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terça-feira, 27 de setembro de 2011

A diferença da nova informação da TVI

Ainda há um largo caminho a percorrer, mas a direcção de José Alberto Carvalho e Judite de Sousa já vai tendo vitórias saborosas.

Já vai ganhando em alguns Jornais das 8 e agora consegue um gancho magnífico com a primeira entrevista televisiva, depois de eleito, de Cavaco Silva.

É que os políticos gostam da credibilidade dos entrevistadores e, neste capítulo, Judite de Sousa ainda ganha por KO. Amanhã a esfinge de Belém fala para a TVI.

sexta-feira, 17 de junho de 2011

TVI: a nova RTP

José Fragoso na TVI com a pasta dos conteúdos. Juntando-se a José Alberto Carvalho e Judite de Sousa. Teremos uma filosofia RTP com dinheiro para telenovelas e séries nacionais.

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Judite de Sousa arrasa em campanha

A jornalista da TVI estava em reportagem mas fez sucesso, Portas com bom humor dizia que temos política na forja. veja por aqui.

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Que mexidas nas televisões

Desde Fátima Lopes na TVI que estava aberta a época das transferências nas televisões portuguesas. Com a excepção de Manuela Moura Guedes na SIC, os golpes sucediam-se mas na área dos conteúdos e entretenimento com muitos a verem valorizados os seus passes.

A TVI estava há dois dias sem director de programas (assim continua) e sem director de informação (Júlio Magalhães continuará apenas como jornalista). Sendo o canal líder, e descansado sobre os resultados das audiências, era dali que teriam de acontecer as novidades.

José Alberto Carvalho e Judite de Sousa são grandes contratações para Queluz. Emprestam uma credibilidade muito importante a um canal que se sentia ter na informação o seu ponto porventura mais débil, face à liderança da RTP e serenidade da SIC.

Fala-se hoje em mudança de paradigma na informação da TVI, é natural que assim seja. Sem esquecer o golpe na RTP que tinha na informação e no acesso ao prime-time com o Preço Certo as suas armas mais fortes.

Agora vamos ver como reagirá José Fragoso no canal público.

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Li a Fibra e gostei

Às vezes só a cegueira emocional impede de ver a realidade. Quem critica as três publicações da Enzima Amarela - de João David Nunes e João Paixão - Briefing, Advocatus e agora a Fibra ou não percebe nada disto ou está meramente de má fé.

Já tinha elogiado as duas primeiras, agora é tempo de elogiar a revista Fibra que tive oportunidade de ler ontem. E é mais um belo produto. Esta marca é um agregador das comunicações e telecomunicações.

Começou com uma excelente entrevista de Jorge Fiel a Judite de Sousa que faz a primeira capa da revista, segue com um magnífico artigo de uma pessoa que muito prezo que é o Diogo Vasconcelos.

Depois da PT Inovação um bom soundbyte: «o próximo gadget é transformar qualquer objecto num gadget» e a oferta da ZON, MEO e Optimus Clix. Depois uma fotoreportagem com a vivência diária na Microsoft, mas também aparecem Siemens e Nokia.

Outro artigo sobre o serviço público de televisão por Eduardo Cintra Torres e fiquei a saber que a directora de comunicação institucional da Sonaecom também gosta do Mentalista. Vejo mais um restaurante pela pena do Manuel Falcão e termino com toda a parafernália de comunicações que usa o Pedro Granger.

Assim, junta-se a informação técnica com o consumo e a entrevista num produto que com certeza as agências de comunicação levarão em conta.

Aliás, acho piada quando alguns críticos das 3 publicações enviam os seus press-releases noticiosos para elas. Se não gostam para que é que enviam? O que deve dar um gozo bem irónico é depois os críticos verem as suas notícias publicadas, uma espécie de bofetada de luva branca. Com classe.

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Duarte Lima na RTP

Na nossa vida acho que o princípio fundamental é gostar de pessoas. Defendermos as pessoas de quem gostamos e ignorarmos ou não reagirmos às pessoas de que não gostamos ou que nos desiludiram.

Sou amigo de Duarte Lima e já tinha escrito que me chocava o que foi feito com o seu nome durante este Verão. Ele não é nem vigarista nem assassino. É uma pessoa solidária e com inteligência e cultura superior.

Por isso, o que terá passado a sua família a observar o que diariamente é (era) escrito sobre ele.

