Há várias empresas da área de Conselho em Comunicação que estão a trabalhar bem. Mas eu queria salientar (tenho falado noutras também) a Ban e a Guess What.
A Ban (Gavin Anderson) é liderada pelo meu amigo Armandino Geraldes. Que de forma discreta tem feito bem o seu trabalho. Quando saí da agência onde trabalhava, foi das pessoas com quem mais gostei de conversar. Não temos muito em comum em termos de personalidade, mas temos muito em comum no nosso relacionamento com os clientes. E o conceito é proximidade.
A Guess What de Jorge Azevedo e Renato Póvoas (JA e RP) está a crescer e também a trabalhar bem, com uma excelente aquisição que é a Sofia Alcobia que criou a PressDirecto (aliás até gostava que falassem com ela sobre a seriedade de algumas pessoas).
E não esqueço que tenho uma enorme dívida de gratidão com JA e RP. Não os conheço de parte nenhuma, nunca falei com eles e nem me conhecem sequer. No entanto, naquelas coisas em que a vida é pródiga e eu estou tão habituado a elas, não gostam muito de mim. Mas estou-lhes, curiosamente, eternamente grato.
É que no início da minha actividade neste sector, JA e RP, organizaram um passatempo mordaz, ganho pela Flávia, em que davam um livro a quem descobrisse quem era certa personagem. Houve três respostas: Luis Paixão Martins, António Cunha Vaz e Rui Calafate.
Além do meu nome ter dado um livro à Flávia, fico sempre satisfeito por me colocarem no Olimpo da Comunicação em Portugal. Quem me conhece sabe que adorei a referência, pois sempre disse que «estou no lago dos tubarões e não sou peixinho».
Este post serve para realçar o trabalho das duas agências e para reforço de perfil de JA e RP que são pouco conhecidos. É uma forma de genuinamente lhes agradecer o reforço do meu perfil naquela altura.
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
Mário Crespo
1º facto - gosto do Mário Crespo
2º facto - o artigo que escreveu é violentíssimo e, sem fazer censura, qualquer director teria de ter algum cuidado na sua publicação (isto ainda ninguém disse).
3º facto - sendo um artigo de opinião, e com assinatura devidamente reconhecida, não cabe a um director ir investigá-lo. Leite Pereira sabe bem, porque tem muitos anos de jornalismo, que há uma diferença clara entre artigos de opinião e notícias. Sendo que por vezes a opinião pode conduzir através das pistas que deixa a boas notícias.
Estes são três factos a retirar desta censura do Jornal de Notícias a um grande jornalista e incómodo porque não é "pressionável" como é o Mário Crespo.
A partir deste facto é certo que a SIC vai ter de renovar com ele por muitos anos, até porque ele é um«anchor» à americana e muito raro de se ver aqui em Portugal. E qualquer jornal que o contratar agora sabe que vai ter uma legião de fãs que o vão acompanhar. Sendo assim, agora Mário Crespo vale o seu peso em ouro.
Respeito quem pensa pela sua própria cabeça. E nesta fase em que fica provado que este Governo foi o que mais controlou a comunicação social e o que mais interveio em negócios que afectam o dia-a-dia das redacções, o clima de alergia a quem não é controlável vem-se acentuando.
Conheço José Sócrates, com quem sempre mantive boas relações, e sei que por vezes se torna colérico com quem não pensa da mesma maneira do que ele. Mas os factos levam a pensar que este Governo está a deixar de ser cuidadoso com a sua imagem, algo que pontuou a sua acção no primeiro mandato.
Mas também me fica uma dúvida e que gostava de ver esclarecida: no seu artigo, Mário Crespo fala de três membros do Governo e de um «executivo de televisão». Com a coragem a que nos habiituou, ele devia dizer quem era o «executivo de televisão» que convivia com as migalhas do poder e que não defendeu um seu colega e a liberdade de informação.
2º facto - o artigo que escreveu é violentíssimo e, sem fazer censura, qualquer director teria de ter algum cuidado na sua publicação (isto ainda ninguém disse).
3º facto - sendo um artigo de opinião, e com assinatura devidamente reconhecida, não cabe a um director ir investigá-lo. Leite Pereira sabe bem, porque tem muitos anos de jornalismo, que há uma diferença clara entre artigos de opinião e notícias. Sendo que por vezes a opinião pode conduzir através das pistas que deixa a boas notícias.
Estes são três factos a retirar desta censura do Jornal de Notícias a um grande jornalista e incómodo porque não é "pressionável" como é o Mário Crespo.
A partir deste facto é certo que a SIC vai ter de renovar com ele por muitos anos, até porque ele é um«anchor» à americana e muito raro de se ver aqui em Portugal. E qualquer jornal que o contratar agora sabe que vai ter uma legião de fãs que o vão acompanhar. Sendo assim, agora Mário Crespo vale o seu peso em ouro.
Respeito quem pensa pela sua própria cabeça. E nesta fase em que fica provado que este Governo foi o que mais controlou a comunicação social e o que mais interveio em negócios que afectam o dia-a-dia das redacções, o clima de alergia a quem não é controlável vem-se acentuando.
