A ideia é simples: porque não podemos nós escolher o nosso deputado. A ideia é do Pedro Magalhães, conhecido pela análise das sondagens e que liderou as mesmas da Universidade Católica, foi meu professor e é um amigo, uma pessoa que estimo muito. O artigo, que convido a ler aqui, é do Ricardo Costa que agarra e desenvolve a sua ideia subscrevendo-a, como eu.
terça-feira, 7 de janeiro de 2014
segunda-feira, 6 de janeiro de 2014
As séries de Barack Obama
O presidente americano, como quase todo o mundo que tenha o mínimo de bom gosto, é fã de séries de televisão. Segundo o New York Times, as suas preferidas são Boardwalk Empire, Homeland - Segurança Nacional, Breaking Bad, House of Cards e Guerra dos Tronos. Escolhe bem.
quinta-feira, 2 de janeiro de 2014
As boas notícias vendem
No meu primeiro post de 2014, espero que este ano seja mais positivo a nível mediático. Isto é, que haja mais boas notícias, mais jornalismo e menos "jornalice". Menos intriga e mais substância. As catástrofes chamam a atenção, mas as boas notícias vendem. A agenda mediática tem de estar mais esperançosa.
segunda-feira, 30 de dezembro de 2013
2013 - o balanço, os melhores e o melhor que se fez
O ano de 2013 para os portugueses foi um ano difícil, sem história. Marcado por vários episódios menores, como os "briefings", por figuras menores - miss swap, Machete, Maçães, entre outros.
Foi um ano em que batemos no fundo, mais abaixo é difícil ir, em que se perderam valores e não se reconquistou a esperança. Foi um ano de desilusão com a classe política, com a nazi máquina fiscal, com a lentidão da Justiça e ainda terminámos com a capital dominada pelo lixo, melhor retrato era impossível. Posto isto ficam os melhores de 2013:
Personalidade do ano: Ramalho Eanes
Melhor ministro: Paulo Macedo
Melhor líder: Rui Nabeiro
Melhor desportista: Cristiano Ronaldo e Rui Costa (ciclismo)
Melhor empreendedor: Álvaro Covões (com a sua vertente cultural)
Melhores Filmes: A Caça (Thomas Vinterberg), Lore (Cate Shortland)
Melhores Livros: Alfabetos (Claudio Magris), Agosto (Rubem Fonseca), O Tango da Velha Guarda (Arturo Perez Reverte)
Melhor Álbum: Yeezus (Kanye West)
Melhores séries lançadas em 2013: House of Cards, Hannibal, The Americans
Foi um ano em que batemos no fundo, mais abaixo é difícil ir, em que se perderam valores e não se reconquistou a esperança. Foi um ano de desilusão com a classe política, com a nazi máquina fiscal, com a lentidão da Justiça e ainda terminámos com a capital dominada pelo lixo, melhor retrato era impossível. Posto isto ficam os melhores de 2013:
Personalidade do ano: Ramalho Eanes
Melhor ministro: Paulo Macedo
Melhor líder: Rui Nabeiro
Melhor desportista: Cristiano Ronaldo e Rui Costa (ciclismo)
Melhor empreendedor: Álvaro Covões (com a sua vertente cultural)
Melhores Filmes: A Caça (Thomas Vinterberg), Lore (Cate Shortland)
Melhores Livros: Alfabetos (Claudio Magris), Agosto (Rubem Fonseca), O Tango da Velha Guarda (Arturo Perez Reverte)
Melhor Álbum: Yeezus (Kanye West)
Melhores séries lançadas em 2013: House of Cards, Hannibal, The Americans
domingo, 22 de dezembro de 2013
Sugestões para o Natal
Livros
"Vai, Brasil", Alexandra Lucas Coelho, Tinta da China, 314 páginas. Uma descoberta do Brasil real, diálogos, memórias e trabalhos da jornalista portuguesa no País que a acolheu.
""História da Minha Vida II", Giacomo Casanova, Divina Comédia, 539 pág. O segundo volume das memórias do homem que passou para a história como libertino, mas era muito mais que isso, sobretudo, um homem do mundo.
"Gente Independente", Halldor Laxness, Cavalo de Ferro, 556 pág. O livro que é um monumento. Pouco conhecido mas uma das grandes obras da literatura deste Nobel de nacionalidade islandesa
"O Boneco de Neve", Jo Nesbo, D. Quixote, 466 pág. Um dos nomes de proa do policial nórdico. Duro, ríspida a sua escrita, mas de imparável leitura.
