quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

O caso do burlão da ONU

Várias notas sobre o caso de um cavalheiro que se passava por homem da ONU:

- Portugal é um País de vigaristas encartados.

- As redacções são mais curtas, há o mesmo trabalho e menos jornalistas, e menos disponibilidade para confirmarem factos.

- Redacções são mais jovens, faltam muitos cabelos brancos para dar experiência

- Facilitismo dos media com pessoas que se dizem de reputação internacional.

- O Nicolau Santos não merecia ter sido enganado.

- Felizmente o burlão não estava assessorado por nenhuma agência de comunicação.

- Como é hábito, este burlão tinha de ter relação com o meu clube.

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