quarta-feira, 18 de dezembro de 2013
Quando CR7 e Messi se juntam para salvar o mundo
Muto engraçado o video da Samsung, que pode ver aqui, que junta várias grandes estrelas do futebol mundial.
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terça-feira, 17 de dezembro de 2013
O meu "dream team" de 2013
Este ano escolho apenas uma equipa de onze elementos de agências de comunicação, a ordem é aleatória, mas feliz das empresas que contem com estes elementos e ainda menciono três excepções relacionadas directamente com o sector e que merecem o meu destaque:
Telmo Carrapa (CV&A), Renata Pinto (GCI), Sandra Silva (LPM), Inês Saraiva (Lift), Ema Brito (Special One), João Villalobos (CV&A), Monica Mendes Coelho (Parceiros), João Reis (Lift)., Alexandre Guerra (Santa Casa) Patrícia Afonso (LPM), José Pedro Abrantes (CV&A).
Depois, destaco a Joana Machado (LPM) na variável de estratégia, projectos e new business; Rui Oliveira Marques (Meios & Publicidade), o melhor jornalista da área dos media e o mais conhecedor do sector de Conselho em Comunicação; Maria Garcia Luis (NewsEngage), a construir publicações e agregadores foi dos destaques do ano de todo o meu sector.
E tantos outros colegas que fizeram excelente trabalho também. A eles, sobretudo aos que não menciono e aos que desconheço, e a quem dediquei o ano de 2012, desejo que continuem a fazer o que gostam. A todos vós um Bom Natal e um fantástico ano de 2014.
Telmo Carrapa (CV&A), Renata Pinto (GCI), Sandra Silva (LPM), Inês Saraiva (Lift), Ema Brito (Special One), João Villalobos (CV&A), Monica Mendes Coelho (Parceiros), João Reis (Lift)., Alexandre Guerra (Santa Casa) Patrícia Afonso (LPM), José Pedro Abrantes (CV&A).
Depois, destaco a Joana Machado (LPM) na variável de estratégia, projectos e new business; Rui Oliveira Marques (Meios & Publicidade), o melhor jornalista da área dos media e o mais conhecedor do sector de Conselho em Comunicação; Maria Garcia Luis (NewsEngage), a construir publicações e agregadores foi dos destaques do ano de todo o meu sector.
E tantos outros colegas que fizeram excelente trabalho também. A eles, sobretudo aos que não menciono e aos que desconheço, e a quem dediquei o ano de 2012, desejo que continuem a fazer o que gostam. A todos vós um Bom Natal e um fantástico ano de 2014.
segunda-feira, 16 de dezembro de 2013
Uma "geração de viciados"
Lido no DN: «Um estudo realizado pela empresa de
Neuromarketing Labs concluiu que os aficcionados de séries sentem os mesmos
sintomas de dependência que os viciados em drogas
Produtos televisivos como The Walking Dead, Breaking Bad, A Teoria do Big Bang ou Guerra dos Tronos podem criar síntomas físicos de adição como suores, pulsação acelerada e descida da temperatura corporal.
Produtos televisivos como The Walking Dead, Breaking Bad, A Teoria do Big Bang ou Guerra dos Tronos podem criar síntomas físicos de adição como suores, pulsação acelerada e descida da temperatura corporal.
O relatório da Neuromarketing Labs assegura que, quando um espectador está a
assistir a uma dessas séries, o corpo segrega uma conjunto de hormonas que têm
ainda um efeito "calmante". Isto porque, revela o mesmo estudo, o cérebro humano
é masoquista, na medida em que prefere as séries que despertam emoções mais
fortes - sejam elas positivas ou negativas - e por isso mesmo precisa de algo
que contraponha de imediato esse efeito».
Portanto, ou Hollywood volta a fazer cinema de qualidade ou as séries continuarão a fazer uma "geração de viciados", pois é hoje o que as pessoas mais seguem, segundo este estudo.
Portanto, ou Hollywood volta a fazer cinema de qualidade ou as séries continuarão a fazer uma "geração de viciados", pois é hoje o que as pessoas mais seguem, segundo este estudo.
terça-feira, 10 de dezembro de 2013
Eleições Primárias: o tema que crescerá no PS
Muito lentamente, muito devagarinho, muito discretamente, alguém tem plantado na imprensa o tema das primárias antes de eleições legislativas e abertas não só aos militantes mas também a simpatizantes.