"A Fraude de Ícaro", Seth Godin, Gestão Plus, 212 pág. De agradável leitura esta pequena pérola de um dos gurus do marketing.
Cinema
Caixa de Aleksandr Sokurov da sua tetralogia do poder que contém Moloch, Taurus, O Sol e Fausto (a única película anteriormente comercializada em Portugal). Imperdível. E a 29 euros.
Mais duas caixas com ainda melhor preço na FNAC, cerca de 15,99 euros. A de Jean Renoir que contém Esta Terra é minha, A Semente do Ódio, French Can Can, Elena e os Homens e um dos grandes filmes da história do cinema: A Regra do Jogo.
A outra caixa com este preço é a de Max Ophuls que traz: Carta de uma Desconhecida, A Cilada da Ambição, Madame de..., e Lola Montés.
Séries
Em estreia na FOX no início do ano aparece "Os Seguidores" (The Following). Boa série, Kevin Bacon fantástico, o líder da seita que protagonizava "O Filantropo" é um bocado canastrão mas tem bom ritmo e agarra.
Para presente de Natal sugiro as 3 temporadas já editadas de Boardwalk Empire (a 4a está a dar no AXN Black e é excelente).
Restaurantes
Filipe, em Sesimbra, no largo principal que é bom para fugir um bocado de Lisboa, peixe sempre fresco; aqui em Lisboa é de aproveitar o menú para portugueses do Lisboa à Noite no Bairro Alto
"Vai, Brasil", Alexandra Lucas Coelho, Tinta da China, 314 páginas. Uma descoberta do Brasil real, diálogos, memórias e trabalhos da jornalista portuguesa no País que a acolheu.
""História da Minha Vida II", Giacomo Casanova, Divina Comédia, 539 pág. O segundo volume das memórias do homem que passou para a história como libertino, mas era muito mais que isso, sobretudo, um homem do mundo.
"Gente Independente", Halldor Laxness, Cavalo de Ferro, 556 pág. O livro que é um monumento. Pouco conhecido mas uma das grandes obras da literatura deste Nobel de nacionalidade islandesa
"O Boneco de Neve", Jo Nesbo, D. Quixote, 466 pág. Um dos nomes de proa do policial nórdico. Duro, ríspida a sua escrita, mas de imparável leitura.
"A Fraude de Ícaro", Seth Godin, Gestão Plus, 212 pág. De agradável leitura esta pequena pérola de um dos gurus do marketing.
Cinema
Caixa de Aleksandr Sokurov da sua tetralogia do poder que contém Moloch, Taurus, O Sol e Fausto (a única película anteriormente comercializada em Portugal). Imperdível. E a 29 euros.
Mais duas caixas com ainda melhor preço na FNAC, cerca de 15,99 euros. A de Jean Renoir que contém Esta Terra é minha, A Semente do Ódio, French Can Can, Elena e os Homens e um dos grandes filmes da história do cinema: A Regra do Jogo.
A outra caixa com este preço é a de Max Ophuls que traz: Carta de uma Desconhecida, A Cilada da Ambição, Madame de..., e Lola Montés.
Séries
Em estreia na FOX no início do ano aparece "Os Seguidores" (The Following). Boa série, Kevin Bacon fantástico, o líder da seita que protagonizava "O Filantropo" é um bocado canastrão mas tem bom ritmo e agarra.
Para presente de Natal sugiro as 3 temporadas já editadas de Boardwalk Empire (a 4a está a dar no AXN Black e é excelente).
Restaurantes
Filipe, em Sesimbra, no largo principal que é bom para fugir um bocado de Lisboa, peixe sempre fresco; aqui em Lisboa é de aproveitar o menú para portugueses do Lisboa à Noite no Bairro Alto
quinta-feira, 19 de dezembro de 2013
As 10 pessoas que mais gosto de ler no facebook
Os nomes que escolho estão todos relacionados com a área de comunicação, jornalismo, televisão e marketing. A ordem é aleatória.
