quinta-feira, 23 de abril de 2015

As cirurgias plásticas na política

Leio no DN: «Jeb Bush perdeu vários quilos com dieta do paleolítico e o também republicano Chris Christie colocou banda gástrica. Há boatos de que a democrata Hillary Clinton terá feito um lifting».

A imagem é extremamente importante como todos sabemos, mais ainda quando é a televisão o veículo essencial de uma campanha política e na América uma corrida presidencial dura mais de um ano.

Em novembro de 2014, a revista Vanity Fair dizia das presidenciais americanas: «É um concurso de beleza». Não é. Mas sem imagem é mais complicado, com gordura a mais é mais complicado porque a televisão engorda, e um candidato deve trazer em si um elixir da juventude, que numa candidata como Hillary que tem quase 70 anos tem de rejuvenescer.

Uma campanha política é, sem dúvida, na globalidade, uma operação de cosmética. Onde se apresenta o melhor de um candidato, onde se aparam os seus defeitos e se acentuam os defeitos dos outros. As cirurgias plásticas do marketing político são normais, as cirurgias plásticas e outros tratamentos de beleza dos candidatos ainda são notícia.

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