Manteve o silêncio por sugestão do seu advogado, o Professor Germano Marques da Silva, e pelas imposições inerentes a uma investigação judicial em que, como explicou a polícia brasileira, ele é apenas testemunha e não suspeito.

Duarte Lima, ontem, explicou muito bem que há um tempo mediático e um tempo da justiça e que por vezes são conflituosos. Os especialistas em Direito têm uma visão que se baseia no processo que conduzem. Os especilistas em comunicação baseiam-se na reputação e no universo mediático.

Se os primeiros defendem o silêncio, os segundos preferem um esclarecimento eficaz com uma intervenção pública.

Duarte Lima, provando a sua inocência, optou pelo meio mais difícil, pela prova mais dura. Uma entrevista em televisão, com Judite Sousa (a mais experiente e notável das entrevistadoras) e a possibilidade de, com os resultados de share e a transversalidade de audiências que o seu programa permitem, esclarecer o maior universo de público.

Foi uma notável entrevista. Como me disse um amigo, foi «emoção e credibilidade». Respondeu o que podia responder com seriedade e com a emoção de quem se sente perseguido com injustiça.

A história do contacto com o empresário Lúcio Tomé Feteira foi fantástica, o esclarecimento de que a morte da sua cliente com certeza não lhe interessava a ele, e o recado para reflexão sobre os interesses de «terceiros» foram certos.

E teve dois momentos notáveis de televisão: o seu único momento assassino na vida. Quando Judite lhe pergunta quem está a conduzir esta campanha negra contra ele. Duarte Lima deixou um silêncio que parecia uma eternidade.

E o momento final, de consciência tranquila, que agradece o apoio dos amigos e dos que acreditam na causa nobre que é a sua associação que se transformou no combate da sua vida, e que tem ajudado muita gente, trazendo dadores de medula óssea para os que sofrem leucemia. Pois, como penhor do combate pela vida, tem essa obra feita.

Duarte Lima é e continuará a ser um amigo. Eu já acreditava nele e os que duvidavam, ontem, ficaram bem esclarecidos.

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Estratégia de manipulação

Hoje de manhã em conversa com um cliente (eu também trabalho além de contribuir para a divulgação de outros players no Conselho em Comunicação e reforçar-lhes o perfil) ele fez-me reflectir sobre o que se passou ontem.

Segundo ele, está tudo dito sobre a estratégia de manipulação do Governo. Isto é, tudo podia acontecer ontem, crise política, bolsas a cair e Portugal metido no mesmo saco da Grécia, porém, na televisão pública a Grande Entrevista era com Abel faisal Xavier.

Eu, que gosto de teorias da conspiração, parei para reflectir. Até podia ser, mas apenas com um senão: não estou a ver a Judite de Sousa contribuir para essa manipulação.

Dizem-me que hoje o Sol é avassalador para essa estratégia de comunicação. Já comprei mas ainda não tive tempo de ler, mas tenho a certeza que houve desde o início, e bem, uma estratégia do Governo para a Comunicação Social.

Mas é bem verdade que no fim de ciclos governativos, os executivos tendem a perder o controlo e a relaxar no cuidado com os media. Esse é um sinal actual.

PS: Agora não poderei escrever mais hoje, porque depois de um protocolo acabado de assinar de manhã, às 16 horas entra mais um cliente na Special One. É o sétimo (e não tenho nenhum pro-bono). Para seis meses de trabalho não é mau. De vez em quando, também trabalho. Porque me alimento dele e também do meu perfil. Que é alto e não é baixo.

PS2: Como é o último post desta semana, e sabendo o que irei fazer na próxima que será muito complicada em termos de tempo, apesar de eu não precisar de pensar 20 horas sobre um texto de dez linhas, vou tentar entre os dias 8 e 12 escrever cinco posts técnicos sobre diferentes áreas do Conselho em Comunicação. Será um exercício pedagógico com a certeza que não oferecerei livros nem farei passatempos. E mantenho muito gosto em almoçar com umas pessoas que estão a trabalhar bem e com boas conquistas na 2ª.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

O país está de rastos

Nem me refiro a qualquer crise governamental, nem à lei das Finanças Regionais.
Judite de Sousa, na Grande Entrevista, fala com Abel Faisal Xavier.
O país está de rastos.