Conheço José Sócrates, com quem sempre mantive boas relações, e sei que por vezes se torna colérico com quem não pensa da mesma maneira do que ele. Mas os factos levam a pensar que este Governo está a deixar de ser cuidadoso com a sua imagem, algo que pontuou a sua acção no primeiro mandato.
Mas também me fica uma dúvida e que gostava de ver esclarecida: no seu artigo, Mário Crespo fala de três membros do Governo e de um «executivo de televisão». Com a coragem a que nos habiituou, ele devia dizer quem era o «executivo de televisão» que convivia com as migalhas do poder e que não defendeu um seu colega e a liberdade de informação.
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Rui Calafate
Maria João Lima na Marketeer
A jornalista da Meios e Publicidade começa este mês na Marketeer. É uma boa aquisição para os quadros de Ricardo Florêncio e da Maria João Vieira Pinto.
Uma profissional sólida e muito conhecedora deste mercado a quem desejo felicidades. Para o seu lugar na Meios entra Pedro Durães que já está a assinar peças.
Uma nota para a Maria João: vai trabalhar diariamente com a Carlota e a Sónia. Duas das mais ferrenhas "Calafatetes" e que eu adoro.
Uma profissional sólida e muito conhecedora deste mercado a quem desejo felicidades. Para o seu lugar na Meios entra Pedro Durães que já está a assinar peças.
Uma nota para a Maria João: vai trabalhar diariamente com a Carlota e a Sónia. Duas das mais ferrenhas "Calafatetes" e que eu adoro.
Álvaro de Mendonça no Jornal de Negócios
É já no dia 15 de Fevereiro que o Grupo Cofina vê entrar nos seus quadros o Álvaro de Mendonça.
Ele vai ser o responsável dos projectos especiais do Jornal de Negócios. Ele é a pessoa que apostou em mim, dando-me o primeiro cargo de edição - a editoria internacional - num jornal.
Foi em 1995, no Semanário, numa altura em que ao mesmo tempo que eu surgiram ali no Dafundo mais de uma mão cheia de jovens lobos de grande talento e que hoje ocupam cargos de decisão em diferentes áreas, nomeadamente jornais.
O Álvaro fundou a Fortuna, esteve na Exame, no Semanário, criou a Economia Pura e lançou o OJE. É um jornalista genial e por isso dou os meus parabéns pela aquisição feita pelo Pedro Santos Guerreiro, também um jovem lobo em 1995.
O Álvaro e o PSG são dois Special One.
Ele vai ser o responsável dos projectos especiais do Jornal de Negócios. Ele é a pessoa que apostou em mim, dando-me o primeiro cargo de edição - a editoria internacional - num jornal.
Foi em 1995, no Semanário, numa altura em que ao mesmo tempo que eu surgiram ali no Dafundo mais de uma mão cheia de jovens lobos de grande talento e que hoje ocupam cargos de decisão em diferentes áreas, nomeadamente jornais.
O Álvaro fundou a Fortuna, esteve na Exame, no Semanário, criou a Economia Pura e lançou o OJE. É um jornalista genial e por isso dou os meus parabéns pela aquisição feita pelo Pedro Santos Guerreiro, também um jovem lobo em 1995.
O Álvaro e o PSG são dois Special One.
CAN
Agora que terminou a CAN - o campeonato africano de futebol - queria apenas deixar a nota de que, apesar do ataque à selecção do Togo e de poucas assistências nos estádios, foi uma empresa portuguesa que tratou a comunicação deste evento que colocou Angola durante um mês no mapa do futebol mundial.
Isso é importante para o sector e logo os meus parabéns à Cunha Vaz & Associados.
Isso é importante para o sector e logo os meus parabéns à Cunha Vaz & Associados.
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Rui Calafate
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
Oráculo (13)
«Ás vezes as mulheres confundem homens misteriosos com homens que não têm nada a dizer»
Prof. Carlos Amaral Dias
Prof. Carlos Amaral Dias
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Boa aquisição da Torke
Fico muito satisfeito por hoje se estrear o meu amigo Francisco Véstia na Torke.
É o sítio ideal para ele mostrar toda a sua criatividade na área do marketing de guerrilha e activação de marcas. Lembro-me que para aí há dois anos tive uma conversa com ele, no Lux, quase de irmão mais velho. E dei-lhe os meus conselhos, acho que não foram maus.
Para lá de ser muito criativo, é muito atento ao mercado e é excelente pessoa.
Merece toda a sorte do mundo.
É o sítio ideal para ele mostrar toda a sua criatividade na área do marketing de guerrilha e activação de marcas. Lembro-me que para aí há dois anos tive uma conversa com ele, no Lux, quase de irmão mais velho. E dei-lhe os meus conselhos, acho que não foram maus.
Para lá de ser muito criativo, é muito atento ao mercado e é excelente pessoa.
Merece toda a sorte do mundo.
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