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domingo, 19 de março de 2017
segunda-feira, 24 de outubro de 2016
Assunção Cristas na CMTV
Há um lado de enorme falta de visão e criatividade (no geral) dos programadores portugueses quando escolhem políticos para comentar nas televisões. Sigam o meu raciocínio, qual é a classe mais descredibilizada e que menos os portugueses têm paciência para aturar? A classe política.
E qual a classe que mais está representada em todos os canais que oferecem comentário político? Os políticos. Ora, os programadores ainda não viram nem compreenderam este paradoxo e ainda mais em Portugal que é o país do mundo onde mais políticos por metro quadrado comentam nas televisões.
O que fazem os políticos? Atenciosamente aceitam os convites, não tendo culpa da cegueira dos programadores, e aproveitam todo o tempo de promoção que lhes possam oferecer, estão no seu direito. Por isso Assunção Cristas aproveita o convite da televisão que mais cresce neste momento, gostem ou não são factos, que lhe traz notoriedade, apesar da reputação do canal não ser boa para a percepção pública.
A líder do CDS. com quem simpatizo, como eu disse à "Meios e Publicidade"quando se tornou ministra, é um excelente produto de comunicação. Por ela própria, da maneira como ela é, sem truques que só estão ao alcance de bons especialistas de comunicação política.
Agora, com toda esta exposição mediática, terá o desafio de construir semanalmente a sua substância, e robustecer o seu perfil sem expor as suas debilidades, que são várias. A televisão tem também esse risco. Ela tem ambição, capacidade de trabalho e simpatia, vamos ver que outras características se vão agregar à sua imagem com esta passagem no CM e CMTV. E, já agora, apresente uma ideia para Lisboa, não basta dizer que é candidata, tem de dizer ao que vai. Os lisboetas aguardam, não se esqueça.
E qual a classe que mais está representada em todos os canais que oferecem comentário político? Os políticos. Ora, os programadores ainda não viram nem compreenderam este paradoxo e ainda mais em Portugal que é o país do mundo onde mais políticos por metro quadrado comentam nas televisões.
O que fazem os políticos? Atenciosamente aceitam os convites, não tendo culpa da cegueira dos programadores, e aproveitam todo o tempo de promoção que lhes possam oferecer, estão no seu direito. Por isso Assunção Cristas aproveita o convite da televisão que mais cresce neste momento, gostem ou não são factos, que lhe traz notoriedade, apesar da reputação do canal não ser boa para a percepção pública.
A líder do CDS. com quem simpatizo, como eu disse à "Meios e Publicidade"quando se tornou ministra, é um excelente produto de comunicação. Por ela própria, da maneira como ela é, sem truques que só estão ao alcance de bons especialistas de comunicação política.
Agora, com toda esta exposição mediática, terá o desafio de construir semanalmente a sua substância, e robustecer o seu perfil sem expor as suas debilidades, que são várias. A televisão tem também esse risco. Ela tem ambição, capacidade de trabalho e simpatia, vamos ver que outras características se vão agregar à sua imagem com esta passagem no CM e CMTV. E, já agora, apresente uma ideia para Lisboa, não basta dizer que é candidata, tem de dizer ao que vai. Os lisboetas aguardam, não se esqueça.
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Rui Calafate
segunda-feira, 12 de setembro de 2016
Assunção Cristas em Lisboa
Eu tenho simpatia pela Assunção Cristas, já o disse e mantenho. E digo-o com a liberdade de não pertencer a nenhum partido e tentar ver a política de maneira racional, sem guerrilhas partidárias.
Assunção está a criar a sua aura, o seu caminho. Tal como o seu antecessor, sabe que uma candidatura a Lisboa, com meses de campanha, com intensa exposição mediática, são a melhor maneira de conquistar notoriedade e solidificar a sua liderança.
Assunção está a criar a sua aura, o seu caminho. Tal como o seu antecessor, sabe que uma candidatura a Lisboa, com meses de campanha, com intensa exposição mediática, são a melhor maneira de conquistar notoriedade e solidificar a sua liderança.
