Mostrar mensagens com a etiqueta Jornal de Negócios. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Jornal de Negócios. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 19 de maio de 2014

Imprensa a mexer e é bom

O Expresso on line espoletou uma movimentação no mercado de imprensa interessante. O Negócios mudou o grafismo, o Público também vai evoluir e hoje nasce o Observador.

Num mercado publicitário que ainda está em recessão, a todos saúdo pelo investimento e porque mais e melhor informação é positivo para uma sociedade democrática. Não sei como ficará o mercado, mas é bom que a imprensa dê estes sinais de saída do marasmo.

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Briefings e Swaps: a minha opinião para o Jornal de Negócios

O modelo do briefing do Governo pode ser bom se for enquadrado por profissionais de comunicação que os preparem. É sabido que este Governo tem um enorme problema de comunicação, lida mal com os media, os briefings foram uma tentativa para a melhorar, mas os efeitos têm sido perversos, muito por fruto da impreparação e amadorismo comunicacional de quem os faz.

No caso dos swaps, os briefings levaram a que se passasse da silly season para a swap season e mataram por duas vezes Pais Jorge. Na segunda foi um assassínio em directo por parte de Pedro Lomba.

O Governo tentou criar um artifício comunicacional afirmando que um documento foi forjado. O spin foi péssimo e no dia seguinte o secretário de Estado demitiu-se. O Governo descredibilizou-se desde o momento em que foi conhecida a associação de Pais Jorge aos swaps, nos dias seguintes, em vez de dar a volta, a situação piorou e houve uma descredibilização da equipa das Finanças, Foi um arrastar do problema por pura incompetência e falta de decisão política.

Não entendo que os briefings criem anticorpos com a comunicação social, cria é oportunidades de mais erros comunicacionais do Governo que serão aproveitados pelos media. Não basta escrever em blogs para se ser especialista em comunicação e no Governo há muita gente que escrevia na blogosfera e poucos profissionais de comunicação experientes. Esse é um drama sem solução à vista.

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Quem o PS e o PSD representam...

Artigo demolidor do Fernando Sobral hoje no Negócios sobre a política portuguesa.

«Se dúvidas havia, elas dissiparam-se. PS e PSD pensam primeiro em si e nos seus. Depois em nós, os portugueses. É uma opção válida. Mas demonstra como, hoje, PS e PSD deixaram de representar Portugal. Representam-se a si mesmos e aos seus interesses. Este não é o «american way of life em que todos têm a hipótese de subir na vida e de conquistar um lugar ao sol; é o «portuguese way of life», onde quem anda nos partidos tem uma hipótese soberana de subir na vida, independentemente do que sucede aos portugueses».

É nestas alturas de pré-caos que a história diz que podem surgir rupturas. Sociais e políticas. E o cansaço dos portugueses face à política pode levar a reorganizações.

terça-feira, 27 de julho de 2010

Passos Coelho perdeu boa imagem?

O Jornal de Negócios decidiu, ontem, ouvir «especialistas em comunicação política», no caso, eu e o director da Agenda Setting, sobre se Pedro Passos Coelho perdeu a boa imagem por causa desta proposta de Revisão Constitucional. E fez 3 perguntas:

1 O timing de anúncio desta proposta foi o ideal?

Respondi: O timing não foi o ideal. Vivemos a muito falada silly-season e naturalmente os portugueses querem ir para banhos, a sua atenção está focada noutras coisas. Depois, a proposta é apresentada muito em cima da data das próximas eleições presidenciais o que pode condicionar o debate. Cavaco não quer falar disso, Alegre só quer falar disso.

2 Face às sondagens que indicam que Pedro Passos Coelho está com uma imagem muito positiva junto dos portugueses, comparativamente com Sócrates, é possível que ele perca essa vantagem?

Respondi: Acho que não. Ele não perde a boa imagem por causa desta proposta. Neste momento Portugal vive o regresso de uma onda laranja, como o indicam todas as sondagens. Passos encarnou a mudança, Sócrates está com uma imagem muito fustigada e dificilmente recuperará.

Além do mais, as questões de regime, hoje em dia, interessam pouco aos portugueses porque não lhes tocam no seu bolso. O que estes querem é soluções para a crise que Portugal atravessa, por isso esta proposta de Revisão não choca com a expectativa positiva que rodeia o novo líder do PSD.

3 O ataque do PS pode conseguir dar nova força a Sócrates e o equilibrar das coisas nas sondagens?

Respondi: Está provado, historicamente, que quando o PS ataca ferozmente, mesmo com agressões verbais, isso é sinal de muitas dificuldades. E esse sinal é que o PS está a correr atrás da agenda imposta pelo líder do PSD. Por isso, vai ganhar muito pouco com isso.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Álvaro de Mendonça no Jornal de Negócios

É já no dia 15 de Fevereiro que o Grupo Cofina vê entrar nos seus quadros o Álvaro de Mendonça.
Ele vai ser o responsável dos projectos especiais do Jornal de Negócios. Ele é a pessoa que apostou em mim, dando-me o primeiro cargo de edição - a editoria internacional - num jornal.
Foi em 1995, no Semanário, numa altura em que ao mesmo tempo que eu surgiram ali no Dafundo mais de uma mão cheia de jovens lobos de grande talento e que hoje ocupam cargos de decisão em diferentes áreas, nomeadamente jornais.
O Álvaro fundou a Fortuna, esteve na Exame, no Semanário, criou a Economia Pura e lançou o OJE. É um jornalista genial e por isso dou os meus parabéns pela aquisição feita pelo Pedro Santos Guerreiro, também um jovem lobo em 1995.
O Álvaro e o PSG são dois Special One.

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Clube dos Jornalistas

Às vezes é uma maçada ver o Clube dos Jornalistas, por isso via o Flashforward e preparava-me para ler a edição de Dezembro da LER (cada vez melhor).
Durante a série da moda, recebi um sms de uma fonte profissional bastante credível e de que gosto que me levou a ver o programa da 2.
Um professor da Católica - ainda bem que não o tive, pois deve ser muito bom homem mas um excelente comprimido para aquelas pessoas cheias de problemas pessoais e emocionais que sofrem de insónias e que dormiriam na sua presença na paz dos anjos - o Celso Filipe do Jornal de Negócios e o Luis Paixão Martins. Era sobre agências de comunicação.
O mais esclarecido era o LPM, o Celso falava de ROIs e de algumas más práticas de algumas agências amadoras que não sabem quem devem contactar para passar a sua informação, o professor da Católica estava lá.
Momentos altos as referências de LPM à WPP (algo que abordei muito ao de leve há poucos dias)e a pergunta a Celso Filipe se a gravata que levava tinha sido recomendada pela agência de comunicação que trabalha com o Negócios...
O Celso não levava gravata, foi hilariante.