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quinta-feira, 15 de novembro de 2012
Gesto feio de quem perdeu eleições limpas
Mitt Romney foi um contendor que fez o melhor possível. Perdeu, sendo o candidato que mais dinheiro gastou na campanha presidencial americana, agora diz isto. É feio e reforça a sua condição de perdedor.
quarta-feira, 7 de novembro de 2012
Rescaldo das eleições americanas
Seria histórico se Mitt Romney ganhasse, pois são poucos os presidentes que não conseguem a reeleição. Obama tinha as eleições ganhas até ao momento do primeiro debate. Aí, num dia mau, abriu a porta a um ressurgimento de um candidato que estava a marcar a campanha com diversas "gaffes!.
Depois, o furacão Sandy ajudou, pois num momento de crise ressalta a imagem presidencial e Romney ficou sem campanha durante três dias. Nenhum dos dois candidatos me encheu as medidas, considero fracos.
Mas a vitória de Obama prova, mais uma vez, que os americanos preferem a simpatia à eficácia, pois Romney nunca conseguiu passar a imagem de ser um tipo com quem jogamos basquetebol ou bebemos uma cerveja. Karl Rove tentou "recentrar" o discurso de Romney, mas como vimos nos "swing states" não conseguiu dar a volta.
Não sei como serão os próximos quatro anos de Obama, mas no debate sobre política internacional nunca se falou da NATO e muito menos de política europeia. Sendo assim, a América fica centrada em si e não ajudará a reerguer uma Europa em crise. Isso é mau para Portugal.
Depois, o furacão Sandy ajudou, pois num momento de crise ressalta a imagem presidencial e Romney ficou sem campanha durante três dias. Nenhum dos dois candidatos me encheu as medidas, considero fracos.
Mas a vitória de Obama prova, mais uma vez, que os americanos preferem a simpatia à eficácia, pois Romney nunca conseguiu passar a imagem de ser um tipo com quem jogamos basquetebol ou bebemos uma cerveja. Karl Rove tentou "recentrar" o discurso de Romney, mas como vimos nos "swing states" não conseguiu dar a volta.
Não sei como serão os próximos quatro anos de Obama, mas no debate sobre política internacional nunca se falou da NATO e muito menos de política europeia. Sendo assim, a América fica centrada em si e não ajudará a reerguer uma Europa em crise. Isso é mau para Portugal.
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terça-feira, 23 de outubro de 2012
O último debate Obama/Romney
O terceiro e último debate entre os candidatos presidenciais americanos é sempre o que tem mais audiências. Na mesa, questões de política internacional.
Obama ganhou claramente mas não por KO. Está mais bem preparado, conhece os dossiers pelo cargo que ocupa. Romney já tinha cometido várias "gaffes" nestas questões, mas não passou mal.
Romney teve uma boa reacção quando chamou a atenção para a importância da política americana, em termos económicos, não estar concentrada na China, mas olhar mais para a América Latina.
Porém, uma das evidências é que em hora e meia de debate, nenhum falou da crise europeia. Não sei que América pode liderar o mundo sem falar na União Europeia e na NATO.
Obama ganhou claramente mas não por KO. Está mais bem preparado, conhece os dossiers pelo cargo que ocupa. Romney já tinha cometido várias "gaffes" nestas questões, mas não passou mal.
Romney teve uma boa reacção quando chamou a atenção para a importância da política americana, em termos económicos, não estar concentrada na China, mas olhar mais para a América Latina.
Porém, uma das evidências é que em hora e meia de debate, nenhum falou da crise europeia. Não sei que América pode liderar o mundo sem falar na União Europeia e na NATO.
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sexta-feira, 19 de outubro de 2012
A elegância da política
Na política está presente o combate, mas deve prevalecer sempre a elegãncia. No combate Obama vs. Romney, depois de um duro duelo na terça-feira, vejo por aqui a elegãncia de dois contendores que se respeitam.
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quinta-feira, 4 de outubro de 2012
O debate de ontem entre Obama e Romney
Vi, em directo, os primeiros 45 minutos do debate entre Obama e Romney. A generalidade da imprensa e a própria equipa do Presidente, reconhecem a vitória do adversário.
