«No final de 2014 o saldo acumulado das receitas e despesas orçamentais decorrentes da nacionalização e reprivatização do BPN, bem como da constituição e funcionamento das respectivas sociedades-veículo Parvalorem e Parups ascendia a um défice de 2691,2 milhões de euros”, escreve o tribunal no relatório de acompanhamento de execução orçamental da administração central referente ao ano passado» (a notícia de hoje é do I).
Quase 2,7 mil milhões de euros que fomos nós que tivemos de pagar em impostos e a suportar a austeridade imposta pelo Governo para tapar o regabofe de um banco controlado pela cáfila cavaquista.
Para lá do que tivemos de suportar, a maior parte dessa pandilha, que teve em Cavaco Silva o seu mentor e posteriormente até acionista do BPN foi, continua toda em casa, outros a continuar a fazer negócios, e outros ainda aparecem a dar opinião por aí. Às vezes, com outros temas, as pessoas parece que se esquecem. E isto convém relembrar.
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terça-feira, 21 de julho de 2015
domingo, 18 de agosto de 2013
Eu sou dono de um banco e não do Lorenzo Carvalho
O título é inspirado na crónica de ontem da Clara Ferreira Alves no Expresso, pois ela tem razão. Os portugueses como eu são donos pelo menos do BPN ou do BPP.
Ontem, como com graça referiu António Nogueira Leite nas redes sociais, a entrevista de um jovem com dinheiro a Judite de Sousa foi o "swap" de Agosto e toda a gente comentou.
O problema é que cada um faz com o seu dinheiro o que bem entender, o que cada um não pode fazer é pôr um País a pagar impostos e a baixar a sua condição de vida porque houve um bando de canalhas que montou uma manobra de corrupção em alta escala, favorecendo amigos da politica que, subitamente, enriqueceram. Ou então, desviaram-se de contas poupanças de uma vida para investimentos arriscados.
Por isso, estou-me marimbando para o Lorenzo Carvalho e para as suas festas com a Pamela Anderson e os seus Ferraris. Mas interessa-me e gostava que alguém tivesse a coragem e ousadia, como ontem referi no meu perfil de facebook, para entrevistar quem me obriga a pagar mais impostos. De onde veio o dinheiro de Dias Loureiro, de Oliveira e Costa, de João Rendeiro, entre tantos outros que se dê rosto à corrupção e ao gamanço de um povo.
Isso é que é interesse público, façam-no se têm coragem. O jornalismo é um exercício de coragem também.
Ontem, como com graça referiu António Nogueira Leite nas redes sociais, a entrevista de um jovem com dinheiro a Judite de Sousa foi o "swap" de Agosto e toda a gente comentou.
O problema é que cada um faz com o seu dinheiro o que bem entender, o que cada um não pode fazer é pôr um País a pagar impostos e a baixar a sua condição de vida porque houve um bando de canalhas que montou uma manobra de corrupção em alta escala, favorecendo amigos da politica que, subitamente, enriqueceram. Ou então, desviaram-se de contas poupanças de uma vida para investimentos arriscados.
Por isso, estou-me marimbando para o Lorenzo Carvalho e para as suas festas com a Pamela Anderson e os seus Ferraris. Mas interessa-me e gostava que alguém tivesse a coragem e ousadia, como ontem referi no meu perfil de facebook, para entrevistar quem me obriga a pagar mais impostos. De onde veio o dinheiro de Dias Loureiro, de Oliveira e Costa, de João Rendeiro, entre tantos outros que se dê rosto à corrupção e ao gamanço de um povo.
Isso é que é interesse público, façam-no se têm coragem. O jornalismo é um exercício de coragem também.
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quarta-feira, 3 de outubro de 2012
A fraude do BPN custa a todos nós e continua sem responsáveis
Ao ler esta notícia do Público, vemos que a intervenção do Estado sobre o BPN já custou 3405 milhões de euros, mas pode vir a custar 6509 milhões.
Anda um povo a ser estrangulado para tapar o buraco de um banco de vigaristas, onde Cavaco Silva teve mais valias com acções que possuiu. Nunca o Estado devia ter dado cobertura a esta canalha que nos faz agora pagar esta fraude.
E o mais grave de tudo é que só Oliveira e Costa aparece na lista dos responsáveis, apesar de andar ao fresco. É uma vergonha nacional que estimula a revolta dos portugueses que bem gostariam que todos os responsáveis fossem presos e responsabilizados criminal e financeiramente.
Anda um povo a ser estrangulado para tapar o buraco de um banco de vigaristas, onde Cavaco Silva teve mais valias com acções que possuiu. Nunca o Estado devia ter dado cobertura a esta canalha que nos faz agora pagar esta fraude.
E o mais grave de tudo é que só Oliveira e Costa aparece na lista dos responsáveis, apesar de andar ao fresco. É uma vergonha nacional que estimula a revolta dos portugueses que bem gostariam que todos os responsáveis fossem presos e responsabilizados criminal e financeiramente.
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
Espero que seja Auditoria para apurar responsabilidades...
...e não como outra que foi manobra de branqueamento. Por isso aguardo com expectativa esta auditoria ao BPN.
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
Cavaco e o BPN: para memória e criminalização dos maus gestores
Hoje ficámos a saber que os subsídios de férias e de Natal que foram sonegados aos trabalhadores não chegam para tapar o buraco do BPN.
Cavaco Silva não foi gestor do BPN, esclareça-se, mas teve acções daquele banco que foi criado e onde estavam colocados várias criaturas originárias dos seus Governos.
Não vou linkar nenhuma notícia, vou linkar um artigo de opinião do João Cândido da Silva para memória futura.
A esfinge de Belém aceita criminalizar os seus amigos pelos maus actos de gestão?
Cavaco Silva não foi gestor do BPN, esclareça-se, mas teve acções daquele banco que foi criado e onde estavam colocados várias criaturas originárias dos seus Governos.
Não vou linkar nenhuma notícia, vou linkar um artigo de opinião do João Cândido da Silva para memória futura.
A esfinge de Belém aceita criminalizar os seus amigos pelos maus actos de gestão?
Onde andava Cavaco no caso BPN?
José Gomes Ferreira, na SIC, falou de se julgarem os responsáveis pelo desgoverno do País e o povo gostou. Para mim o BPN era um bom exemplo que se deveria dar e não apenas em Oliveira e Costa.
Basta olhar para quem estava no BPN para se saber que, na maior parte, eram amigos de Cavaco Silva.
Hoje sabe-se que a sonegação do subsídio de férias e de Natal aos trabalhadores não chega para tapar o buraco do banco dos amigos e criaturas trazidas para a ribalta por Aníbal Cavaco Silva.
A esfinge de Belém defende a criminalização dos maus actos de gestão dos seus amigos? O que tem a dizer sobe o BPN, onde até foi detentor de acções?
Basta olhar para quem estava no BPN para se saber que, na maior parte, eram amigos de Cavaco Silva.
Hoje sabe-se que a sonegação do subsídio de férias e de Natal aos trabalhadores não chega para tapar o buraco do banco dos amigos e criaturas trazidas para a ribalta por Aníbal Cavaco Silva.
A esfinge de Belém defende a criminalização dos maus actos de gestão dos seus amigos? O que tem a dizer sobe o BPN, onde até foi detentor de acções?
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