António Tadeia fez um magnífico perfil sobre o herói da vitória do Bayern na última Chmpions, Arjen Robben. A determinada altura relembra uma frase do jogador holandês: «o egoísmo é uma qualidade e não necessariamente uma coisa má».
Ter ego é bom. E os egoístas habitualmente têm várias características interessantes: não têm medo da pressão, gostam de assumir responsabilidades, têm luz própria, são líderes. Em todas as actividades da vida, por vezes, os egoístas são invejados pela mediocridade reinante. Mas são eles que marcam a diferença. Como Robben.
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quarta-feira, 29 de maio de 2013
quinta-feira, 2 de junho de 2011
O «eu» ou o «nós»? O que é importante?
Basta abrir qualquer revista de recursos humanos e só se vê falar no «nós». A sobreposição do grupo à importância de uma só pessoa. Os principais gurus da matéria falam de uma era do «nós». Confesso que é bonito.
Não sou politicamente correcto e gosto de ser mais incisivo nas minhas apreciações. Vou explicar o que penso sobre o que é mais importante: o «eu» ou o «nós».
Há uns tempos atrás, ouvi, num jardim, um excelente comunicador e "networker" (e também especialista em passarinhos) a discorrer sobre a importância do nós. Que o grupo é muito mais importante do que o indivíduo. Que as metas se atingem com mais força se o colectivo tiver um compromisso e estiver empenhado num objectivo comum.
Ouvi. O discurso foi bonito também e agrada habitualmente às plateias, mas falta pensar melhor.
Reparem bem: o que é o «nós»? É a primeira pessoa do plural. O que significa que a primeira pessoa do singular é «eu». O «nós» é uma soma de «eus».
Se o «eu» for fraco o «nós» não pode ser apenas uma soma de «eus» fracos?
Esse é o problema dos gurus. Se deixarem de tentar agradar às plateias e virem melhor, o «eu» é fundamental na afirmação do indivíduo, mas também nas suas ambições e objectivos, e, naturalmente, isso reflecte-se na força de um grupo ou colectivo.
Um «eu» de traços bem definidos e forte, de carácter e personalidade é decisivo em qualquer organização. Se uma empresa/organização tiver muitos «eus» será muito mais poderosa e pujante.
Portanto, caros gurus, o «nós» é fantástico quando tem diversos «eu» bem definidos. Se não, teremos apenas um bando de cordeirinhos mansos. Nenhuma empresa subsiste sem pessoas que individualmente têm orgulho e vaidade naquilo que fazem. Ter ego é bom.
Não sou politicamente correcto e gosto de ser mais incisivo nas minhas apreciações. Vou explicar o que penso sobre o que é mais importante: o «eu» ou o «nós».
Há uns tempos atrás, ouvi, num jardim, um excelente comunicador e "networker" (e também especialista em passarinhos) a discorrer sobre a importância do nós. Que o grupo é muito mais importante do que o indivíduo. Que as metas se atingem com mais força se o colectivo tiver um compromisso e estiver empenhado num objectivo comum.
Ouvi. O discurso foi bonito também e agrada habitualmente às plateias, mas falta pensar melhor.
Reparem bem: o que é o «nós»? É a primeira pessoa do plural. O que significa que a primeira pessoa do singular é «eu». O «nós» é uma soma de «eus».
Se o «eu» for fraco o «nós» não pode ser apenas uma soma de «eus» fracos?
Esse é o problema dos gurus. Se deixarem de tentar agradar às plateias e virem melhor, o «eu» é fundamental na afirmação do indivíduo, mas também nas suas ambições e objectivos, e, naturalmente, isso reflecte-se na força de um grupo ou colectivo.
Um «eu» de traços bem definidos e forte, de carácter e personalidade é decisivo em qualquer organização. Se uma empresa/organização tiver muitos «eus» será muito mais poderosa e pujante.
Portanto, caros gurus, o «nós» é fantástico quando tem diversos «eu» bem definidos. Se não, teremos apenas um bando de cordeirinhos mansos. Nenhuma empresa subsiste sem pessoas que individualmente têm orgulho e vaidade naquilo que fazem. Ter ego é bom.
sábado, 2 de outubro de 2010
terça-feira, 20 de julho de 2010
Nota optimista ao mercado de comunicação
Como diria José Marinho a relatar um jogo da Liga inglesa na Sport Tv ou Álvaro Costa a contar os internautas no À Noite o Mundial, o mercado «está electrizante».
Não digo em termos de conquistas e novidades, porque nesta altura qualquer novidade passa despercebida e não é marcante. Essas, as novidades, guardam-se para Setembro.
O que é um facto é que diversos players estão em jogo, diversas boas ideias e acções surgiram envolvendo os profissionais de Conselho em Comunicação e isso é bom.
Com a excepção de uma entrevista infeliz de há duas semanas, o mercado está bem. Faz-me lembrar a política - com uma excepção difícil de ultrapassar - em que existe combate á vista, mas nos bastidores há respeito e mesmo amizade entre os protagonistas.
Como me dizia ontem à noite um amigo via sms, «parece que na comunicação não há silly-season, pelo menos este ano».
É positivo, não quer dizer que o mercado esteja unido, não está. As quezílias são entre patrões, mas a classe dos consultores de comunicação está mais adulta e mais consciente da sua importãncia. Só falta mais afirmação, mais autoconfiança, mais ego. E ter ego é bom.
Não digo em termos de conquistas e novidades, porque nesta altura qualquer novidade passa despercebida e não é marcante. Essas, as novidades, guardam-se para Setembro.
O que é um facto é que diversos players estão em jogo, diversas boas ideias e acções surgiram envolvendo os profissionais de Conselho em Comunicação e isso é bom.
Com a excepção de uma entrevista infeliz de há duas semanas, o mercado está bem. Faz-me lembrar a política - com uma excepção difícil de ultrapassar - em que existe combate á vista, mas nos bastidores há respeito e mesmo amizade entre os protagonistas.
Como me dizia ontem à noite um amigo via sms, «parece que na comunicação não há silly-season, pelo menos este ano».
É positivo, não quer dizer que o mercado esteja unido, não está. As quezílias são entre patrões, mas a classe dos consultores de comunicação está mais adulta e mais consciente da sua importãncia. Só falta mais afirmação, mais autoconfiança, mais ego. E ter ego é bom.
Etiquetas:
Conselho em comunicação,
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