Só li ontem a peça do Adriano Nobre, na Exame, sobre as agências de comunicação portuguesas.
Nela estavam as quatro mais importantes e maiores agências: LPM, Cunha Vaz, Lift e GCI; a agência que neste momento tem mais cotadas, a BAN; e dois dos mais tradicionais no activo, Líbano Monteiro e Unimagem.
Vi o cuidado que todos os responsáveis tiveram nas declarações, evitando polémicas, e dando a sua visão pessoal de como estão no sector.
É uma peça contextual e que serve quase como dossier sectorial, mas sem grandes novidades.
A melhor tirada é do Armandino Geraldes: «acredito que não haja lugar para empresas que fazem tudo sem serem realmente boas em qualquer área».
PS: Nesta peça faltou algo: mulheres. E neste momento são a maioria das profissionais das consultoras de comunicação. E o adriano podia ter ido ouvir a Susana Monteiro da Parceiros, a 5a maior empresa do sector, a Domingas uma das profissionais mais antigas no mercado, ou a Teresa Figueira com a experi~encia de gestão de uma multinacional em portugal, como exemplo.
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quarta-feira, 1 de junho de 2011
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
Uma saudação à BAN e ao Armandino
Hoje, vejo na Meios mais uma conta ganha pela BAN, do meu amigo Armandino Geraldes.
Queria-lhe dar uma palavra de saudação pelo trabalho desenvolvido. Tem uma equipa curta, mas muito competente e profissional a desenvolver trabalho de comunicação em marcas e empresas muito relevantes e várias delas cotadas.
Conheço-o há 13 anos, sempre discreto, fazendo o seu trabalho e nunca se envolvendo em polémicas pois não é do feitio dele. Não anda em blogs nem associações, vai trabalhando, muitíssimo, e fazendo andar uma máquina que premeia quem trabalha bem.
É um excelente player do mercado. E uma pessoa com quem sempre gosto de conversar.
Queria-lhe dar uma palavra de saudação pelo trabalho desenvolvido. Tem uma equipa curta, mas muito competente e profissional a desenvolver trabalho de comunicação em marcas e empresas muito relevantes e várias delas cotadas.
Conheço-o há 13 anos, sempre discreto, fazendo o seu trabalho e nunca se envolvendo em polémicas pois não é do feitio dele. Não anda em blogs nem associações, vai trabalhando, muitíssimo, e fazendo andar uma máquina que premeia quem trabalha bem.
É um excelente player do mercado. E uma pessoa com quem sempre gosto de conversar.
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quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
A trabalhar bem
Há várias empresas da área de Conselho em Comunicação que estão a trabalhar bem. Mas eu queria salientar (tenho falado noutras também) a Ban e a Guess What.
A Ban (Gavin Anderson) é liderada pelo meu amigo Armandino Geraldes. Que de forma discreta tem feito bem o seu trabalho. Quando saí da agência onde trabalhava, foi das pessoas com quem mais gostei de conversar. Não temos muito em comum em termos de personalidade, mas temos muito em comum no nosso relacionamento com os clientes. E o conceito é proximidade.
A Guess What de Jorge Azevedo e Renato Póvoas (JA e RP) está a crescer e também a trabalhar bem, com uma excelente aquisição que é a Sofia Alcobia que criou a PressDirecto (aliás até gostava que falassem com ela sobre a seriedade de algumas pessoas).
E não esqueço que tenho uma enorme dívida de gratidão com JA e RP. Não os conheço de parte nenhuma, nunca falei com eles e nem me conhecem sequer. No entanto, naquelas coisas em que a vida é pródiga e eu estou tão habituado a elas, não gostam muito de mim. Mas estou-lhes, curiosamente, eternamente grato.
É que no início da minha actividade neste sector, JA e RP, organizaram um passatempo mordaz, ganho pela Flávia, em que davam um livro a quem descobrisse quem era certa personagem. Houve três respostas: Luis Paixão Martins, António Cunha Vaz e Rui Calafate.
Além do meu nome ter dado um livro à Flávia, fico sempre satisfeito por me colocarem no Olimpo da Comunicação em Portugal. Quem me conhece sabe que adorei a referência, pois sempre disse que «estou no lago dos tubarões e não sou peixinho».
Este post serve para realçar o trabalho das duas agências e para reforço de perfil de JA e RP que são pouco conhecidos. É uma forma de genuinamente lhes agradecer o reforço do meu perfil naquela altura.
A Ban (Gavin Anderson) é liderada pelo meu amigo Armandino Geraldes. Que de forma discreta tem feito bem o seu trabalho. Quando saí da agência onde trabalhava, foi das pessoas com quem mais gostei de conversar. Não temos muito em comum em termos de personalidade, mas temos muito em comum no nosso relacionamento com os clientes. E o conceito é proximidade.
A Guess What de Jorge Azevedo e Renato Póvoas (JA e RP) está a crescer e também a trabalhar bem, com uma excelente aquisição que é a Sofia Alcobia que criou a PressDirecto (aliás até gostava que falassem com ela sobre a seriedade de algumas pessoas).
E não esqueço que tenho uma enorme dívida de gratidão com JA e RP. Não os conheço de parte nenhuma, nunca falei com eles e nem me conhecem sequer. No entanto, naquelas coisas em que a vida é pródiga e eu estou tão habituado a elas, não gostam muito de mim. Mas estou-lhes, curiosamente, eternamente grato.
É que no início da minha actividade neste sector, JA e RP, organizaram um passatempo mordaz, ganho pela Flávia, em que davam um livro a quem descobrisse quem era certa personagem. Houve três respostas: Luis Paixão Martins, António Cunha Vaz e Rui Calafate.
Além do meu nome ter dado um livro à Flávia, fico sempre satisfeito por me colocarem no Olimpo da Comunicação em Portugal. Quem me conhece sabe que adorei a referência, pois sempre disse que «estou no lago dos tubarões e não sou peixinho».
Este post serve para realçar o trabalho das duas agências e para reforço de perfil de JA e RP que são pouco conhecidos. É uma forma de genuinamente lhes agradecer o reforço do meu perfil naquela altura.
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