O meu amigo António Colaço, ex-assessor de grupo parlamentar do PS, convidou para os Animados Almoços Ânimo (daí o título dos 3 A, não é nenhuma associação estranha, nem nada relacionado com agências de rating) o Luís Paixão Martins.
Retiro o melhor da conversa:
«As pessoas não querem que lhes falem verdade, querem ter alguma emoção e algum sonho. Não se ganham eleições com o real, pode ganhar-se credibilidade»
«Sócrates vai ter de deslocar os seus argumentos comunicacionais para a esquerda, para a área Manuel Alegre e BE»
«Pedro Passos Coelho, tem de ir buscar centro-esquerda, tem de fazer discurso para os mais carenciados e afastar a privatização da Caixa»
«Consultores de comunicação devem ajudar a encontrar o foco comunicacional»
«Campanhas são fascinantes, pois uma ideia ou palavra abrem telejornais, vivem-se intensamente durante mês e meio» (só um ignorante mete férias durante campanhas eleitorais, acrescentaria eu)
«A grande ferramenta de comunicação política são os telejornais. Ponto final parágrafo»
Para quem quer ver o resto ficam os 12 minutos de conversa por aqui.
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quinta-feira, 7 de abril de 2011
segunda-feira, 5 de julho de 2010
António Colaço, o assessor
Vou falar da vertente clássica do Conselho em Comunicação, a assessoria de imprensa, hoje quando a mudança estratégica da GCI é anunciada, desfocando das «Media Relations».
Há 15 anos estreava-me no jornalismo, na área da política. Fiquei a acompanhar o PS no Parlamento e no Governo.
O primeiro assessor de imprensa que conheci foi o António Colaço. Um dos três clássicos em S. Bento (juntamente com o Zeca Mendonça e a Paula Barata).
O Colaço era o primeiro apoio dos jornalistas, sempre bem disposto, excelente pessoa, culto - o que dava asas a boas conversas - e ainda tive a sorte dele ser originário do concelho do meu pai, conhecendo muita gente que eu também conhecia.
Ele foi sempre um assessor de imprensa, nunca vestiu a pele nem de consultor nem de «spin doctor» (que abomina).
Exerceu bem a sua função e decide agora abandonar este trabalho no Grupo Parlamentar do PS. Os jornalistas parlamentares perdem um bom amigo.
Há 15 anos estreava-me no jornalismo, na área da política. Fiquei a acompanhar o PS no Parlamento e no Governo.
O primeiro assessor de imprensa que conheci foi o António Colaço. Um dos três clássicos em S. Bento (juntamente com o Zeca Mendonça e a Paula Barata).
O Colaço era o primeiro apoio dos jornalistas, sempre bem disposto, excelente pessoa, culto - o que dava asas a boas conversas - e ainda tive a sorte dele ser originário do concelho do meu pai, conhecendo muita gente que eu também conhecia.
Ele foi sempre um assessor de imprensa, nunca vestiu a pele nem de consultor nem de «spin doctor» (que abomina).
Exerceu bem a sua função e decide agora abandonar este trabalho no Grupo Parlamentar do PS. Os jornalistas parlamentares perdem um bom amigo.
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