma mulher no seu quinto aniversário de casada.
Cinema
"O Homem de Alcatraz", de John Frankenheimer, um clássico com Burt Lancaster e passado na prisão, de um condenado a prisão perpétua que redescobre a vida a partir de curar um pássaro ferido. Uma interpretação magistral nomeada para Óscar.
"O Corpo e Alma", de Robert Rossen. Outro clássico, no mundo do boxe, e que muitos dizem ter inspirado Martin Scorsese no seu "Touro Enraivecido". Os dois filmes mencionados estão à venda a 5 euros na FNAC.
Séries
"Blue Bloods". Estreia na 3a feira na Fox a terceira temporada desta série familiar de polícias. Uma série simpática, com uns tiques a mais de boca de Tom Selleck, que nunca foi grande actor, mas que fez acompanhar as duas temporadas anteriores que passaram na Fox Crime
"Southland". Na 5a feira ás 22.15 estreia na Fox Crime uma das minhas séries policiais preferidas da actualidade. Boa narrativa, quase de reality-show, violenta, com grandes diálogos.
Restaurante
O Pavão, na D. Estefãnia, boa cozinha, simpatia dos empregados, mas também já os conheço há doze anos e agora ao almoço mais cheio, até porque em virtude da crise dois conhecidos restaurantes na zona, o Diamantino e o Arpão, fecharam.
"Porque falham as Ñações", Daron Acemoglu, James A. Robinson, Temas & Debates, 606 páginas. As origens do poder, prosperidade e pobreza das nações e que segundo o Financial Times foi o melhor livro do ano.
"Em parte incerta", Gillian Flynn, Bertrand editores, 515 páginas. Este livro que foi nº 1 no top do New York Times é um thriller poderoso, com enormes reviravoltas e tem como base o deparecimento (ou não) de uma mulher no seu quinto aniversário de casada.
Cinema
"O Homem de Alcatraz", de John Frankenheimer, um clássico com Burt Lancaster e passado na prisão, de um condenado a prisão perpétua que redescobre a vida a partir de curar um pássaro ferido. Uma interpretação magistral nomeada para Óscar.
"O Corpo e Alma", de Robert Rossen. Outro clássico, no mundo do boxe, e que muitos dizem ter inspirado Martin Scorsese no seu "Touro Enraivecido". Os dois filmes mencionados estão à venda a 5 euros na FNAC.
Séries
"Blue Bloods". Estreia na 3a feira na Fox a terceira temporada desta série familiar de polícias. Uma série simpática, com uns tiques a mais de boca de Tom Selleck, que nunca foi grande actor, mas que fez acompanhar as duas temporadas anteriores que passaram na Fox Crime
"Southland". Na 5a feira ás 22.15 estreia na Fox Crime uma das minhas séries policiais preferidas da actualidade. Boa narrativa, quase de reality-show, violenta, com grandes diálogos.
Restaurante
O Pavão, na D. Estefãnia, boa cozinha, simpatia dos empregados, mas também já os conheço há doze anos e agora ao almoço mais cheio, até porque em virtude da crise dois conhecidos restaurantes na zona, o Diamantino e o Arpão, fecharam.
sábado, 2 de março de 2013
«O mundo fugiu ao jornalismo...»
«O mundo fugiu ao jornalismo e há que reinventá-lo»
Gabriel Garcia Marquez, citado hoje num artigo do El Pais sobre o "boom" digital na América Latina
Gabriel Garcia Marquez, citado hoje num artigo do El Pais sobre o "boom" digital na América Latina
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