O título deste post tem a ver com uma carta com a imagem descrita e um gravador recebidos por Steven Spielberg. Quem lhe enviou a carta, pela descrição do Eurico de Barros no DN, foi Daniel Day-Lewis. No gravador, ouvia-se a voz do actor a ler o segundo discurso da tomada de posse de Lincoln.
Spielberg pensou em Liam Neeson para protagonizar o filme sobre um dos maiores ícones que ocupou a Casa Branca, mas depois de ouvir o que ouviu, o papel ficou atribuído ao grande actor.
A história é engraçada, mas o que retiro da história é como se ganha uma oportunidade. No "timing" certo e com uma abordagem criativa.
quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
Manobras de primeira página
«Se um político fizer uma manobra e não aparecer na primeira página, alguém reparou?»
Boss, série de tv
Boss, série de tv
quarta-feira, 30 de janeiro de 2013
Obrigado Nazaré
Duas ondas bastaram para colocar Portugal em destaque, em dois anos consecutivos, nos media internacionais. A Nazaré chama a atenção para Portugal e coloca o nosso País em posição de explorar um novo "cluster" de turismo: o de surf.
terça-feira, 29 de janeiro de 2013
Costa afinal não segue o caminho de Jorge Sampaio
Jogo arriscado de António Costa. Mete as fichas na liderança do PS quando tinha quase segura a reeleição em Lisboa. Numas directas não sei como vai ser.
Costa sempre teve o apoio dos media e goza de boa imagem pública. Seguro não encanta, é bom tipo, mas nunca passou a imagem de duro no combate como se impõe a um líder. Se as eleições fossem decididas pelos portugueses, Costa ganhava de caras. Mas quando se contam espingardas dentro de uma organização partidária, entram em campo os caciques locais.
Sempre se disse que Costa iria seguir o trajecto do seu ídolo político: Jorge Sampaio. Da Câmara de Lisboa para Belém. Mas, para se ser líder tem de se ter a volúpia do poder, o afâ de querer liderar. Costa mostra essas duas características. Vai ser uma batalha política interessante de seguir.
Costa sempre teve o apoio dos media e goza de boa imagem pública. Seguro não encanta, é bom tipo, mas nunca passou a imagem de duro no combate como se impõe a um líder. Se as eleições fossem decididas pelos portugueses, Costa ganhava de caras. Mas quando se contam espingardas dentro de uma organização partidária, entram em campo os caciques locais.
Sempre se disse que Costa iria seguir o trajecto do seu ídolo político: Jorge Sampaio. Da Câmara de Lisboa para Belém. Mas, para se ser líder tem de se ter a volúpia do poder, o afâ de querer liderar. Costa mostra essas duas características. Vai ser uma batalha política interessante de seguir.
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As duas danças da actualidade
1- Durante esta semana, é o Opus Dei que centra os comentários. Para lá do index de livros que faz lembrar as listas da Inquisição, algo perturbador, li esta no DN: «caminho do Opus Dei deve ser o da transparência». Expliquem lá, então, porque é que são uma sociedade secreta.
2- A outra dança que marca os títulos, é a da liderança do PS: Agora todos os dias temos notáveis do partido a tomar posição, num processo que não interessa nada aos portugueses.
2- A outra dança que marca os títulos, é a da liderança do PS: Agora todos os dias temos notáveis do partido a tomar posição, num processo que não interessa nada aos portugueses.
segunda-feira, 28 de janeiro de 2013
O futuro do jornalismo: a minha reflexão
A TVI para assinalar os seus 20 anos faz uma reflexão sobre o jornalismo. A minha reflexão é simples: é uma profissão que nunca irá acabar, continuará a ter poder e enorme relevância nas sociedades modernas, não pode desinvestir, mas o seu mercado está mal.
As redacções tendem a rejuvenescer-se cedo demais, há menos cabelos brancos e experiência e também menor sensatez. E não se deve deixar contaminar pela notícia entretenimento. Por último, terá de aprender a explorar melhor o digital e conviver com o dinamismo de uma aldeia global onde por causa das inovações tecnológicas, qualquer pessoa poderá fazer uma notícia ou exprimir uma opinião.
As redacções tendem a rejuvenescer-se cedo demais, há menos cabelos brancos e experiência e também menor sensatez. E não se deve deixar contaminar pela notícia entretenimento. Por último, terá de aprender a explorar melhor o digital e conviver com o dinamismo de uma aldeia global onde por causa das inovações tecnológicas, qualquer pessoa poderá fazer uma notícia ou exprimir uma opinião.
Maçonaria e Opus Dei
Depois de muita investigação, e livros, sobre a Maçonaria, chega por aqui a vez da Opus Dei. Eu que não tenho nada contra estas organizações, mas abomino sociedades secretas e afins, só posso dizer que destas coisas está Portugal bem servido. São autênticos exércitos nas sombras, só não lhes conhecemos as verdadeiras motivações.
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