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domingo, 8 de janeiro de 2012
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
Sobre o serviço público de televisão, por quem sabe muito da coisa
O Manuel Falcão sabe muito disto, aconselho a leitura do seu post sobre o serviço público de televisão.
terça-feira, 28 de junho de 2011
Protesto-cidadão em Lisboa e memórias
Durante uns tempos Lisboa viveu diariamente sobre o crivo dos "cidadãos" e da imprensa local, era um tempo em que havia obra e uma visão clara para Lisboa.
Nesses tempos tínhamos "cidadãos" a fazerem protestos por tudo e por nada e todos os dias vinha uma acção judicial só para prejudicar a marcha das coisas, um bom exemplo foi a questão do Túnel do Marquês.
Nesses tempos, havia um jornal dito "local", a Capital que atacava a CML, tínhamos uma jornalista do DN a acompanhar a tempo inteiro, uma secção de Lisboa só para assuntos de Lisboa no JN com 5 jornalistas, uma secção de local do Público com 5 jornalistas em cima de Lisboa e o CM sempre atento.
Por acaso (ou não) desde Julho de 2004 as coisas mudaram. Os media estão-se marimbando para Lisboa e os protestos "cidadãos" também desapareceram misteriosamente.
Hoje, ninguém diz claramente que em 4 anos de gestão (a celebrar em Agosto) António Costa, não há nada de marcante deste actual executivo camarário, Lisboa desapareceu das agendas mediáticas. Digam-me sff: qual é a obra marcante da gestão PS em Lisboa?
Felizmente o Manuel Falcão decidiu encetar um verdadeiro protesto - sem partidarismos - acerca das condições que a cidade oferece aos motociclistas. Pode ser que os jornalistas se voltem a interessar.
Nesses tempos tínhamos "cidadãos" a fazerem protestos por tudo e por nada e todos os dias vinha uma acção judicial só para prejudicar a marcha das coisas, um bom exemplo foi a questão do Túnel do Marquês.
Nesses tempos, havia um jornal dito "local", a Capital que atacava a CML, tínhamos uma jornalista do DN a acompanhar a tempo inteiro, uma secção de Lisboa só para assuntos de Lisboa no JN com 5 jornalistas, uma secção de local do Público com 5 jornalistas em cima de Lisboa e o CM sempre atento.
Por acaso (ou não) desde Julho de 2004 as coisas mudaram. Os media estão-se marimbando para Lisboa e os protestos "cidadãos" também desapareceram misteriosamente.
Hoje, ninguém diz claramente que em 4 anos de gestão (a celebrar em Agosto) António Costa, não há nada de marcante deste actual executivo camarário, Lisboa desapareceu das agendas mediáticas. Digam-me sff: qual é a obra marcante da gestão PS em Lisboa?
Felizmente o Manuel Falcão decidiu encetar um verdadeiro protesto - sem partidarismos - acerca das condições que a cidade oferece aos motociclistas. Pode ser que os jornalistas se voltem a interessar.
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segunda-feira, 11 de abril de 2011
Almoço nada secreto
Hoje, só saí de casa para ir comprar jornais e revistas. Ao ler a Flash, deparei com a habitual coluna do Carlos Dias da Silva. Uma das suas linhas diz assim:
«À Mesa - Na Bica do Sapato, ao almoço, Manuel Falcão, Rui Calafate e Pedro Baltazar ex-candidato à presidência do Sporting. O que vem aí?».
Agora, o que seria se o Carlos (que muito prezo e já não via há algum tempo) visse o almoço privado de sábado que juntou 16 pessoas e mais tarde passaram por lá mais três...
«À Mesa - Na Bica do Sapato, ao almoço, Manuel Falcão, Rui Calafate e Pedro Baltazar ex-candidato à presidência do Sporting. O que vem aí?».
Agora, o que seria se o Carlos (que muito prezo e já não via há algum tempo) visse o almoço privado de sábado que juntou 16 pessoas e mais tarde passaram por lá mais três...
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sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
Manuel Falcão e o aparelho partidário
Manuel Falcão renunciou ao seu lugar de deputado na assembleia municipal de Lisboa. E saiu com um grande texto no Jornal de Negócios.
Manuel Falcão é um independente e tem uma grande diferença face aos homens do aparelho do PSD em Lisboa: trabalha. Tem currículo na sociedade civil, não é um mero assessor nem técnico camarário lá colocado pelas ligações ao PSD.
Manuel Falcão, que há muito suspendia o seu mandato por discordãncias com o que se passa na Assembleia Municipal, saiu pois foi boicotada a apreciação pública de diversos projectos sobre a reorganização administrativa da cidade.
É essa a diferença. Há independentes com valor que gostariam de participar civicamente na vida pública e que se desinteressam por terem de aturar os especialistas da pequena política, sem pensamento próprio e que como sanguessugas se agarram aos partidos porque é dali que lhes vem o sustento.
Caso paradigmático: vai haver eleições na concelhia de Lisboa, o candidato que vai ganhar chama-se Sérgio Lipari. Não tenho nada contra ele, mas a maior parte das pessoas não o conhece a não ser de umas notícias sobre a Gebalis. Nota engraçada: não vive em Lisboa. Mas controla o aparelho de Lisboa.
Manuel Falcão é um independente e tem uma grande diferença face aos homens do aparelho do PSD em Lisboa: trabalha. Tem currículo na sociedade civil, não é um mero assessor nem técnico camarário lá colocado pelas ligações ao PSD.
Manuel Falcão, que há muito suspendia o seu mandato por discordãncias com o que se passa na Assembleia Municipal, saiu pois foi boicotada a apreciação pública de diversos projectos sobre a reorganização administrativa da cidade.
É essa a diferença. Há independentes com valor que gostariam de participar civicamente na vida pública e que se desinteressam por terem de aturar os especialistas da pequena política, sem pensamento próprio e que como sanguessugas se agarram aos partidos porque é dali que lhes vem o sustento.
Caso paradigmático: vai haver eleições na concelhia de Lisboa, o candidato que vai ganhar chama-se Sérgio Lipari. Não tenho nada contra ele, mas a maior parte das pessoas não o conhece a não ser de umas notícias sobre a Gebalis. Nota engraçada: não vive em Lisboa. Mas controla o aparelho de Lisboa.
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sábado, 25 de dezembro de 2010
domingo, 24 de outubro de 2010
90 anos da Vogue
O Manuel Falcão, homem atento à cultura e à moda, já tinha chamado a atenção para esta revista.
São os 90 anos de excessos da Vogue, que só ontem tive oportunidade de ler e sobretudo ver.
Não há marca de moda que não esteja lá. As fotos. como sempre, são geniais e a publicidade de algumas marcas feita especialmente para esta edição é inesquecível.
É uma revista cara, mas que fica para sempre. Vale a pena mesmo.
São os 90 anos de excessos da Vogue, que só ontem tive oportunidade de ler e sobretudo ver.
Não há marca de moda que não esteja lá. As fotos. como sempre, são geniais e a publicidade de algumas marcas feita especialmente para esta edição é inesquecível.
É uma revista cara, mas que fica para sempre. Vale a pena mesmo.
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