sábado, 10 de março de 2012

Os políticos não podem cortar às cegas no essencial

«Ciclo do populismo. Primeiro, criam-se super Ministérios. Depois, diminuem-se os quadros de pessoal afetos à ação política do Governo. Antes e depois baixam-se as retribuições dos assessores e adjuntos e opta-se por não contratar consultoria externa. Agora, conclui-se que o Primeiro-Ministro foi mal preparado para o debate parlamentar».

Tudo dito por Luis Paixão Martins sobre a questão dos falhanços comunicacionais do Primeiro-Ministro no caso Lusoponte. Tenta-se cortar em tudo, mas não se pode cortar o fundamental. É como, neste caso, tirar uma parede-mestra a um prédio. Foi o que aconteceu.

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