«Nós somos o que partilhamos»
Charles Leadbeater, frase que o Diogo Vasconcelos gostava e que retiro do mural do João Mota Lopes
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sexta-feira, 8 de julho de 2011
Em estado de choque
Fiquei completamente surpreendido com a muito triste notícia da morte do Diogo Vasconcelos, homem das telecomunicações e que foi mandatário digital de Cavaco Silva.
Gostava dele e ele também tinha simpatia por mim e era leitor deste blog como sempre me dizia, não gostava muito quando atacava o Presidente da República, o que era natural, mas ficou grato quando escrevi que um dos principais sinais de modernidade nas últimas presidenciais foi a escolha de um mandatário digital.
Parte aos 49 anos e ainda tinha muito a dar ao nosso país. É uma lamentável perda, tal como também a da Maria José Nogueira Pinto.
Conto uma história: em Novembro o actual presidente da Federação Académica do Porto, decidiu fazer umas jornadas Diogo vasconcelos, como homenagem ao primeiro presidente dessa Federação, o Diogo, e como símbolo de qualidade, competência e mérito, reconhecido em Portugal e além-fronteiras.
E pediu-me, pela minha boa relação, para o convidar se aceitava dar o seu nome a essas jornadas. O Diogo, com generosidade acedeu. Hoje, julgo que será justo que essas jornadas mantenham o seu nome para todo o sempre, seria uma excelente homenagem.
Gostava dele e ele também tinha simpatia por mim e era leitor deste blog como sempre me dizia, não gostava muito quando atacava o Presidente da República, o que era natural, mas ficou grato quando escrevi que um dos principais sinais de modernidade nas últimas presidenciais foi a escolha de um mandatário digital.
Parte aos 49 anos e ainda tinha muito a dar ao nosso país. É uma lamentável perda, tal como também a da Maria José Nogueira Pinto.
Conto uma história: em Novembro o actual presidente da Federação Académica do Porto, decidiu fazer umas jornadas Diogo vasconcelos, como homenagem ao primeiro presidente dessa Federação, o Diogo, e como símbolo de qualidade, competência e mérito, reconhecido em Portugal e além-fronteiras.
E pediu-me, pela minha boa relação, para o convidar se aceitava dar o seu nome a essas jornadas. O Diogo, com generosidade acedeu. Hoje, julgo que será justo que essas jornadas mantenham o seu nome para todo o sempre, seria uma excelente homenagem.
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
Li a Fibra e gostei
Às vezes só a cegueira emocional impede de ver a realidade. Quem critica as três publicações da Enzima Amarela - de João David Nunes e João Paixão - Briefing, Advocatus e agora a Fibra ou não percebe nada disto ou está meramente de má fé.
Já tinha elogiado as duas primeiras, agora é tempo de elogiar a revista Fibra que tive oportunidade de ler ontem. E é mais um belo produto. Esta marca é um agregador das comunicações e telecomunicações.
Começou com uma excelente entrevista de Jorge Fiel a Judite de Sousa que faz a primeira capa da revista, segue com um magnífico artigo de uma pessoa que muito prezo que é o Diogo Vasconcelos.
Depois da PT Inovação um bom soundbyte: «o próximo gadget é transformar qualquer objecto num gadget» e a oferta da ZON, MEO e Optimus Clix. Depois uma fotoreportagem com a vivência diária na Microsoft, mas também aparecem Siemens e Nokia.
Outro artigo sobre o serviço público de televisão por Eduardo Cintra Torres e fiquei a saber que a directora de comunicação institucional da Sonaecom também gosta do Mentalista. Vejo mais um restaurante pela pena do Manuel Falcão e termino com toda a parafernália de comunicações que usa o Pedro Granger.
Assim, junta-se a informação técnica com o consumo e a entrevista num produto que com certeza as agências de comunicação levarão em conta.
Aliás, acho piada quando alguns críticos das 3 publicações enviam os seus press-releases noticiosos para elas. Se não gostam para que é que enviam? O que deve dar um gozo bem irónico é depois os críticos verem as suas notícias publicadas, uma espécie de bofetada de luva branca. Com classe.
Já tinha elogiado as duas primeiras, agora é tempo de elogiar a revista Fibra que tive oportunidade de ler ontem. E é mais um belo produto. Esta marca é um agregador das comunicações e telecomunicações.
Começou com uma excelente entrevista de Jorge Fiel a Judite de Sousa que faz a primeira capa da revista, segue com um magnífico artigo de uma pessoa que muito prezo que é o Diogo Vasconcelos.
Depois da PT Inovação um bom soundbyte: «o próximo gadget é transformar qualquer objecto num gadget» e a oferta da ZON, MEO e Optimus Clix. Depois uma fotoreportagem com a vivência diária na Microsoft, mas também aparecem Siemens e Nokia.
Outro artigo sobre o serviço público de televisão por Eduardo Cintra Torres e fiquei a saber que a directora de comunicação institucional da Sonaecom também gosta do Mentalista. Vejo mais um restaurante pela pena do Manuel Falcão e termino com toda a parafernália de comunicações que usa o Pedro Granger.
Assim, junta-se a informação técnica com o consumo e a entrevista num produto que com certeza as agências de comunicação levarão em conta.
Aliás, acho piada quando alguns críticos das 3 publicações enviam os seus press-releases noticiosos para elas. Se não gostam para que é que enviam? O que deve dar um gozo bem irónico é depois os críticos verem as suas notícias publicadas, uma espécie de bofetada de luva branca. Com classe.
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