«Luck is believing you´re lucky»
Tennessee Williams
quarta-feira, 30 de junho de 2010
PR After Work II
Aí está de regresso o PR After Work II.
Como prometido, noutro lugar muito perto do Tejo. O Altis Belém faz as suas Sunset Sessions, que são muito simpáticas, e decidiu convidar as pessoas da comunicação para esse espaço, depois do sucesso da primeira organização.
É natural que haja uma surpresa agradável para todos os presentes, o Rodrigo anunciará. O «provocador» e o «conquistador» estarão presentes e vejo mais 80 pessoas confirmadas.
Este ainda vai ter mais gente. O que é óptimo e bom sinal. São todos bem vindos.
Como prometido, noutro lugar muito perto do Tejo. O Altis Belém faz as suas Sunset Sessions, que são muito simpáticas, e decidiu convidar as pessoas da comunicação para esse espaço, depois do sucesso da primeira organização.
É natural que haja uma surpresa agradável para todos os presentes, o Rodrigo anunciará. O «provocador» e o «conquistador» estarão presentes e vejo mais 80 pessoas confirmadas.
Este ainda vai ter mais gente. O que é óptimo e bom sinal. São todos bem vindos.
Etiquetas:
Altis Belém,
Comunicação,
PR after work,
Rodrigo saraiva,
Rui Calafate
terça-feira, 29 de junho de 2010
Portugal-Espanha: Que capa genial!
O jornal "A Bola" faz uma capa em dia de duelo com nuestros hermanos absolutamente genial. façam o favor de ver
O fim do 24 Horas e o futuro do jornalismo
Para quem foi jornalista é sempre triste o anúncio do fecho de jornais. Qualquer tipo de jornal que seja.
Depois do Comércio do Porto e da Capital, vem agora o 24 Horas. Uma decisão do grupo de Joaquim Oliveira, fundamentada na quebra de vendas em banca de cerca de 50 por cento.
O mercado de conselho em comunicação é parceiro da imprensa tradicional, bem como dos outros media. O nosso mercado precisa de jornais para apresentar trabalho.
Uma imprensa forte, dinâmica, com vendas e títulos é fundamental para quem se encontra do lado das consultoras de comunicação.
Em sinal contrário, ontem lia uma entrevista na "Capital" espanhola de Pedro J. Ramirez, o polémico director do "El Mundo". Com o título: «Estamos perto de uma nova idade do ouro para o jornalismo».
Só em Espanha seis mil jornalistas perderam o emprego, porém, Ramirez considera que as novas tecnologias vão trazer mais consumidores que se dividirão entre os meios on-line e o papel que continuará a existir.
Este optimismo do director do "El Mundo" não sei se se sente pelos jornalistas. Vamos ver o futuro próximo, mas dar o mérito ao "Correio da Manhã" que sendo um jornal popular canibalizou o público do 24 Horas. E ao mesmo tempo entra por outros terrenos com qualidade. Um caminho encetado por João Marcelino e seguido por Octávio Ribeiro.
Depois do Comércio do Porto e da Capital, vem agora o 24 Horas. Uma decisão do grupo de Joaquim Oliveira, fundamentada na quebra de vendas em banca de cerca de 50 por cento.
O mercado de conselho em comunicação é parceiro da imprensa tradicional, bem como dos outros media. O nosso mercado precisa de jornais para apresentar trabalho.
Uma imprensa forte, dinâmica, com vendas e títulos é fundamental para quem se encontra do lado das consultoras de comunicação.
Em sinal contrário, ontem lia uma entrevista na "Capital" espanhola de Pedro J. Ramirez, o polémico director do "El Mundo". Com o título: «Estamos perto de uma nova idade do ouro para o jornalismo».
Só em Espanha seis mil jornalistas perderam o emprego, porém, Ramirez considera que as novas tecnologias vão trazer mais consumidores que se dividirão entre os meios on-line e o papel que continuará a existir.
Este optimismo do director do "El Mundo" não sei se se sente pelos jornalistas. Vamos ver o futuro próximo, mas dar o mérito ao "Correio da Manhã" que sendo um jornal popular canibalizou o público do 24 Horas. E ao mesmo tempo entra por outros terrenos com qualidade. Um caminho encetado por João Marcelino e seguido por Octávio Ribeiro.
