quinta-feira, 12 de março de 2015

A tourada das presidenciais e o circuito fechado dos políticos

A prova de que os políticos vivem em circuito fechado é a autêntica tourada em que se está a tornar a próxima eleição presidencial. A classe política portuguesa ainda não percebeu que as pessoas estão-se a marimbar para as presidenciais e olham para a coisa como se assistissem a um sorteio do euromilhões onde, ainda por cima, não há prémio em jogo.

Os portugueses querem ver os seus direitos reassumidos, querem voltar a ter mais dinheiro no bolso, querem menos aves de rapina nos impostos e querem o seu País e as suas terras bem geridas e bem cuidadas.

Presidenciais é um jogo de políticos, um cargo quase tornado irrelevante por Cavaco Silva e sem poder. Hoje, leio que Carvalho da Silva está disponível e Maria de Belém «alimenta incerteza». Mais dois nomes para engrandecer esta terrível batalha naval entre esquerda e direita, mas onde não há porta-aviões nem submarinos.

Só queria avisar que eu não quero ser candidato presidencial e o sr. Alberto da mercearia também não. E mais uns milhões de portugueses também não.

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