Espanha vai ter novo Presidente do Governo em Março de 2012. Zapatero terminou o tabu e já decidiu que não se recandidata.
O Governo do PSOE que não está bem nas sondagens, para lá do trabalho de gestão da crise económica ainda vai sentir a luta interna para a sucessão.
Chamo a atenção que nas últimas sondagens dos principais jornais espanhóis, o político de esquerda mais valorizado e mais confiável é Alfredo Pérez Rubalcaba, a quem Zapatero deu responsabilidades alargadas como seu nº2, projectando-o com tempo.
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sábado, 2 de abril de 2011
sexta-feira, 6 de agosto de 2010
Oráculo (77)
«O começo é mais da metade da totalidade, e em política isso é um axioma»
José Luiz Zapatero
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segunda-feira, 7 de junho de 2010
Z de Zapatero e a verdadeira face de um homem de poder
De Jose Garcia Abad acabo de ler «El Maquiavelo de Leon», ou como é realmente Jose Luis Zapatero.
Um livro sobre a verdadeira face de um homem de poder. O que a sua face de tranquilidade e bonomia pode esconder.´
Uma vida de política de um homem que só ali fez a vida. Um boy do PSOE que nunca passou por outra profissão a não ser a política.
Como dizia um amigo dele, «ele nunca se cansa da política, mas cansa-se ao descansar duas horas com a família na piscina».
Fanático com a imagem, as primeiras páginas e a comunicação. Numa tarefa messiânica a que se propôs, de se tornar mais importante que o primeiro Messias da esquerda espanhola, Felipe Gonzalez.
E com o killer instinct que separa quem gosta de política e quem é um homem de poder. «Pode-se dizer dele que é rancoroso. Não esquece nem perdoa. É um`killer`, mas não mais do que foram os outros presidentes. É um `killer`que não desperdiça uma só bala. Se não é necessário matar-te não te mata. Por prazer não o faz, mas não deixa nenhuma afronta sem castigo».
PS: uma nota a salientar das minhas passagens por Espanha: o mercado editorial espanhol é muito mais interessante que o português no campo das biografias e da comunicação política. Também comprei e já li a vida política de Adolfo Suárez de Gregorio Moran, um livro polémico sobre uma das mais queridas personagens da vida política espanhola, que comentarei também em breve.
Um livro sobre a verdadeira face de um homem de poder. O que a sua face de tranquilidade e bonomia pode esconder.´
Uma vida de política de um homem que só ali fez a vida. Um boy do PSOE que nunca passou por outra profissão a não ser a política.
Como dizia um amigo dele, «ele nunca se cansa da política, mas cansa-se ao descansar duas horas com a família na piscina».
Fanático com a imagem, as primeiras páginas e a comunicação. Numa tarefa messiânica a que se propôs, de se tornar mais importante que o primeiro Messias da esquerda espanhola, Felipe Gonzalez.
E com o killer instinct que separa quem gosta de política e quem é um homem de poder. «Pode-se dizer dele que é rancoroso. Não esquece nem perdoa. É um`killer`, mas não mais do que foram os outros presidentes. É um `killer`que não desperdiça uma só bala. Se não é necessário matar-te não te mata. Por prazer não o faz, mas não deixa nenhuma afronta sem castigo».
PS: uma nota a salientar das minhas passagens por Espanha: o mercado editorial espanhol é muito mais interessante que o português no campo das biografias e da comunicação política. Também comprei e já li a vida política de Adolfo Suárez de Gregorio Moran, um livro polémico sobre uma das mais queridas personagens da vida política espanhola, que comentarei também em breve.
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