O que posso dizer é simples: este Obama não é o de 2008. Há quatro anos, sentia-se a sua alma e o seu discurso vibrante de mudança. O de 2012 é um homem cansado, sem força vital, um político como os outros, que não cumpriu muitas das suas promessas.
Romney estava preparado. Depois das saudações, avança com um exemplo de uma pessoa com quem falou...no Ohio. O estado chave destas eleições. Depois avançou com determinação o seu plano para a economia, explicou alguns equívocos e martelou em duas teclas: criar empregos e proteger a classe média, algo para o coração dos indecisos.
Romney estava forte, Obama criou a percepção que não era ele que estava ali. Por isso perdeu.
O que posso dizer é simples: este Obama não é o de 2008. Há quatro anos, sentia-se a sua alma e o seu discurso vibrante de mudança. O de 2012 é um homem cansado, sem força vital, um político como os outros, que não cumpriu muitas das suas promessas.
Romney estava preparado. Depois das saudações, avança com um exemplo de uma pessoa com quem falou...no Ohio. O estado chave destas eleições. Depois avançou com determinação o seu plano para a economia, explicou alguns equívocos e martelou em duas teclas: criar empregos e proteger a classe média, algo para o coração dos indecisos.
Romney estava forte, Obama criou a percepção que não era ele que estava ali. Por isso perdeu.
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quarta-feira, 26 de setembro de 2012
Obama ou Mitt Romney?
A interrogação com resposta neste artigo de Arnaldo Jabor.
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terça-feira, 25 de setembro de 2012
«Por que não se abrem as janelas dos aviões?»
A pergunta é ridícula e está entre aspas porque foi feita por Mitt Romney. Um campeão das "gaffes" que é candidato presidencial na maior nação do mundo. É inqualificável, mas já são tantas que não sei com que imagem se fica do Republicano.
domingo, 23 de setembro de 2012
terça-feira, 18 de setembro de 2012
Mitt Romney suicidou-se
Depois desta "cacha" da Mother Jones, Mitt Romney acabou. Os Republicanos têm de esperar quatro anos e sonhar com Paul Ryan, Marco Rubio, Chris Christie ou Jeb Bush
domingo, 26 de agosto de 2012
Romney tem um problema com as mulheres, Obama com os homens
Todas as sondagens são próximas das realizadas há quatro anos. Romney tem mais fieis entre os homens, o que é tradicional entre os Repubublicanos, e Obama encanta mais as mulheres, também um clássico entre os Democratas. Se pensarmos que o homem decide mas a mulher influencia, a balança ainda pende para Obama.
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domingo, 12 de agosto de 2012
Mitt Romney escolhe bem o seu vice
Paul Ryan é um aditivo na sua base de apoio republicana, vai fazer política pura para galvanizar o partido, deixando os compromissos centristas para Mitt Romney. É um nome de futuro e junta-se a Mark Rubio como promessa para a Casa Branca dentro de uns anos. Foi um golpe de asa do candidato presidencial que estava a ficar para trás nas sondagens. A campanha será muito mais interessante.
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segunda-feira, 9 de julho de 2012
Obama vs. Romney: a disputa pelo dinheiro
Ao ler esta notícia, lembrei-me de uma sabedora frase da série West Wing, lá pela sexta temporada, quando Matthew Santos defronta Russell e Hoynes: «dinheiro é visibilidade».
Porque na América se gastam somas astronómicas em campanha eleitoral, devido ao facto de se investir muito em publicidade (positiva e negativa) em televisão.
Há quatro anos, Barack Obama bateu recordes de arrecadação via doações na net e fez uma campanha das mais caras de sempre nos EUA. Era o fenómeno da mudança e da novidade. Hoje, é o do cansaço e de alguma desilusão.
Mitt Romney não é o candidato perfeito, mas num mês recebeu 100 milhões e vai ter muito para gastar, veja-se o facto de já ter assegurado espaço publicitário nas imagens das Olimpíadas que forem transmitidas para o seu País.
Para lá das ideias e das palavras, uma campanha política americana tem como cerne da disputa o dinheiro e Romney nisso vai estar taco-a-taco.