Em 2001, Lisboa juntou João Soares, Pedro Santana Lopes e Paulo Portas. Três pesos-pesados, provavelmente na melhor campanha política de sempre. O CDS obteve 7,5 por cento dos votos. Sendo assim, esta é a barreira mínima da nova líder do partido, qualquer resultado abaixo será um fracasso.
Assunção tem uma capacidade, com o actual PSD, de roubar eleitorado e dar bicadas ao seu discurso. E tem um capital de simpatia que não é despiciendo na actualidade. Muita gente que não milita no seu partido, respeita-a, e o CDS tem hoje caminho livre para se afirmar, crescer e robustecer a sua base de apoio.
Por isso, sem uma coligação previamente delineada e assinada com o PSD, o seu movimento era o mais natural e o que mais empolga o seu partido, não dando margem para que outros nomes do CDS se neguem ao combate nestas autárquicas.
Mas há algo que não gostei e terá de ser rapidamente limado, apurado e construído. Se já elogiei o movimento de xadrez da sua candidatura, não me esqueço que eu sou de Lisboa, e gostava que quem se candidatasse à minha cidade não dissesse apenas «sou candidato» e apresentasse já algumas ideias que representassem a ruptura com a governação da cidade que está sem qualquer estratégia e a navegar à vista. E aliás, tem boa gente aqui em Lisboa que a pode ajudar, com trabalho evidente e de qualidade na oposição, uma vez que só o CDS - o PSD não existe, Seara desapareceu - tem combatido o presidente não eleito, Medina.
Não basta dizer «tenho o vento de Lisboa colado à minha pele e tenho a água do Tejo no fundo da minha alma», quem lhe construiu este soundbyte é amador, diga-se. Lisboa precisa de uma ideia de cidade, de uma estratégia global e não de apontamentos e obras avulsas. Cristas está no terreno, seja bem vinda, é uma mulher simpática, passa bem o que quer dizer, cria empatia com as pessoas, mas ainda tem de dizer ao que vem.
sexta-feira, 15 de janeiro de 2016
Portas e Assunção
O CDS deve muito a Paulo Portas. Um líder que sai pelo próprio pé, que deu tranquilidade ao partido, que o fez crescer e entrar no Governo. Um líder que era o mais inteligente e melhor comunicador da política portuguesa.
Cometeu erros? Claro que sim. Muitos? Bastantes. Mas passou pelos problemas como entre pingos da chuva. Deixou legado para o anedotário político? Também. O seu «irrevogável« entrou no léxico do humor, mas tenho a certeza, como o conheço, que usará essa palavra para seu próprio "spin" outras vezes e rirá muito com ela, porque ele é um tipo divertido e para lá daquela aura de "gravitas" que soube construir tem a capacidade, como qualquer pessoa inteligente, de rir de si próprio,
O seu futuro é o que ele quiser. É um homem novo, com curiosidade intelectual, que pode voltar a escrever - poucos o fazem com a sua clareza e capacidade de correr riscos - e ser o melhor analista da realidade portuguesa. Se as televisões forem competentes, ele é o melhor sucessor de Marcelo para as noites de domingo. E tenho a certeza que a sua mãe, a Helena, de quem muito gosto e com quem muito aprendi, ficará muito contente se ele seguir essa via.
Entra a Assunção Cristas. Logo no dia em que Portas anunciou a sua saída, escrevi no meu twitter que ela seria a mais forte candidata e neste momento a melhor sucessora. Esse é um dos legados que o CDS mais deve ao Paulo. É que ele robusteceu - e descobriu muitos deles entre os quais ela - um partido de bons quadros, jovens, competentes e aguerridos politicamente.
Logo no início do mandato do Governo PSD/CDS, a revista "Meios & Publicidade" convidou-me para escrever sobre a comunicação do mesmo. Ali escrevi que Assunção Cristas era um bom produto de comunicação. E é e continuará a ser. Não a conheço pessoalmente, mas a minha percepção de muitos anos de jornalismo e comunicação política é que tem boa imagem, tem capacidade transversal de entrar em vários segmentos de eleitorado, tem o afã de liderar, naquele seu jeito de menina-mulher é um falcão com concupiscência pelo poder.
