sexta-feira, 8 de julho de 2011

Ex-assessor de comunicação detido

O escãndalo na Grâ-Bretanha no seu esplendor, o ex-assessor de David Cameron detido.

Em estado de choque

Fiquei completamente surpreendido com a muito triste notícia da morte do Diogo Vasconcelos, homem das telecomunicações e que foi mandatário digital de Cavaco Silva.

Gostava dele e ele também tinha simpatia por mim e era leitor deste blog como sempre me dizia, não gostava muito quando atacava o Presidente da República, o que era natural, mas ficou grato quando escrevi que um dos principais sinais de modernidade nas últimas presidenciais foi a escolha de um mandatário digital.

Parte aos 49 anos e ainda tinha muito a dar ao nosso país. É uma lamentável perda, tal como também a da Maria José Nogueira Pinto.

Conto uma história: em Novembro o actual presidente da Federação Académica do Porto, decidiu fazer umas jornadas Diogo vasconcelos, como homenagem ao primeiro presidente dessa Federação, o Diogo, e como símbolo de qualidade, competência e mérito, reconhecido em Portugal e além-fronteiras.

E pediu-me, pela minha boa relação, para o convidar se aceitava dar o seu nome a essas jornadas. O Diogo, com generosidade acedeu. Hoje, julgo que será justo que essas jornadas mantenham o seu nome para todo o sempre, seria uma excelente homenagem.

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Oráculo (286)

«Duas pessoas só estão realmente envolvidas numa relação quando compreendem as coisas uma da outra»

Scot Turow - "Inocente"

Primeiras consequências do novo Governo

Vejo o blog Câmara Corporativa muito afinado e em grande forma, o 31 e o Albergue Espanhol ainda um bocadinho desnorteados com a fuga de talentos para os gabinetes ministeriais.

Depois, a enorme perda nas redes sociais que é a ida do João Villalobos para o Governo, ele que era um dos mais interessantes no twitter e facebook. Um abraço e desejo de muitas felicidades nas novas tarefas, a ele e a outros amigos que entraram nessa nova aventura.

Novidades do Facebook

A ver por aqui.

A Tempestade das agências de rating e a União Europeia não existe

«Soco no estômago», disse Passos Coelho. Mas poderia dizer o mesmo José Sócrates, Joaquim Manuel ou Lyoncia Viktoria.

«Que interessa à tempestade o nome do rei?», escrevia Shakespeare sobre o ex-duque de Milão, Próspero, então refugiado numa ilha algures, em a «Tempestade».

Esta tempestade da Moody`s tem pouco a ver com o nome dos reis. Vários se insurgiram, a nova presidente do FMI já elogiou as medidas draconianas do governo português e ferve a revolta popular contra as agências de rating.

O ataque ao euro é evidente, levado a cabo por instituições que não anteviram a crise da banca americana. A sua credibilidade é cada vez mais discutível, mas o que ainda importa salientar é que Portugal já gastou 9 milhões para ser avaliado por estas agências, a quem pagou para nos decretarem que somos lixo.

E cabe ainda salientar que a Comissão Europeia, liderada por um português, Durão Barroso, é praticamente inexistente, está amarrada aos que deram velhas receitas sem soluções para a crise actual.

A União Europeia não existe, existe apenas uma moeda. Não há iniciativa para cavalgar, a nível europeu, contra as agências de rating e o embaraço é evidente face à crise actual e que se acentuará.

José Manuel Durão Barroso... «Que interessa à tempestade o nome do rei?».

Obama mobiliza através do Twitter

Já o tinha feito com o Facebook, agora no twitter através do laptop-one.