Taxista: «Bom dia amigo»
Eu: «Olá, tudo bem? Isto com a chuva de hoje está bom para o seu negócio»
Taxista: «Não está mau. Também se divertiu com o dia das bruxas?»
Eu: «Não ligo a isso e ainda me tocaram 6 vezes à campaínha nessa noite...»
Taxista: «Mas já reparou que até há dia das bruxas, mas não há dia das princesas?»
Fiquei esclarecido.
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
Esclarecimento ao sr. Eduardo Oliveira Silva que escreve no I
Hoje li um artigo de opinião do sr. Eduardo Oliveira Silva que escreve num jornal pelo qual tenho muita simpatia, o "I", mas que infelizmente tem baixado muito a bitola ao nível dos artigos de opinião. Desapareceram Francesco Alberoni, Anthony L. Friedman e entraram diversas pessoas que desconheço quem sejam.
Faz uma análise aos Governos de coligação, sem esquecer o PS/CDS lá pelos anos 70, que governaram Portugal até chegar ao actual. O objectivo era criticar Paulo Portas.
Tenho por mim que Paulo Portas batendo o pé quando tem de bater, e sendo um negociador duro, tem tido uma postura de Estado e tem mantido uma coesão ao serviço de Portugal em todos os Governos que integrou.
O sr. Eduardo Oliveira e Silva faz ainda referência a um episódio, mencionando Pedro Santana Lopes, quando Paulo Portas tomou posse como ministro da Defesa e do Mar. O próprio Portas já desmentiu publicamente a interpretação errónea que foi dada a esse caso.
Por isso entendo que, quem escreve isto outra vez, só pode ser ignorante ou estar de má fé. No primeiro caso, o da ignorância, basta informar-se melhor. No segundo caso, a má fé, coisa em que não quero acreditar, isso depende apenas da formação humana de cada um.
Mas na minha opinião, quando a orquestra está afinada, a história diz que os governos de coligação podem ser mais úteis do que os de maioria absoluta. Da parte do CDS tenho a certeza que o rigor e o compromisso com Portugal se sobrepõem a qualquer interesse partidário.
PS: Li também no I que a circulação do jornal está a aumentar e fico satisfeito por isso (aumentou de 8 mil para 10 mil exemplares). Não gosto de ver bons projectos editoriais desparecerem. Mas para articulistas de opinião têm de melhorar o leque de oferta.
Faz uma análise aos Governos de coligação, sem esquecer o PS/CDS lá pelos anos 70, que governaram Portugal até chegar ao actual. O objectivo era criticar Paulo Portas.
Tenho por mim que Paulo Portas batendo o pé quando tem de bater, e sendo um negociador duro, tem tido uma postura de Estado e tem mantido uma coesão ao serviço de Portugal em todos os Governos que integrou.
O sr. Eduardo Oliveira e Silva faz ainda referência a um episódio, mencionando Pedro Santana Lopes, quando Paulo Portas tomou posse como ministro da Defesa e do Mar. O próprio Portas já desmentiu publicamente a interpretação errónea que foi dada a esse caso.
Por isso entendo que, quem escreve isto outra vez, só pode ser ignorante ou estar de má fé. No primeiro caso, o da ignorância, basta informar-se melhor. No segundo caso, a má fé, coisa em que não quero acreditar, isso depende apenas da formação humana de cada um.
Mas na minha opinião, quando a orquestra está afinada, a história diz que os governos de coligação podem ser mais úteis do que os de maioria absoluta. Da parte do CDS tenho a certeza que o rigor e o compromisso com Portugal se sobrepõem a qualquer interesse partidário.
PS: Li também no I que a circulação do jornal está a aumentar e fico satisfeito por isso (aumentou de 8 mil para 10 mil exemplares). Não gosto de ver bons projectos editoriais desparecerem. Mas para articulistas de opinião têm de melhorar o leque de oferta.
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Rui Calafate
EDP: o case study do case study
Com a devida vénia à Alda Telles e ao Luis Paulo Rodrigues. Sugiro a leitura deste post sobre o tão mencionado caso que se passou com a EDP nas redes sociais.
Mas faço um acrescento. A EDP, por opção própria, apostou forte na comunicação, mas com uma série de profissionais que foi recrutar ao jornalismo e às assessorias do Governo. E optou por não trabalhar com especialistas em comunicação.
E há uma grande diferença entre jornalistas, assessores e consultores de comunicação. A EDP devia ter sensibilidade para isso, até porque António Mexia é um produto de comunicação e gosta desta área.
Mas faço um acrescento. A EDP, por opção própria, apostou forte na comunicação, mas com uma série de profissionais que foi recrutar ao jornalismo e às assessorias do Governo. E optou por não trabalhar com especialistas em comunicação.
E há uma grande diferença entre jornalistas, assessores e consultores de comunicação. A EDP devia ter sensibilidade para isso, até porque António Mexia é um produto de comunicação e gosta desta área.
terça-feira, 1 de novembro de 2011
Ralph Fiennes queixa-se do Twitter
Até fazem sentido as palavras do conhecido actor. Para ler por aqui.
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"Boss": a série que eu aguardo com mais expectativa
Esta série confesso que estou muito ansioso que chegue cá. Via Era Uma Vez na América deparei com esta produção da Starz que mete um político que gosta do controlo, consultores políticos e toda a parafernália que acompanha a máquina da política. Vamos ver se a Fox me faz o gosto de a transmitir.
A imagem do poder
O El Pais faz uma galeria dos Presidentes do Governo espanhóis dos tempos da democracia. E o poder é também a sua imagética. Grandes fotos para recordar, pois a comunicação política faz-se também de imagens.
O novo disco da Marisa Monte
Um regresso que se saúda. Fica aqui toda a história do disco e ainda inclui videoclip.
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