Vamos ver agora que discurso irá elaborar, rompendo suavemente com o PSD, ocupando rapidamente o espaço da mais dura das oposições a António Costa. Sendo conservadora, não pode ser beata, esse um dos seus pecados em algumas declarações que tem de mudar, tem de conquistar o eleitorado urbano, namorar a cultura e o eleitorado jovem, e ser uma produtora de soundbytes ao nível do seu antecessor, aí já será mais complicado, porque nesse capítulo Portas era imbatível.
São novos tempos. O CDS vai adaptar-se mais rapidamente a eles que o PSD. De Assunção Cristas falaremos muitas vezes. Mas de Paulo Portas também. Ele vai continuar por aí.
Cometeu erros? Claro que sim. Muitos? Bastantes. Mas passou pelos problemas como entre pingos da chuva. Deixou legado para o anedotário político? Também. O seu «irrevogável« entrou no léxico do humor, mas tenho a certeza, como o conheço, que usará essa palavra para seu próprio "spin" outras vezes e rirá muito com ela, porque ele é um tipo divertido e para lá daquela aura de "gravitas" que soube construir tem a capacidade, como qualquer pessoa inteligente, de rir de si próprio,
O seu futuro é o que ele quiser. É um homem novo, com curiosidade intelectual, que pode voltar a escrever - poucos o fazem com a sua clareza e capacidade de correr riscos - e ser o melhor analista da realidade portuguesa. Se as televisões forem competentes, ele é o melhor sucessor de Marcelo para as noites de domingo. E tenho a certeza que a sua mãe, a Helena, de quem muito gosto e com quem muito aprendi, ficará muito contente se ele seguir essa via.
Entra a Assunção Cristas. Logo no dia em que Portas anunciou a sua saída, escrevi no meu twitter que ela seria a mais forte candidata e neste momento a melhor sucessora. Esse é um dos legados que o CDS mais deve ao Paulo. É que ele robusteceu - e descobriu muitos deles entre os quais ela - um partido de bons quadros, jovens, competentes e aguerridos politicamente.
Logo no início do mandato do Governo PSD/CDS, a revista "Meios & Publicidade" convidou-me para escrever sobre a comunicação do mesmo. Ali escrevi que Assunção Cristas era um bom produto de comunicação. E é e continuará a ser. Não a conheço pessoalmente, mas a minha percepção de muitos anos de jornalismo e comunicação política é que tem boa imagem, tem capacidade transversal de entrar em vários segmentos de eleitorado, tem o afã de liderar, naquele seu jeito de menina-mulher é um falcão com concupiscência pelo poder.
Vamos ver agora que discurso irá elaborar, rompendo suavemente com o PSD, ocupando rapidamente o espaço da mais dura das oposições a António Costa. Sendo conservadora, não pode ser beata, esse um dos seus pecados em algumas declarações que tem de mudar, tem de conquistar o eleitorado urbano, namorar a cultura e o eleitorado jovem, e ser uma produtora de soundbytes ao nível do seu antecessor, aí já será mais complicado, porque nesse capítulo Portas era imbatível.
São novos tempos. O CDS vai adaptar-se mais rapidamente a eles que o PSD. De Assunção Cristas falaremos muitas vezes. Mas de Paulo Portas também. Ele vai continuar por aí.
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sexta-feira, 24 de abril de 2015
Há certas coisas que não se dizem dra. Assunção Cristas
Confesso que tenho alguma simpatia pela Assunção Cristas. Conheço a maior parte dos políticos portugueses de topo - julgo que o único com quem nunca falei foi Cavaco Silva - mas esta política que Paulo Portas descobriu e como eu disse uma vez à Meios & Publicidade é um bom produto de comunicação, sendo de uma nova geração que veio de fora da política, também nunca conversei com ela.
Hoje, numa entrevista que faz manchete do Sol, diz duas coisas que se o jornal fosse muito lido dariam que falar. Porque há coisas que por muito verdadeiras que sejam não devem ser ditas.
1- «Portas teve a flexibilidade de voltar com a palavra atrás». A ministra pode tentar justificar o injustificável, mas a palavra de uma pessoa é tudo. Portas, efectivamente, voltou com a palavra atrás, mas isso manchará sempre a sua reputação e será sempre alvo de gozo e ironia, algo em que os portugueses têm algum talento. Mais valia nem ter mencionado esse episódio e ter-se esquivado que isso eram coisas do passado e a coligação do Governo continuou a trabalhar.