Etiquetas:
24 horas,
Conselho em comunicação,
Correio da Manhã,
Imprensa,
Jornalismo,
Rui Calafate
segunda-feira, 28 de junho de 2010
«Portugal precisa de investimento público»
O meu amigo João Leitão, «country manager» ibérico da Betafence, escreveu um excelente artigo no OJE sobre o papel do Estado na Economia. Deixo-o aqui para lerem.
«Todos sabemos, os que andam na área das empresas e dos negócios, que, para estes se desenvolverem, são necessárias duas condições para o investimento ter sucesso: segurança e previsibilidade.
A segurança decorre de indicadores de confiança e a previsibilidade decorre de cenários traçados que dão garantias aos que querem ser investidores numa economia. Tanto na esfera pública como no campo privado.
Vivemos uma crise sem precedentes e o nosso principal mercado, Espanha, com uma taxa de desemprego superior a 20 por cento, uma economia em asfixia e, mais grave, com a Comissão Europeia a duvidar fortemente das suas contas, leva-nos a pensar que as nossas exportações, por ali, não serão a solução.
É nestas alturas, de crise financeira agravada, que nos devemos lembrar do que ocorreu durante o New Deal e a forte política de investimento público levada a cabo por Franklin D. Roosevelt.
Foi o Estado através de um forte programa de obras públicas que reergueu os Estados Unidos e deu nova alma e, naturalmente, mais emprego à Nação.
Nestas alturas em quem é que os empresários devem confiar? Em primeiro lugar em si próprios, continuar a acreditar nos seus negócios, nas suas equipas. Ser optimista num mar de pessimismo às vezes é difícil, mas é um tónico moral importante.
Lembro-me de uma famosa campanha publicitária que referia «menos ais, queremos muito mais». E isso é o lado de quem tem ambição, de quem arrisca, de quem tem gosto em ousar e ser empreendedor. É o lado fascinante dos empresários.
Mas, depois, os empresários devem confiar no Estado que deve ter uma linha de rumo séria e pouco flutuante. O Estado deve dar essa segurança e previsibilidade.
O que se tem passado em Portugal leva os empresários, por vezes, a perder a confiança nas suas próprias previsões.
Uma empresa como a Betafence, líder em em soluções para segurança perimetral, necesita de investimentos nas grandes obras públicas e privadas.
E nos últimos anos têm sido anunciadas diversas obras de grande relevância que poderiam ser importantes para o relançar da economia. O novo aeroporto, nova ponte sobre o Tejo, novos troços de auto-estradas, o TGV e a renovação das linhas ferroviárias. Porém, ficamos na dúvida: vão mesmo avançar?
Se assim não for, todas as condições de segurança e previsibilidade nos investimentos caem por terra. Portugal tem de ter coragem e reforçar as suas decisões, apesar de toda a pressão de Bruxelas para que Portugal recupere os seus principais indicadores económicos e ultrapasse esta grave crise.
Adam Smith dizia que «a ambição universal dos homens é viver colhendo o que nunca plantaram». E é um facto que muitos opinion-makers que nunca tiveram a coragem de ser empresários, por vezes dizem que os empresários portugueses vivem dependentes do Estado.
É totalmente falso. Claro que o Estado e as suas instituições estão activas na economia, mas visando o bem comum, construindo e melhorando para providenciar uma maior qualidade de vida aos cidadãos. E por isso, logicamente, têm de estabelecer parcerias com o sector privado.
É por isso que esses críticos, vou-lhes chamar assim, ainda não perceberam que sem a visão e o arrojo de quem está na vida empresarial, a crise seria muito maior.
Por isso necessitamos de empresas confiantes, de segurança e previsibilidade, e neste momento Portugal precisa urgentemente de investimentos públicos e privados.»
João Leitão
Country manager ibérico da Betafence.
«Todos sabemos, os que andam na área das empresas e dos negócios, que, para estes se desenvolverem, são necessárias duas condições para o investimento ter sucesso: segurança e previsibilidade.
A segurança decorre de indicadores de confiança e a previsibilidade decorre de cenários traçados que dão garantias aos que querem ser investidores numa economia. Tanto na esfera pública como no campo privado.
