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terça-feira, 13 de dezembro de 2016

A raiva contra jornalistas e comentadores

O meu artigo no ECO, pode ler aqui

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Presidenciais: a memória selectiva de Marcelo e a má memória do jornalismo

Uma das coisas que me tem divertido nos últimos tempos é a questão das presidenciais. Gosto do jogo do gato e do rato, gosto da marcação cerrada entre homens, gosto de ver o nervosismo a aumentar.

Santana miou condicionando os outros, Marcelo uivou nervoso e dormindo mal à noite com os nervos, Rio também ladrou, mas é um ladrar ainda sem objectivo. E Guterres também vai realizando ruídos, estes mais certos, pois a sua pretensa candidatura a secretário-geral da ONU é apenas uma daquelas conversas, bem conhecidas dos que têm memória, de mais tarde fazer constar que recusou um alto cargo internacional por um imperativo de consciência nacional. Para quem não percebeu, mas bastou na semana passada o desmentido da manchete do Sol - que o retirava da corrida - com uma declaração ao Expresso, Guterres é o candidato da esquerda e é um bom candidato.

À direita há algo que me faz rir na memória selectiva de Marcelo e na má memória de alguns jornalistas que publicam a sua tese. E qual é a tese dele? É que muitos candidatos à direita pulverizam a hipótese da mesma vencer as presidências.

Mas Marcelo tem memória só para o que lhe interessa, que é que tudo se una em torno da sua candidatura porque a sua cobardia habitual só lhe permite avançar pela certa e sem adversários. E não tem vergonha de se esquecer que, em 1985/86, a direita era unânime no apoio a freitas do Amaral. E a esquerda estava ultra-pulverizada com três pesos-pesados: Salgado Zenha, Maria de Lurdes Pintasilgo e Mário Soares. E, por sinal, a tal esquerda com muitos candidatos ganhou. E até ganhou o candidato que partia atrás nas sondagens.

Marcelo tem de compreender que uma eleição presidencial resulta da vontade de um homem. Do seu afã em se candidatar e não de unanimismos ou escolhas partidárias. É uma prova de coragem e mentalmente dura. Marcelo é medroso e frágil psicologicamente, sempre assim foi para seu mal. E ele até tem medo que o talhante do meu bairro tenha vontade de ser candidato presidencial. É que ele ainda não decidiu, mas pode. Basta recolher assinaturas.

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Jornalistas de economia

«Um jornalista de economia é uma espécie de ajudante de vidente»

em "O mar em Casablanca" de Francisco José Viegas

terça-feira, 17 de julho de 2012

O que quer um jornalista?

«O que quer um jornalista? Capturar a verdade para depois a libertar.»

Mons Kallentoft, «Flores caídas no jardim do Mal»

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Julgava que só havia pressões sobre jornalistas, afinal...

...também há pressões sobre a ERC. Extraordinário.

sexta-feira, 29 de junho de 2012

Cofina avança com Correio da Manhã TV

Já era um assunto há muito falado em bastidores e uma velha ambição de Paulo Fernandes. À Cofina só faltava um canal de televisão e vai mesmo avançar, chamar-se-á Correio da Manhã TV. Um dos pontos positivos é o anúncio da contratação de 80 profissionais e o mercado de jornalismo bem precisa de postos de trabalho.

domingo, 17 de junho de 2012

40 anos do Watergate e as suas lições actuais

Dois jornalistas que se tornaram estrelas, com a ajuda de uma "Garganta Funda", abateram um Presidente americano que era um escroque e uma figura repleta de demónios na sua psique, que era débil. Chamava-se Richard Nixon.

Hoje, apesar de qualquer pessoa poder contruir conteúdos informativos, e aparentemente se viver uma globalização e democratização dos meios com o abatimento da importância dos "gate-keepers", o que é certo é que os meios tradicionais têm de desempenhar um papel importante na defesa da verdade e na denúncia de factos de relevãncia para a sociedade.

Por vezes tenho crescentes dúvidas sobre a liberdade de imprensa actual, devido a diversos condicionamentos, nomeadamente ecoómicos. Cabe aos jornalistas fazerem de livre consciência o seu papel. É essa a maior herança do caso Watergate.

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Jornalistas desconfiam dos assessores de imprensa (e vice-versa)

Interessante estudo da Carolina Enes, a que o sector de Conselho em Comunicação deu o devido apoio e destaque por ser um importante barómetro.

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

"Putas y periodistas": acerca da petição sobre o jornal Público

Hoje, logo pela fresca, deparei com uma petição em favor dos jornalistas do Público. E eu nunca gosto que acabe qualquer jornal. Mas, depois, li este post que recomendo para todas as administrações de jornais, jornalistas e não só.

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

«Ejaculação precoce»

Quem trabalha em comunicação sabe a importância que o soundbite tem na criação da notícia. É nosso dever procurar construir um bom conteúdo informativo, que dê notícia, e se acompanhado de um soundbite forte a atenção do jornalista é mais facilmente captável.

Aqui poderá ler como o presidente do SIM cria um título que chama a atenção e faz notícia.

domingo, 13 de novembro de 2011

5 regras para jornalistas que passam a assessores de imprensa

Tirado do mural no Facebook do Luis Paixão Martins. Um jornalista não está de imediato habilitado a ser um bom assessor de imprensa. Ele passou de lado e tem de conhecer as regras e limitações do novo lado.

domingo, 6 de novembro de 2011

Um grande elenco no aniversário do João Villalobos

Ontem à noite, no Foxtrot, bar onde já não entrava há mais de dez anos, lembrei-me daqueles cartazes no antigo Monumental: Vasco Morgado apresenta Laura Alves à frente de um grande elenco.