2- «Os fogos florestais têm tendência a aumentar em ano de eleições». Tenho a certeza que por ter a tutela da Agricultura, Assunção Cristas terá dados estatísticos claros para produzir esta afirmação, porém, quem a lê parece que vê um exercício maquiavélico de quem está na oposição de andar a semear fogos pelas nossas terras e florestas. No caso, é uma afirmação incendiária e perigosa.
Hoje, numa entrevista que faz manchete do Sol, diz duas coisas que se o jornal fosse muito lido dariam que falar. Porque há coisas que por muito verdadeiras que sejam não devem ser ditas.
1- «Portas teve a flexibilidade de voltar com a palavra atrás». A ministra pode tentar justificar o injustificável, mas a palavra de uma pessoa é tudo. Portas, efectivamente, voltou com a palavra atrás, mas isso manchará sempre a sua reputação e será sempre alvo de gozo e ironia, algo em que os portugueses têm algum talento. Mais valia nem ter mencionado esse episódio e ter-se esquivado que isso eram coisas do passado e a coligação do Governo continuou a trabalhar.
2- «Os fogos florestais têm tendência a aumentar em ano de eleições». Tenho a certeza que por ter a tutela da Agricultura, Assunção Cristas terá dados estatísticos claros para produzir esta afirmação, porém, quem a lê parece que vê um exercício maquiavélico de quem está na oposição de andar a semear fogos pelas nossas terras e florestas. No caso, é uma afirmação incendiária e perigosa.
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quarta-feira, 30 de outubro de 2013
Os animais domésticos de Assunção Cristas
Ontem era manchete e um dos temas mais falados nas redes sociais, a possibilidade de Assunção Cristas legislar sobre a quantidade de cães e gatos que as pessoas podem ter em casa. Era ridícula a iniciativa e como eu escrevi ontem devia ser um sintoma de depressão pós-parto.
Hoje, Cristas anuncia que deixa cair essa limitação de animais domésticos: «Ministra garante que lei que iria limitar número de cães e gatos por apartamento "não é uma prioridade", apenas em estudo técnico. "Não gastei um minuto a olhar para isso», diz ao Expresso.
Foi um disparate total ou um daqueles temas para desfocar as atenções numa altura importante do Orçamento de Estado. Ou como também ontem escrevi por aqui, a diferença entre a previsibilidade e a imprevisibilidade de um Governo. O Governo tornou-se imprevisível pelo disparate contra si próprio.
Hoje, Cristas anuncia que deixa cair essa limitação de animais domésticos: «Ministra garante que lei que iria limitar número de cães e gatos por apartamento "não é uma prioridade", apenas em estudo técnico. "Não gastei um minuto a olhar para isso», diz ao Expresso.
Foi um disparate total ou um daqueles temas para desfocar as atenções numa altura importante do Orçamento de Estado. Ou como também ontem escrevi por aqui, a diferença entre a previsibilidade e a imprevisibilidade de um Governo. O Governo tornou-se imprevisível pelo disparate contra si próprio.
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quinta-feira, 13 de dezembro de 2012
Assunção Cristas desautoriza Álvaro Santos Pereira
É muito difícil um Governo funcionar bem, ter uma coordenação boa e conseguir passar mensagem, quando temos dois ministros desavindos no espaço público. É muito difícil mesmo.
terça-feira, 10 de julho de 2012
Há certas comitivas que não fazem sentido
Defendo a diplomacia económica e que o Governo se deve fazer acompanhar de empresários onde entenda que há possibilidades de cooperação e desenvolvimento de oportunidades para as empresas portuguesas, agora viagens de staff, como se pode ler por aqui, em tempo de vacas magras são gestos que não caem bem junto da população que passa por dificuldades. Até tenho elogiado a prestação da Assunção Cristas, mas 20 meninos de gabinete a cirandar na cidade maravilhosa são uma ofensa ao erário público.