Porque na América se gastam somas astronómicas em campanha eleitoral, devido ao facto de se investir muito em publicidade (positiva e negativa) em televisão.
Há quatro anos, Barack Obama bateu recordes de arrecadação via doações na net e fez uma campanha das mais caras de sempre nos EUA. Era o fenómeno da mudança e da novidade. Hoje, é o do cansaço e de alguma desilusão.
Mitt Romney não é o candidato perfeito, mas num mês recebeu 100 milhões e vai ter muito para gastar, veja-se o facto de já ter assegurado espaço publicitário nas imagens das Olimpíadas que forem transmitidas para o seu País.
Para lá das ideias e das palavras, uma campanha política americana tem como cerne da disputa o dinheiro e Romney nisso vai estar taco-a-taco.
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quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
Mitt Romney agora bem lançado
Vitória muito importante e significativa na Florida, um estado com muitos segmentos de população.
quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
Com isto lembrei-me das eleições no Sporting
Afinal o vencedor era outro. Santorum, na recontagem, bateu Romney. Lembrei-me do Sporting.
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quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
Relação com o fisco: outra arma da comunicação política
Caíram em cima de Mitt Romney sobre a sua declaração fiscal e que impostos pagava. Fica-se a saber que paga menos, apesar de ser milionário, do que a classe média. Uma boa arma. Ler aqui.
segunda-feira, 2 de janeiro de 2012
Tiro de partida para a campanha do ano
O meu primeiro texto de 2012 só podia ter como objecto a primeira eleição primária nos EUA, no caso, o "caucase" do Iowa. Os Republicanos ainda não estão seguros da escolha certa para enfrentar Obama. Aqui, vão procurar um adversário para Mitt Romney, para a semana, ele ganha limpo no New Hampshire.
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
A "gaffe" que mata uma campanha política
Está tudo dito por aqui, só aproveito para fazer o registo. Rick Perry era o favorito quando se lançou na corrida e só tinha como adversário temível Mitt Romney. Mas as outras prestações já tinham sido sofríveis e depois de ontem acabou.
terça-feira, 20 de setembro de 2011
O estratega de Mitt Romney
O estratega de Mitt Romney que lhe tem aconselhado uma nova postura e tem tido efeitos positivos chama-se Stuart Stevens. O New York Times traça-lhe um perfil.
Destaco esta passagem, pois tem muito a ver com o papel de um estratega em campanha: confiança, solidez, tranquilidade, não só com o restante staff mas sobretudo com o candidato:
“There’s always that moment in a campaign when you’re down to the candidate and a couple of people sitting in a room, and Stuart is very comfortable being in that room and making those decisions, and I think that confidence penetrates throughout the campaign.”
Destaco esta passagem, pois tem muito a ver com o papel de um estratega em campanha: confiança, solidez, tranquilidade, não só com o restante staff mas sobretudo com o candidato:
“There’s always that moment in a campaign when you’re down to the candidate and a couple of people sitting in a room, and Stuart is very comfortable being in that room and making those decisions, and I think that confidence penetrates throughout the campaign.”
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domingo, 14 de agosto de 2011
Rick Perry: O desafiante de Obama
Já são muitos os candidatos da área Republicana, e ainda poderão ser mais, pois aguardam-se as possíveis entradas em cena de Sarah Palin e Rudolph Giuliani.
A um ano de distância, e com uma arena mediática muito volátil como é a dos Estados Unidos onde tudo pode mudar numa semana, auguro que apesar de Mitt Romney ser neste momento o melhor candidato, Rick Perry é o que terá melhores condições para ser o desafiante de Obama.
Do Texas, mas com a oposição da família Bush e de Karl Rove, fez-se reeleger Governador piscando o olho a Palin e ao Tea Party, mas agora voltou a falar com W. Bush antes de se lançar na corrida.
Se sensibilizar os Bush e a sua vastíssima influência política e económica, e continuar a apregoar os valores conservadores e a oração como faz, ganha o eleitorado Republicano. Depois, mais difícil será ganhar o eleitorado nacional, mas Obama tem perdido o seu encanto entre os americanos. Para ler mais por aqui.
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quarta-feira, 15 de junho de 2011
Republicanos 2012
Recomendo e subscrevo este texto.
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