domingo, 29 de janeiro de 2012

João Gabriel devia ter memória porque em classe é um caso perdido

Não gosto muito da figura de João Gabriel, director de comunicação da colectividade presidida pelo empresário de "pneus". Mas faz o seu trabalho em prol de quem lhe paga cerca de 12 mil euros por mês.

Mas devia aprender que quem ataca com soundbites, os soundbites de hoje voltam-se contra nós amanhã. Em 26 de Novembro, bem lembrado pelo leão Ricardo Mesquita, teve a falta de gosto de atacar o Sporting por três jovens terem caído ao fosso com a paixão de ficarem com a camisola de um ídolo e bom homem chamado Diego Capel. Nessa data proferiu: «Aqui ninguém caiu ao fosso».

O anjo Gabriel é um incendiário e era bom que visse estas imagens do jogo de ontem com o Feirense, tivesse vergonha e metesse a violinha no saco. É que o Gabriel tem tanto de anjo como eu tenho de "Constantino, Guardador de vacas e de sonhos", do Alves Redol.

Felizmente nenhuma tragédia aconteceu, ontem, no Marcolino de Castro. Adeptos apaixonados existem em todo o lado. Peço-lhe que não ataque os adeptos do meu clube, que são os melhores, se faz favor.

E a João Gabriel desejo um pouco mais de classe, mas isso é coisa que nasce connosco, não se aprende. Por isso, em termos de classe e categoria, João Gabriel é um caso perdido.

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