Das primeiras notícias que vi hoje, a mais infeliz é a partida do José Pedro Barreto para outro lado qualquer onde possa ver a política internacional como gostava.
Conheci-o no Semanário, sempre discreto, envolto em pilhas de jornais internacionais onde era um grande editor.
Das primeiras vezes que falei com ele, levei-lhe um dos meus cadernos onde tinha vários artigos dele anotados ao longo dos tempos, pois desde novo habituei-me a acompanhar o que se passa lá por fora. Ficou satisfeito por um miúdo acompanhar as suas prosas.
Ainda há pouco tempo acompanhou a Cimeira da Nato e esteve até às 4 da manhã a comentar o discurso de Obama na TVI 24, como lembra o Júlio Magalhães por aqui. Um grande abraço ao José Pedro Barreto e os meus sentidos pêsames à família e amigos.
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sábado, 29 de janeiro de 2011
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
Álvaro de Mendonça director de novos negócios da Cofina
Dou os parabéns por estas novas funções ao Álvaro de Mendonça. O meu segundo director e o que confiou em mim, miúdo, para fazer política e ser editor internacional do Semanário.
E a quem também estou grato por ter confiado no projecto que lhe apresentei em 1997 e que se veio a chamar "PM- Política Mesmo", revista de política de que o director foi Pedro Santana Lopes, presidente editorial a Helena Sacadura Cabral e eu o director-executivo, de Maio de 1997 a Março de 1998, após a minha saída ainda continuou com Duarte Lima até Setembro de 1998.
Em Maio de 1998 começava uma outra revista de política, a "Política Moderna", que durou até Outubro de 2001. Nesse grupo voltei a reencontrar o Álvaro na "Economia Pura" e "Marketeer". O Álvaro é um grande criador de conteúdos e um mestre, nunca o poderia deixar de saudar.
E a quem também estou grato por ter confiado no projecto que lhe apresentei em 1997 e que se veio a chamar "PM- Política Mesmo", revista de política de que o director foi Pedro Santana Lopes, presidente editorial a Helena Sacadura Cabral e eu o director-executivo, de Maio de 1997 a Março de 1998, após a minha saída ainda continuou com Duarte Lima até Setembro de 1998.
Em Maio de 1998 começava uma outra revista de política, a "Política Moderna", que durou até Outubro de 2001. Nesse grupo voltei a reencontrar o Álvaro na "Economia Pura" e "Marketeer". O Álvaro é um grande criador de conteúdos e um mestre, nunca o poderia deixar de saudar.
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