Alda Magalhães Telles
Francisco da Silva
Nuno Roby Amorim
José de Pina
Luis Paixão Martins
Carlos Vaz Marques
Maria Água Dias
Nuno Rogeiro
Raquel Marinho
Eurico de Barros
Alda Magalhães Telles
Francisco da Silva
Nuno Roby Amorim
José de Pina
Luis Paixão Martins
Carlos Vaz Marques
Maria Água Dias
Nuno Rogeiro
Raquel Marinho
Eurico de Barros
quarta-feira, 18 de dezembro de 2013
Figuras da Comunicação 2013: Paulo Padrão e Paulo Campos Costa
O Paulo Padrão porque apesar de ter um ano ultra-conturbado com guerras internas no BES, processos judiciais das suas principais figuras, mantém a aura do poder do banco do qual comanda a sua comunicação.
Mesmo quando criticam o silenciamento de algumas notícias internacionais sobre o BES ou quando é pouco conhecida a actividade da entidade supervisora sobre o banco, isso revela bem o seu poder e da sua equipa e de quem com ele colabora
Este 2014 será um ano em que o BES continuará na berlinda, cabe-lhe a ele fazer a gestão cuidada da imagem e reputação da entidade em que trabalha. O BES precisa de sair do tsunami noticioso, necessita de tranquilidade para manter a confiança dos seus clientes e a força da sua marca.
O Paulo Campos Costa escolho porque tenho também estima por ele e pelas suas qualidades profissionais. Sabemos todos que pagamos mais na nossa conta de electricidade do que devemos, logo, a EDP é uma empresa que suscita críticas.
Ao longo do tempo, primeiro com um fantástico trabalho de rebranding, depois com a activação de marca e eventos que patrocina tem mantido a EDP com uma das marcas mais poderosas de Portugal e o Paulo tem bastante poder.
Este ano critiquei bastante António Mexia. Não por falta de qualidades de liderança, que as tem, mas por um excesso de voluntarismo em intervenções que marcaram negativamente a imagem da empresa. Primeiro na área política, onde não se deve expor pois tem accionistas chineses, depois no futebol onde teve a infelicidade de associar um crescimento do PIB a uma vitória do Benfica no campeonato, tendo com isso despertado o ódio dos adeptos do Sporting e, sobretudo, do Porto.
O Paulo Campos Costa, em magnífica entrevista à Briefing, disse uma das frases do ano e que representa muito do que se passa em Portugal: «falta quem diga, sai da frente que eu faço». Para o ano tem muito que fazer e sugeria que aconselhasse António Mexia a pedir desculpa pela infeliz frase que teve. Pois é bom em comunicação pedir desculpa quando se comete um erro.
Mesmo quando criticam o silenciamento de algumas notícias internacionais sobre o BES ou quando é pouco conhecida a actividade da entidade supervisora sobre o banco, isso revela bem o seu poder e da sua equipa e de quem com ele colabora
Este 2014 será um ano em que o BES continuará na berlinda, cabe-lhe a ele fazer a gestão cuidada da imagem e reputação da entidade em que trabalha. O BES precisa de sair do tsunami noticioso, necessita de tranquilidade para manter a confiança dos seus clientes e a força da sua marca.
O Paulo Campos Costa escolho porque tenho também estima por ele e pelas suas qualidades profissionais. Sabemos todos que pagamos mais na nossa conta de electricidade do que devemos, logo, a EDP é uma empresa que suscita críticas.
Ao longo do tempo, primeiro com um fantástico trabalho de rebranding, depois com a activação de marca e eventos que patrocina tem mantido a EDP com uma das marcas mais poderosas de Portugal e o Paulo tem bastante poder.
Este ano critiquei bastante António Mexia. Não por falta de qualidades de liderança, que as tem, mas por um excesso de voluntarismo em intervenções que marcaram negativamente a imagem da empresa. Primeiro na área política, onde não se deve expor pois tem accionistas chineses, depois no futebol onde teve a infelicidade de associar um crescimento do PIB a uma vitória do Benfica no campeonato, tendo com isso despertado o ódio dos adeptos do Sporting e, sobretudo, do Porto.
O Paulo Campos Costa, em magnífica entrevista à Briefing, disse uma das frases do ano e que representa muito do que se passa em Portugal: «falta quem diga, sai da frente que eu faço». Para o ano tem muito que fazer e sugeria que aconselhasse António Mexia a pedir desculpa pela infeliz frase que teve. Pois é bom em comunicação pedir desculpa quando se comete um erro.
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Comunicação,
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Paulo Padrão,
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