Li esta notícia do El Pais na sexta-feira e guardei-a para comentar. Em Portugal é um pavor estar em casa de manhã e de tarde face ao panorama das televisões generalistas portuguesas.
Programas iguais nos dois períodos, que se mantêm iguais há anos e anos. Parece que há uma tendência de anquilosamento das mesmas e incapacidade de pensar em novos formatos.
A notícia que citei fala da crise da televisão pública espanhola, a TVE, e nela se vê que é o caminho do empreendedorismo, dos que conseguem sair da crise e a quem se pede ajuda para financiar os novos projectos. Não sei se será um sucesso, mas pelo menos é interessante.
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segunda-feira, 26 de agosto de 2013
quarta-feira, 17 de abril de 2013
O que faz um dito empreendedor?
Julgo que um empreendedor, empreende. E depois diz que é empreendedor. É uma boa profissão, depois faz umas conferências, usa metáforas imbecis como «bater punho», depois começa a vender pipocas e a seguir é contratado pelo Governo. É uma solução para quem se encontra no desemprego.
Repito a pergunta que nenhum jornalista ainda teve coragem de fazer ao ministro Maduro: o parolo imbecil que «bate punho» ainda está ao serviço do Governo, ou já o dispensou?
Repito a pergunta que nenhum jornalista ainda teve coragem de fazer ao ministro Maduro: o parolo imbecil que «bate punho» ainda está ao serviço do Governo, ou já o dispensou?
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Rui Calafate
terça-feira, 12 de março de 2013
10 novas empresas com ideias engraçadas
Para ler aqui, é do Estado de S. Paulo. São empresas brasileiras mas que podem dar boas ideias.
sábado, 15 de dezembro de 2012
A Vida é Bela: um empreendedor falhado
O Expresso dá chamada de primeira página e foto grande no caderno de Economia, e muito alegre, a António Quina, o fundador da Vida é Bela.
Durante vários anos foi apresentado como um jovem empreendedor de sucesso e o Expresso parece que continua a pensar da mesma maneira. Hoje, este empresário cuja empresa faliu, refugiou-se no Brasil sem pagar diversas despesas que contraíu, deixando fornecedores em colapso e uma montanha de pessoas que comprou os seus serviços em protesto.
Mas a Vida é Bela e o Expresso - se calhar é ironia, mas é uma pobre ironia - continua a achar que balões, páraquedas e outras experiências dão motivos para gáudio a um empreendedor que falhou.
Tantas pequenas e médias empresas que têm obtido sucesso lá fora, pelo seu mérito, pelo seu dinamismo, pela sua inovação deviam ser tema de um jornal de referência.
Uma entrevista a um dono de um projecto que acabou até pode ser notícia, mas continuar o tom de promoção de um empreendedor falhado e refugiado no Brasil é algo que não compreendo.
Durante vários anos foi apresentado como um jovem empreendedor de sucesso e o Expresso parece que continua a pensar da mesma maneira. Hoje, este empresário cuja empresa faliu, refugiou-se no Brasil sem pagar diversas despesas que contraíu, deixando fornecedores em colapso e uma montanha de pessoas que comprou os seus serviços em protesto.
Mas a Vida é Bela e o Expresso - se calhar é ironia, mas é uma pobre ironia - continua a achar que balões, páraquedas e outras experiências dão motivos para gáudio a um empreendedor que falhou.
Tantas pequenas e médias empresas que têm obtido sucesso lá fora, pelo seu mérito, pelo seu dinamismo, pela sua inovação deviam ser tema de um jornal de referência.
Uma entrevista a um dono de um projecto que acabou até pode ser notícia, mas continuar o tom de promoção de um empreendedor falhado e refugiado no Brasil é algo que não compreendo.
quinta-feira, 24 de maio de 2012
O que o seu negócio pode aprender com o sucesso do Cirque du Soleil
Útil para empreendedores. Para ler pelo Estadão.
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