Pois neste elenco, à frente, estava o João Villalobos que comemorava 45 anos (espero que não fique chateado por revelar a idade). Depois era um elenco muito interessante e aqui deixo um resumo, quase um apontamento social.

Lá estavam Francisco Almeida Leite e Luis Naves (DN), Paulo Pinto Mascarenhas (Correio da Manhã), Maria joão Costa (Renascença), Fernando Sobral (Jornal de Negócios), Beatriz Jálon (TVI), Tiago Franco (Ipsis), Rodrigo Saraiva (Parceiros de Comunicação), Luis Rosendo (Generator), Telmo Carrapa e José Aguiar (Cunha Vaz), Alexandre Guerra (Special One), Luis Goldschmit (Caixa Geral Depósitos), Luis Mota (IAdvisers), Vasco Campilho (Governo), Hugo Gomes (OOTB) Teresa Paradela e Sandra Neves (CML), Maria Inês Almeida (autora de livros infantis), Duarte Calvão (crítico gastronómico), Marina Ferreira (ex-vice Presidente da CML) e a chegar em último o meu amigo Pedro Reis novo presidente da AICEP, a quem aproveito para desejar felicidades públicas para o importante posto da diplomacia económica portuguesa.

Esta lista está sujeita ainda a acrescentos pois pode ter estado mais gente que não tenha visto ou que não me lembre agora. Um bom ambiente para um abraço ao João.

terça-feira, 11 de outubro de 2011

«Sou jornalista não percebo nada de comunicação»

Foi assim que Henrique Monteiro iniciou uma sua intervenção. Um post da Alda Telles que reproduzo aqui e que é muito significativo da diferença entre jornalistas e consultores de comunicação.

terça-feira, 10 de maio de 2011

Três jornalistas em grande forma

Até poderão ser mais e são. Mas quero enquanto leitor dar o devido destaque a três jornalistas que, a meu ver, estão num grande momento de forma.

Primeiro, quero salientar o salto qualitativo do Expresso desde que o Ricardo Costa assumiu funções. Conheço-o há muitos anos, não o conheci propriamente há pouco tempo num lançamento de um livro, com ele, a determinada altura da minha vida, falei muitas vezes por causa da política.

O Ricardo é um dos grandes jornalistas portugueses, para lá de brilhante comentador político, e está a fazer do seu jornal a referência que foi com notícias (e o director voltou a fazer notícias), revistas Actual e Única de muita qualidade e textos acutilantes.

A seu lado, replicando a dupla de sucesso do Expresso da Meia-Noite, Nicolau Santos, bom jornalista e homem culto, na Economia continua a dar cartas e com um último texto prodigioso sobre Portugal. Tenho enorme respeito por ele, apesar de em tempos, e ele decerto o compreenderá, as minhas funções da altura me obrigassem a tomar certas posições.

Por último, mas não menos importante, que grandes prosas tem feito o meu ex-colega e bom amigo Pedro Santos Guerreiro no Jornal de Negócios. Conheço-o há 15 anos e para lá do seu talento e bom senso natural, tem havido uma evolução fenomenal nas suas análises, com uma acutilância e um estilo que o tornam neste momento imperdível.

PS: Há muitos anos sempre imperdível continua Ferreira Fernandes, todosos dias no DN e na revista de Sábado. O seu texto sobre Bin Laden desta semana é daqueles para guardar.

sábado, 29 de janeiro de 2011

Partiu o José Pedro Barreto, uma referência

Das primeiras notícias que vi hoje, a mais infeliz é a partida do José Pedro Barreto para outro lado qualquer onde possa ver a política internacional como gostava.

Conheci-o no Semanário, sempre discreto, envolto em pilhas de jornais internacionais onde era um grande editor.

Das primeiras vezes que falei com ele, levei-lhe um dos meus cadernos onde tinha vários artigos dele anotados ao longo dos tempos, pois desde novo habituei-me a acompanhar o que se passa lá por fora. Ficou satisfeito por um miúdo acompanhar as suas prosas.

Ainda há pouco tempo acompanhou a Cimeira da Nato e esteve até às 4 da manhã a comentar o discurso de Obama na TVI 24, como lembra o Júlio Magalhães por aqui. Um grande abraço ao José Pedro Barreto e os meus sentidos pêsames à família e amigos.

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Oráculo (199)

«Jornalista é peixinho de aquário: colorido e faz gracinhas. O escritor é o peixe de mar profundo. O sol não entra, mas ele tem o oceano todo»

Carlos Heitor Cony

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Quando os jornais vão aos blogs

Já sabemos que hoje podia haver uma greve geral de jornalistas que não haveria falta de informação.

Hoje, todos podem produzir conteúdos, alguns mais amadores outros mais profissionais, é o lado aberto das redes sociais.

Nos blogs há bom comentário e também há boa informação. Por vezes o que me deixa estarrecido é o tempo que os media tradicionais levam a apanhar bons conteúdos informativos.

Há dias falei das brincadeiras perigosas de Cantona com a banca, algo que já está no You Tube há mais de uma semana. Os jornais portugueses demoraram a dar importãncia.

Há uma semana Luís Paixão Martins revelou o novo projecto editorial de Emídio Rangel e Rui pedro Soares. A Vespa do DN esteve atenta no sábado, hoje o Público faz notícia assinada por duas jornalistas seniores com o conteúdo total do Lugares Comuns.

E faz algo de bem: cita a fonte. Pois é, se os jornalistas andarem mais atentos são capazes de descobrir que o Conselho em Comunicação é parceiro e amigo e que as redes sociais projectam conteúdos que não podem passar ao lado dos media tradicionais.

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Oráculo (81)

«Mesmo que não o admitam, o negócio dos jornalistas não é o da informação. É o entretenimento»

Michael Deaver, um dos gurus de Ronald Reagan