Vivemos uma crise sem precedentes e o nosso principal mercado, Espanha, com uma taxa de desemprego superior a 20 por cento, uma economia em asfixia e, mais grave, com a Comissão Europeia a duvidar fortemente das suas contas, leva-nos a pensar que as nossas exportações, por ali, não serão a solução.
É nestas alturas, de crise financeira agravada, que nos devemos lembrar do que ocorreu durante o New Deal e a forte política de investimento público levada a cabo por Franklin D. Roosevelt.
Foi o Estado através de um forte programa de obras públicas que reergueu os Estados Unidos e deu nova alma e, naturalmente, mais emprego à Nação.
Nestas alturas em quem é que os empresários devem confiar? Em primeiro lugar em si próprios, continuar a acreditar nos seus negócios, nas suas equipas. Ser optimista num mar de pessimismo às vezes é difícil, mas é um tónico moral importante.
Lembro-me de uma famosa campanha publicitária que referia «menos ais, queremos muito mais». E isso é o lado de quem tem ambição, de quem arrisca, de quem tem gosto em ousar e ser empreendedor. É o lado fascinante dos empresários.
Mas, depois, os empresários devem confiar no Estado que deve ter uma linha de rumo séria e pouco flutuante. O Estado deve dar essa segurança e previsibilidade.
O que se tem passado em Portugal leva os empresários, por vezes, a perder a confiança nas suas próprias previsões.
Uma empresa como a Betafence, líder em em soluções para segurança perimetral, necesita de investimentos nas grandes obras públicas e privadas.
E nos últimos anos têm sido anunciadas diversas obras de grande relevância que poderiam ser importantes para o relançar da economia. O novo aeroporto, nova ponte sobre o Tejo, novos troços de auto-estradas, o TGV e a renovação das linhas ferroviárias. Porém, ficamos na dúvida: vão mesmo avançar?
Se assim não for, todas as condições de segurança e previsibilidade nos investimentos caem por terra. Portugal tem de ter coragem e reforçar as suas decisões, apesar de toda a pressão de Bruxelas para que Portugal recupere os seus principais indicadores económicos e ultrapasse esta grave crise.
Adam Smith dizia que «a ambição universal dos homens é viver colhendo o que nunca plantaram». E é um facto que muitos opinion-makers que nunca tiveram a coragem de ser empresários, por vezes dizem que os empresários portugueses vivem dependentes do Estado.
É totalmente falso. Claro que o Estado e as suas instituições estão activas na economia, mas visando o bem comum, construindo e melhorando para providenciar uma maior qualidade de vida aos cidadãos. E por isso, logicamente, têm de estabelecer parcerias com o sector privado.
É por isso que esses críticos, vou-lhes chamar assim, ainda não perceberam que sem a visão e o arrojo de quem está na vida empresarial, a crise seria muito maior.
Por isso necessitamos de empresas confiantes, de segurança e previsibilidade, e neste momento Portugal precisa urgentemente de investimentos públicos e privados.»
João Leitão
Country manager ibérico da Betafence.
Etiquetas:
Betafence,
investimento,
João Leitão,
OJE,
Portugal,
Rui Calafate
As 8 lições de Clint Eastwood para a vida
Segundo a última revista brasileira VIP que chegou a Portugal, devemos aprender muito com Clint Eastwood.
São oito mandamentos para a vida, mas podiam ser aplicados em todas as áreas de actividade.
1 Nunca se intimide
2 Tenha paixões nesta vida
3 Tome partido
4 Tenha personalidade
5 Tenha foco
6 Seja grato
7 Não seja escravo do dinheiro
8 Jogue limpo
São oito mandamentos para a vida, mas podiam ser aplicados em todas as áreas de actividade.
1 Nunca se intimide
2 Tenha paixões nesta vida
3 Tome partido
4 Tenha personalidade
5 Tenha foco
6 Seja grato
7 Não seja escravo do dinheiro
8 Jogue limpo
Etiquetas:
Clint Eastwood,
Comunicação,
Mandamentos,
Rui Calafate
domingo, 27 de junho de 2010
Oráculo (53)
«Temos de os surpreender com compaixão, com auto-domínio e com generosidade»
Nelson Mandela
Nelson Mandela
Subscrever:
Mensagens (Atom)