Ontem o Público escrevia no subtítulo da notícia: «apesar de ser uma tendência europeia, os partidos portugueses afastam, para já, qualquer discussão sobre o alargamento das eleições internas». O jornal diário vai ainda mais longe e menciona, e é verdade, que na Europa são os partidos de esquerda que têm desenvolvido essa prática.
O gato escondido com rabo de fora destas informações, é que muitos no PS ainda acreditam que, pouco tempo antes das legislativas, umas primárias possam entregar o partido a outro candidato que surja como um potencial vencedor mais substantivo.
Por isso António José Seguro, para lá do seu caminho de construção de cavalo vencedor, ainda tem de estar atento internamente a quem lhe morde os calcanhares e a quem está interessado em semear estas notícias sobre primárias.
Ontem o Público escrevia no subtítulo da notícia: «apesar de ser uma tendência europeia, os partidos portugueses afastam, para já, qualquer discussão sobre o alargamento das eleições internas». O jornal diário vai ainda mais longe e menciona, e é verdade, que na Europa são os partidos de esquerda que têm desenvolvido essa prática.
O gato escondido com rabo de fora destas informações, é que muitos no PS ainda acreditam que, pouco tempo antes das legislativas, umas primárias possam entregar o partido a outro candidato que surja como um potencial vencedor mais substantivo.
Por isso António José Seguro, para lá do seu caminho de construção de cavalo vencedor, ainda tem de estar atento internamente a quem lhe morde os calcanhares e a quem está interessado em semear estas notícias sobre primárias.
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segunda-feira, 9 de dezembro de 2013
O futuro da Europa
«Creio que a Europa está em grandes dificuldades, que um Estado europeu é um objectivo muito longínquo, mas creio que é preciso começar a dar pequenos passos concretos que possam conduzir lentamente sem choques para não provocar reacções negativas, a transferir certos aspectos da soberania dos Estados para um Estado europeu. Temos a impressão de que a União Europeia está paralisada pela burocracia»
Claudio Magris, em entrevista à Ler
Claudio Magris, em entrevista à Ler
quarta-feira, 4 de dezembro de 2013
O exercício do jornalismo e as redes sociais
Ser jornalista é uma profissão nobre. O jornalismo é um exercício fundamental para a sanidade e transparência das sociedades democráticas.
Vive hoje um problema na imprensa. Menos leitores, menos receitas publicitárias, redacções mais curtas e mais jovens porque são mais baratas. Faltam cabelos brancos no jornalismo actual.
Por outro lado, as telecomunicações, a internet e as redes sociais possibilitaram que todos possam expressar livremente as suas opiniões, cada pessoa pode fazer notícia, mas não é um jornalista.
É no jornalismo que deve ser feita a triagem entre o que é importante para a comunidade, apresentando todos os lados da notícia de forma racional, coerente e profissional.
Agora, cabe à comunicação social perceber que muitas das tendências são construídas por líderes de opinião que têm mais leitura nas redes sociais do que muitos "opinion makers" que escrevem no papel ou falam nas televisões.
O jornalismo tem de conviver com as redes sociais e até aproveitar e promover-se com o melhor delas, falta ainda essa visão a quem comanda os media.
Vive hoje um problema na imprensa. Menos leitores, menos receitas publicitárias, redacções mais curtas e mais jovens porque são mais baratas. Faltam cabelos brancos no jornalismo actual.
Por outro lado, as telecomunicações, a internet e as redes sociais possibilitaram que todos possam expressar livremente as suas opiniões, cada pessoa pode fazer notícia, mas não é um jornalista.
É no jornalismo que deve ser feita a triagem entre o que é importante para a comunidade, apresentando todos os lados da notícia de forma racional, coerente e profissional.
Agora, cabe à comunicação social perceber que muitas das tendências são construídas por líderes de opinião que têm mais leitura nas redes sociais do que muitos "opinion makers" que escrevem no papel ou falam nas televisões.
O jornalismo tem de conviver com as redes sociais e até aproveitar e promover-se com o melhor delas, falta ainda essa visão a quem comanda os media.
segunda-feira, 2 de dezembro de 2013
As Marcas e as pessoas
«Hoje em dia, todos os produtos têm de ser medidos pelas respostas humanas que têm. É muito fácil comprar produtos. É muito difícil falar com seres humanos superinformados e superinvestidos sobre e num mesmo aparelho.. Não é só uma questão de achar: a qualidade do serviço é que determina a qualidade do produto que comprámos»
Miguel Esteves Cardoso, Público, 29.11.13
Miguel Esteves Cardoso, Público, 29.11.13
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