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sábado, 5 de maio de 2012
Assunção Cristas e o Álvaro
O Expresso apanhou bem a contradição e fez manchete. Sobre a operação do Pingo Doce, o Álvaro (Santos Pereira) disse que eram «acções normais». Assunção Cristas replicou: «estas práticas não são admissíveis».
Já tinha dito à Meios & Publicidade, que me pediu análise sobre a comunicação do Governo, que Assunção Cristas era um «bom produto mediático», mas além disso dá mostras diárias que é uma boa política e com muito futuro. O Expresso diz dela hoje, dando-lhe sinal positivo, «está a tornar-se numa política de mão cheia. A sua reacção revela uma determinação que era bom existir em todos os que se sentam no Conselho de Ministros».
Já o Álvaro, pessoa que veio do Canadá e não conhece bem a realidade portuguesa, é um caso evidente de falta de talento. Esta quinta-feira, o Correio da Manhã dava-lhe nota negativa, hoje o DN faz o mesmo, por causa do crescente e assustador número do desemprego e com a inépcia de não se verem soluções à vista.
Acresce a isto que o Álvaro, como já divulguei, conta com a agência de comunicação do maçon que trabalhou, quase em exclusividade, com José Sócrates nos seus últimos anos, o que é, no mínimo, bizarro. Tal como, essa agência, trabalha agora com Mário Figueiredo, presidente da Liga, outro caso de má imprensa. E ainda ninguém explicou ao ministro, pois há poucos especialistas de comunicação no Governo, que trabalhar com este maçon é causa directa para se ser dizimado nos media e nas redes sociais, actualmente. Para lá da sua falta de talento óbvia.
PS: na segunda-feira escreverei um post sobre esta questão da agência próxima da Maçonaria, dirigida por um maçon. Será um post dirigido ao meu amigo Miguel Relvas. Será um exercício de memória, pois, para lá do PSD ser um partido pouco solidário, tem memória curta.
Já tinha dito à Meios & Publicidade, que me pediu análise sobre a comunicação do Governo, que Assunção Cristas era um «bom produto mediático», mas além disso dá mostras diárias que é uma boa política e com muito futuro. O Expresso diz dela hoje, dando-lhe sinal positivo, «está a tornar-se numa política de mão cheia. A sua reacção revela uma determinação que era bom existir em todos os que se sentam no Conselho de Ministros».
Já o Álvaro, pessoa que veio do Canadá e não conhece bem a realidade portuguesa, é um caso evidente de falta de talento. Esta quinta-feira, o Correio da Manhã dava-lhe nota negativa, hoje o DN faz o mesmo, por causa do crescente e assustador número do desemprego e com a inépcia de não se verem soluções à vista.
Acresce a isto que o Álvaro, como já divulguei, conta com a agência de comunicação do maçon que trabalhou, quase em exclusividade, com José Sócrates nos seus últimos anos, o que é, no mínimo, bizarro. Tal como, essa agência, trabalha agora com Mário Figueiredo, presidente da Liga, outro caso de má imprensa. E ainda ninguém explicou ao ministro, pois há poucos especialistas de comunicação no Governo, que trabalhar com este maçon é causa directa para se ser dizimado nos media e nas redes sociais, actualmente. Para lá da sua falta de talento óbvia.
PS: na segunda-feira escreverei um post sobre esta questão da agência próxima da Maçonaria, dirigida por um maçon. Será um post dirigido ao meu amigo Miguel Relvas. Será um exercício de memória, pois, para lá do PSD ser um partido pouco solidário, tem memória curta.
sábado, 27 de agosto de 2011
Mais uma de Assunção Cristas...
Tenho simpatia por ela e sempre achei que daria boa ministra a aposta de Paulo Portas. Chamei a atenção, no seu devido tempo, para o pormenor de ter sido Assunção Cristas a ter dado a primeira grande entrevista deste Governo, no caso ao Expresso. E não é pormenor de pequena importância.
Hoje, leio outra entrevista ao Expresso. Segue o conselho para não abusar, o que é de mais cansa.
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sábado, 2 de julho de 2011
A 1ª entrevista deste Governo
Quem anda no universo mediático tem de estar atento a estes sinais: a primeira grande entrevista de um membro deste Governo foi a Assunção Cristas, na revista do Expresso.
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